Mamãe cega e padrasto de mamadeira cheia

Meu padrasto esvaziou sua pica cheia de porra em mim.

hentai sex

Minha mãe casou cedo com meu pai, ela praticamente não teve tempo de curtir sua juventude porque rapidinho ficou grávida e teve que cuidar dos filhos. Mas o relacionamento deles não durou por muito tempo, quando meus pais se separaram eu escolhi morar com minha mãe e meu padrasto.

Meu irmão ficou com meu pai e ia visitar a gente nos finais de semana ou nos feriados, por isso pra todos os efeitos eu era filha única. Meu padrasto sempre me tratou como sua filha, ele me fazia o chamar de pai e até exigia bença todo dia de manhã. 

Com o tempo eu me acostumei com nossa relação e passei a encará-lo como meu pai de verdade, eu não tinha vergonha dele, eu sempre o via de cueca e às vezes até sem nada. Ele também já me deu uns flagras completamente sem roupa, mas nunca foi além disso, meu padrasto sempre foi respeitoso comigo. 

Sempre tive costume de ler contos eróticos, principalmente aqueles maldosos entre padrasto e enteada que trepam enquanto a mãe está fora de casa. 

Sempre senti tesão nesses assuntos e ficava tocando siririca pensando nessa possibilidade, mas depois que o tesão passava eu voltava a realidade e só então caía a ficha de que isso seria a coisa mais horrenda do mundo. 

Eu tinha 16 aninhos quando minha mãe precisou fazer uma cirurgia nos olhos, foi uma semana tensa com a quantidade de exames pra fazer antes da cirurgia. Meu padrasto tava tão atarefado de coisas que às vezes até esquecia de se alimentar direito. 

Por um tempinho eu fiz o papel da minha mãe em casa em ter de fazer comida e tudo mais, eu odiava ter que lavar roupas na mão porque machucava, mas eu tinha que fazer. O balde de roupas sujas normalmente ficava no banheiro do quarto dos meus pais, eu ia buscar sempre na sexta feira pra lavar. 

Até essa época eu nunca tinha tido  um contato direto com as roupas íntimas do meu padrasto, minha mãe sempre lavava elas primeiros e eu só as encontrava penduradas no varal e ainda assim de um jeito bem discreto. 

Passei a ter que lavar as cuecas do meu padrasto também ou ele ficaria sem, sempre juntava todas e jogava direto na água, mas teve um dia que resolvi separar por cores e as peguei individualmente.  

O leitinho do meu padrasto parecia ter um gosto maravilhoso.

Assim que toquei em uma das cuecas do meu padrasto eu senti um melado na minha mão, aquela gosminha parecia ser recente, ele tinha acabado de sair do banheiro e deixou essa última por cima. 

Meu padrasto com certeza não esperava que isso fosse acontecer, eu vi que ele ficou assustado quando me viu segurando sua cueca suja, ele ficou tentando se justificar dizendo que tava daquele jeito porque tinha deixado cair sabonete liquido. 

Eu fingi ter acreditado na sua história, mas passei a conferir todas as peças que eu lavava dele, sempre encontrava um restinho de porra. Aquela semana tava sendo tão estressante pro meu papaizinho que ele precisava relaxar de alguma forma. 

Tentei parar de pensar nisso, mas sempre antes de ir dormir eu sentia uma vontade enorme de tocar siririca e o que vinha na minha mente pra me deixar excitada era imaginar o leitinho do meu padrasto sendo despejado em mim. 

Depois de gozar eu me sentia um lixo por ter pensado algo desse tipo, me sentia nojenta por tamanha falta de respeito com meu querido paizinho. Eu costumava deixar a porta aberta pra se caso precisassem de mim, mas pelo meu mau costume de me masturbar antes de dormir é claro que isso não daria certo. 

Um dia ainda antes da cirurgia de minha mãe o meu padrasto me flagrou com a mão dentro da minha calcinha, ele fingiu não ter visto nada e mudou de assunto rapidinho. No dia seguinte eu encontrei o balde de roupas sujas com algumas peças meladas de porra, eu peguei pra lavar e dei um cheirada no seu leitinho, fiquei molhada na hora e corri pro banheiro pra me masturbar. 

Quando minha mãe voltou da cirurgia ela precisou usar uma coisa no rosto que tapava completamente seus olhos,  por uns dias a minha mãe estava completamente cega; ela estava impossibilitada de saciar o seu marido e por isso eu assumi também esse papel. 

