Puxa a calcinha pro lado pra brincar com a pepeca

Brincando de pique esconde com a buceta.

buceta greluda teen

Minha buceta inchadinha nunca passou despercebido por aí, dentro de casa eu andava só de calcinha o tempo inteiro até ficar velha. Minha mãe nunca brigou comigo por isso, na verdade ela nem tinha tanto tempo assim em casa pra perceber os olhares famintos que os homens da casa jogavam em mim. 

Descobri que era gostoso tocar no meu grelinho quando eu era ainda muito nova e desde então não parei, sabia que era errado, mas era tão gostoso que me viciei. Eu costumava usar saias só pra que fosse mais fácil me tocar a qualquer hora, mas eu não gostava só de fazer isso, meu outro hobbie era brincar na rua com meus primos e amiguinhos. 

Minha mãe me fazia vestir um short sempre que eu ia brincar, ela dizia que era não era coisa de mocinha sair desprotegida, mas sempre que ela não estava em casa eu ia de saia mesmo só pra me tocar enquanto estava escondida

Seu Túlio era pai de um dos meninos, ele tinha o costume de fiscalizar a brincadeira porque era pai de uma das meninas e ficava todo preocupado, naquele dia ele me ajudou a ganhar todas as rodadas dispersando o pessoal que tentava me encontrar atrás do muro de sua casa. 

Quando seu Túlio entrou e fechou o portão eu pensei que a brincadeira havia terminado e me ajeitei tirando a poeira da minha roupa pra sair dali, mas ele chegou pra mim e avisou que ainda não  tinha terminado e que se eu saísse naquele momento eu iria ser pega. 

Ele cuidou de mim e da minha pepeca greluda.

Seu Túlio entrou e na volta trouxe água pra nós dois, estávamos só nós dois ali dentro, não me atrevi a perguntar porque, mas sua mulher também estava fora, ele me convidou pra entrar pra que eu não ficasse no sereno sem necessidade. 

Eu avisei que estava brincando e ele insistiu dizendo que era só pra descansar um pouquinho, bem submissa eu aceitei o convite e fui pro sofá do seu Túlio. Desajeitada e com a roupa toda embolada na cintura eu fiquei sentadinha no sofá, ele olhava pra mim rindo e falava que eu estava bem sujinha, perguntava o tempo inteiro se minha mãe não ficava brava comigo de voltar pra casa daquele jeito. 

Fui tentar limpar um pouco da sujeira que estava em mim, mas comecei pelo pé e acabei abrindo demais as pernas, minha saia não conseguiu cobrir tudo e eu acabei em pouco tempo pagando calcinha pro seu Túlio que não se opôs em olhar com firmeza pra minha pepeca. 

Meu grelinho bem inchado estufava minha calcinha rosinha pra frente. Quando seu Túlio resolveu se oferecer pra me ajudar ele ficou na minha frente passando a mão nas minhas coxas. Não sabia porque ele tinha se apegado aquela parte, mas ali ele estava... era ajuda e eu claro que deixei. 

Não demorou muito pra que seu Túlio sentisse confiança pra tocar no meu grelinho pela primeira vez, ele todo receoso pediu desculpas avisando que tinha sido sem querer. Eu não vi problema naquilo e o avisei que não tinha com o que se preocupar, meio confuso ele perguntou se alguém já tinha me tocado daquele jeito então eu contei a história do primo da minha mãe que gostava de roçar a coisa dele no meu grelinho. 

Seu Túlio olhava pra mim com cara de espanto e com uma satisfação surreal, ele perguntava como tinha sido e como eu não sabia responder eu mostrava usando meus dedos. Era cada vez mais insuficiente o que eu fazia, ele fingia não entender só pra continuar com aquilo, até que um momento seu Túlio pediu pra ocupar o lugar dos meus dedinhos e eu deixei. 

Minha buceta molhadinha na boca do tio.

Com as pernas bem arreganhadas eu afastei minha calcinha pro lado pra facilitar e esperei até que o tio me tocasse, esperei e esperei mas seus dedos não vieram, senti algo molhado passando bem rápido no meu grelinho. 

Aquilo era macio e bem mais gostoso que os dedos, mantive meus olhos fechados por um tempo apesar da curiosidade de saber o que era aquilo passando em mim, até que não aguentei e inclinei minha cabeça pra baixo pra verificar. 

Encontrei seu Túlio com a cara entre minhas pernas me chupando, sua pica fazia um volume dentro da sua bermuda igual a do primo de mamãe, eu sabia que logo logo  teria a roçadinha na pepeca. Por um longo tempo ele ficou ali, senti meu corpo estremecer duas vezes com a sua chupada, logo em seguida fiquei mole e fechei os olhos. 

Acho que seu Túlio imaginou que eu tinha dormido e se ajeitou na entrada da minha buceta com aquela pica dura, ele não roçou e nem ficou pincelando no meu grelinho, seu Túlio meteu de vez dentro da minha buceta me fazendo espernear de dor. 

A primeira estocada doeu como nunca, mas ele não saiu de dentro, só colocou uma mão tapando minha boca e continuou com o vai e vem, ele ficava falando o quanto era apertadinha e me mostrava o meu grelinho indo e voltando enquanto ele metia em mim. 

Minha buceta apertadinha engolia seu pau, escutei umas duas vezes a filha dele querendo entrar pra beber água, mas ele não abriu, fingiu que tinha saído e a menina voltou pra brincar, foi nesse momento que seu Túlio terminou de tirar minha roupa e me deixou completamente nua no seu sofá. 

Ele forçava beijos na boca e tentava me ensinar a beijar de língua, eu não queria aquilo, mas tive que beijá-lo porque sua pica já estava dentro de mim. Quando seu Túlio chegou pertinho do meu ouvido e avisou que iria gozar eu instintivamente pedi pra ver seu leitinho. 

Eu costumava deixar o primo de mamãe esporrar nos meus peitos e por isso eu pedi pra ver, apesar da surpresa seu Túlio se ajeitou e ejaculou tudo em cima da minha barriga. Fiquei ali tocando na sua gala enquanto ele se jogava no outro sofá com a pica ainda pra fora amolecendo, fui devagarinho até o banheiro me limpar quando tive que sair de sua casa pelos fundos escarrerada porque a filha dele tava pulando o muro.

By - Sheillaxv

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