Deixei o matuto enfiar sua pica na minha pepeca

Fiquei sozinha em casa com o safado.

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Hoje eu descobri que o cunhado do meu padrasto sente tesão por mim. Eu o flagrei me vigiando pelo buraco da fechadura da porta. Dava pra ouvir a respiração ofegante dele, acho que na sua cabeça ele devia estar certo que eu não sabia da sua presença, mas eu conseguia vê-lo. 

Minha buceta começou a dar sinal de vida quando me dei conta que estava apenas nós dois dentro de casa, sempre me trataram como uma menina inocente apesar das minhas puladas de cerca escondida por aí. Saí do quarto e encontrei ele disfarçando bem pertinho da porta. 

Ele tentava esconder que sua mão estava dentro da bermuda segurando seu pau, mas era quase impossível esconder aquele volume. Fui direto pra sala e o chamei pra assistirmos a novela juntos, era o programa favorito dele e o safado logo chegou e sentou no outro sofá. 

Fiquei quase deitada, pelo canto dos olhos eu percebia que não parava de mexer na piroca. Aquele homem tava transbordando de tesão, casado e com dois filhos...homem de igreja e de família, meu padrasto vivia exaltando o quão santo ele era. 

Eu tava imaginando o que faria se ele desse em cima de mim de verdade, tava bem aérea quando percebi ele me chamando e apontando que o sofá em que eu estava deitava tava todo molhado. Para não me deixar com frio ele perguntou se eu queria dividir o espaço no outro sofá com ele, o safado olhou bem na minha cara e disse que eu poderia até deitar se eu quisesse. 

Fui igual uma putinha e sentei, ele dizia pra eu deitar e pra ficar confortável e eu respondia que tava bem daquele jeito. Aos 19 aninhos minhas tetas já estavam saltitando pra dar ``oi`` as pessoas e naquele dia eu vestia uma blusa soltinha sem sutiã. 

Quando recusei deitar no sofá; ele começou a me fazer cosquinhas e isso acabou fazendo meus peitos saltitarem na medida que eu pulava no sofá. Não demorou muito pro biquinho dar um ar das graças e a marcar a blusa que eu estava vestindo, aquele safado fazia de tudo pra deixar sua cara nas minhas tetas. 

No interior, o pessoal sempre tem mania de achar que as mulheres são bobinhas até que se casem e era assim com a família do meu padrasto, todos me tinham como uma criança, apesar da minha idade. Ele só me tocava daquele jeito porque imaginava que eu não tinha noção do que ele estava fazendo. 

Mas eu sabia e até curtia, deixei que ele continuasse acreditar naquela fantasia e fui induzindo ele a tocar em outras partes do meu corpo. Sem querer ele acabou tocando na minha pepeca de leve, fechei as pernas bem rápido só pra disfarçar e vi sua feição mudar completamente. 

Ele me olhava como se quisesse me devorar, cruzei minhas pernas e disse que iria ao banheiro porque tinha ficado com vontade de fazer xixi, quando me levantei ele me acompanhou com os olhos e só parou de me observar quando fechei a porta. 

Já sou grandinha, mas ainda me faço de inocente pra sentar na pica de homem casado.

Demorei um pouquinho ali dentro pra ver se ele se acalmava, mas visivelmente o cunhado do meu padrasto estava com o pau bem duro e doidinho pra me comer. Esse pessoal de interior não usa cueca dentro de casa e a pica dele estava quase saindo da cueca pra me dar ``oi`` pessoalmente. 

Quando voltei tinha uma almofada em seu colo, o safado veio com uma desculpa de que a gente tinha quebrado a mola do sofá e que eu tinha que sentar ali onde ele estava, eu disse que ficaria em pé pra não o incomodar, mas ele me puxou pelo braço e me fez sentar em seu colinho

Quando sentei de vez eu senti sua piroca encaixando certinho no meu rego, dando tapinhas na minha perna ele me perguntou se eu tinha me secado depois de ter feito xixi.... dei risada e respondi rápido que não era mais criança de sair com a pepeca pingando. Ele apenas deu risada e colocou sua mão entre minhas pernas pra conferir, pelo susto e reflexo eu acabei fechando de vez e prendi sua mão bem encaixada na minha buceta. 

Ele olhava pra mim e dizia que o tio só queria conferir se eu estava sequinha mesmo, olhava pra porta o tempo inteiro pra se certificar que ninguém iria nos pegar naquela situação. Aos poucos eu fui cedendo seus toques, fui folgando minha perna e passei a sentir seu dedo percorrendo minha pepeca por cima do short. 

Aquilo era gostoso, porém muito arriscado, perguntei se ele já tinha conferido se estava seco e ele me avisou que eu teria que tirar meu short pra ver direito. Eu sabia que aquilo era só uma desculpa pra ver minha xoxota, mas nunca tinha sido penetrada por um homem como ele, aquele pervertido parecia um matuto do mato, mal sabia ler ou escrever seu próprio nome, mas dedava uma pepeca como ninguém. 

Ele cresceu num tempo diferente, num tempo onde as mulheres chegavam na minha idade sem saber muita coisa, ele ainda pensava que as coisas eram assim e por isso eu tava ali naquela posição de submissa inocente. 

Comecei a lembrar das vezes que eu o peguei saindo com alguma menina novinha da garagem da casa dele como se nada tivesse acontecido, ele sempre saía dali ajeitando a bermuda surrada que ele sempre usava. Na época eu não sabia o que tinha acontecido, mas me caiu a ficha quando percebi o tarado que ele era. 

Da garagem dele sempre saía uma menina molhada de suor e com o short todo embolado enfiado no cuzinho.

Quase ninguém entrava naquela garagem além dele, era escura e na maioria das vezes tava cheio de ferramenta, o único lugar que ficava vazio era bem nos fundos onde sempre tinha um lençol e de vez em quando eu encontrava uma calcinha que com certeza não eram da irmã do meu padrasto. 

Meus pensamentos estavam bem longe dali naquele momento, mas aterrissei de volta pro meu corpo quando senti que ele estava tirando meu short. Fiquei apenas de blusa na sua frente, minha pepeca estava bem molhada e ele voltou a me dedar enquanto mamava nas minhas tetas. Tava tão gostoso que minha buceta piscava o tempo inteiro. 

Sua pica já estava bem babada dentro da bermuda, quando ele não aguentou mais só se aproximou e colocou pra fora apenas o suficiente pra meter em mim. Me senti uma vagabunda completamente nua e de pernas abertas pra um homem que mal se despiu. 

Fechei os olhos enquanto ele bombava dentro de mim, aquele vai e vem dentro da minha pepeca me deixou com o corpo mole. Coloquei meu dedo em cima do meu grelinho pra me tocar enquanto ele metia, mas ficava escorregando de tão molhada que eu tava. 

Cada barulho do lado de fora da casa nos assustava, mas ainda assim ele não parava, ele foi aumentando o ritmo até que seu pau começou a engrossar na minha buceta, quando seu primeiro jato de porra veio ele deu uma estocada forte e me abraçou. 

Minha pepeca engoliu cada gota do seu leitinho, ele saiu de mim e foi até o banheiro, na volta trouxe um papel higiênico pra que eu me limpasse, ele ficou parado vendo como eu limpava a porra dele dentro de mim, só saiu dali quando terminei...depois ele deitou no outro sofá que segundo ele estava molhado e pegou no sono. 

By - Sheillaxv

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