Eu estava sentada no braço do sofá quando senti seus dedos tocando minha buceta pela primeira vez, minha mãe estava ao meu lado ouvindo o som da sua novela preferida. Quando ele me tocou eu fingi inocência me afastando e fechando minhas pernas logo em seguida. 

Perguntei quase sussurrando o que ele estava fazendo, mas não tive resposta, então ele pegou minha mão e colocou em cima do seu pau pra me fazer sentir o quão duro ele estava. Apertei sua pica por cima da bermuda de um jeito meio tímido, não saía nenhum som da sua boca, mas eu conseguia ler seus lábios pedindo pra eu apertar mais forte. 

Eu costumava ouvir os dois trepando todos dias, minha mãe gemia gostoso na piroca do meu padrasto, às vezes até parecia que estava machucando ela. Eu sabia que ele não aguentaria tanto tempo sem trepar e que rapidinho comeria uma pepeca diferente, mas jamais imaginei que a pepeca seria a minha. 

Ainda sentada no braço do sofá eu vi meu padrasto se ajeitando pra ficar de cara com a minha buceta, ele suspendeu só um pouquinho do meu vestido e afastou com força a minha calcinha pro lado, parecia até que queria rasgar. 

Sua língua passeando pelo meu grelinho quase me fez gemer alto, eu tava me segurando pra não gritar naquele momento, minha respiração ficou tão ofegante que eu precisei aumentar o volume da TV para disfarçar. 

Minha mãe não percebeu nada, ela tava tão entretida ouvindo a novelinha dela que nem imaginava que sua filha estava de pernas abertas pro maridinho dela. 

Cada vez que ele me chupava eu via sua piroca subir mais um pouco, chegou ao ponto de eu ver a cabecinha saindo pra fora da bermuda, fiquei tentando alcançar com o pé até que ele percebeu que eu precisava de uma mamadeirazinha. 

Aproveita que a mamadeira tá cheia.

Meu padrasto ficou em pé na minha frente com a sua pica balançando bem pertinho do meu rosto, ele forçou a entrada na minha boca quase me fazendo ficar sem ar. 

Minha mãe chegou a perguntar se eu estava bem e porque eu tava engasgando tanto, eu dizia que era por causa da água e voltava a mamar o cacete dele. 

Enquanto chupava olhei pra cima e vi que meu padrasto dizia alguma coisa, ele falava baixinho que queria comer minha buceta e mordia os lábios logo em seguida. Me consertei no sofá pra ficar mais confortável e abri bem as minhas pernas, mas ele não queria daquele jeito, meio bruto ele me forçou a ficar de 4 e abrir bem a minha bunda. 

A pica do meu padrasto foi entrando na minha pepeca devagarinho, senti cada pedacinho dele dentro de mim. Ele estava quase todo atolado na minha xana quando senti algo invadindo no meu cuzinho ao mesmo tempo que na pepeca. 

Tranquei meu cuzinho com medo de doer, mas recebi um tapão na bunda, logo em seguida o segundo dedo me penetrou e começou a entrar e sair na mesma intensidade de sua pica. 

Faltou almofadas perto de mim pra eu morder com tudo aquilo me invadindo, as bolas dele batiam na minha bunda e eu morria de medo de minha mãe desconfiar. Aquela altura meu padrasto já não tinha medo de nada, eu sentia sua pica latejando de tanta porra e ele doido pra esporrar dentro de mim. 

O tesão era tanto que meu padrasto me olhava como um animal no cio, ele estava bruto e fazia questão de me penetrar em todos os buracos. Quando estava prestes a gozar ele me colocou de frente e posicionou sua jeba dentro da minha boca, ele me mandou abrir bem e tocar uma pra ele ao mesmo tempo. 

Ele pedia pra eu bater cada vez mais rápido até que sua piroca começou a latejar na minha língua, meu padrasto fechou os olhos e eu recebi seu jato forte e quente escorrendo na minha boca. 

Continuei chupando seu pau até amolecer, ele era sacudo e mal coube tudo dentro da minha boquinha. Depois de me comer meu padrasto me fez levantar do sofá e limpar toda aquela sujeira no chão da sala, enquanto isso ele cochilava bem tranquilo com sua mamadeira vazia.

By - Sheillaxv


Comentários