Brincando de repórter com o primo

A repórter do priminho safado.

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Eu costumava ficar sozinha em casa com meu primo Danilo quando minha mãe estava trabalhando. Não tinha muita coisa pra fazer, eu só tinha que ficar quieta e não atrapalhar meu primo jogando, passava a maior parte do dia no sofá de casa assistindo filme, mas às 16 horas eu tinha que desligar tudo pra brincar com o priminho. 

Não me recordo ao certo quando tudo aquilo começou, minhas lembranças se restringiram as sensações que meu primo causava em mim. 

Sentia frio na barriga e uma coceirinha na pepeca que nunca passava, a gente só parava quando ouvíamos um barulho de portão sendo aberto, mas na maioria das vezes dava tempo do meu primo esporrar aquela coisa branca que saía da sua pica. 

As vezes o Danilo me fazia receber seu leitinho na boca, eu não curtia muito daquele gosto salgado, mas sempre engolia pra fazer o gosto dele, ele ficava me ameaçando dizendo que não brincaria mais comigo se eu deixasse escorrer a porra dele pelo canto da boca, então eu fazia de tudo pra engolir cada gotinha. 

Era tudo sempre na base da brincadeira, às 16 horas o Danilo chegava na sala aonde eu estava assistindo TV. Ele ficava parado no braço do sofá puxando conversa e logo em seguida perguntava se eu queria brincar daquela coisa. Quando eu negava; ele ficava insistindo e pedia pra brincar só um pouquinho. 

A brincadeira era de repórter, mas não tinha nome, meu primo inventou esse apelidinho quando uma vez eu olhei pro seu pau e falei que parecia um microfone quando estava em pé... essa foi a primeira vez que eu o flagrei de pau duro, sem perder tempo ele colocou pra fora e pediu pra eu dar uma entrevista, foi assim que começou nossa putaria. 

Fazendo a piroca dele de microfone.

Eu segurava no seu pau e começava a falar como tinha sido meu dia, eu fingia dar entrevistas chegando minha boca bem  pertinho da cabeça da sua piroca. 

Não demorou muito pro Danilo perceber que eu seria uma presa fácil, pouco tempo depois de me iniciar na punheta ele começou a mudar as regras e além de pedir pra eu entrevistar ele me fazia movimentar minha mão pra frente e pra traz segurando seu pau. 

A primeira vez que ele gozou veio tudo direto na minha cara, eu fiquei brava e saí correndo, mas com o tempo eu passei a abrir a boca toda vez que meu priminho estava prestes a gozar. 

Meu primo sempre me colocava pra ser a apresentadora e ele o instrumento, começamos com o microfone e sem que eu percebesse já estava sentando no colinho de pernas abertas e completamente nua da cintura pra baixo. 

Depois de um tempo dessa putaria ele nem precisava mais me enrolar, o código era pedir pra brincar de repórter, mas depois que colocava a pica pra fora eu só fazia colocar aquela jeba gostosa na boca pra mamar até receber seu leite na cara. 

Eu ficava com medo de alguém nos flagrar fazendo aquilo porque eu sabia que era errado, Danilo me mostrava uns vídeos pornôs de mulheres chupando pica e ele me pedia pra fazer igual, eu imitava aquelas vadias até quase engasgar com seu pau. 

Meu priminho tinha um jeito de me convencer a fazer as coisas, ele mudava o nome das nossas brincadeiras só pra passar a mão em mim, com o tempo ele passou a ser o meu banco também. 

Ele ficava sentado com a pica de fora e me fazia sentar no seu colo de pernas abertas e sem calcinha. Eu continuava usando blusa porque ele gostava de segurar meus peitos pelas brechinhas da minha roupa enquanto roçava na minha pepeca. 

Continuava dando minhas entrevistas aleatórias pro nada e de vez em quando eu olhava pra baixo e via sua rola saindo entre minhas pernas. Sua pica roçava no meu grelinho e me deixava toda molhada, as vezes eu ficava sem voz e não entendia porque, logo vinha a vontade absurda de fazer xixi só que o xixi nunca saía. 

O banco que eu sentava tinha uma pica dura babando de tesão.

Desse jeito eu fui penetrada pela primeira vez, a pica do meu primo babava muito em baixo de mim e minha pepeca estava toda molhada de tanto que ele tinha tocado no meu grelinho, meu priminho roçou tanto na entradinha da minha buceta que entrou de vez. 

Seu pau já estava lá dentro de mim, mas parecia que não tinha sido sem querer, hoje eu tenho certeza que ele só meteu pra ver minha reação, mas como eu não fiz nada a sua piroca se manteve dentro de mim. Aos poucos senti sua jeba entrando e saindo da minha buceta, suas bolas roçavam direto na minha bunda. 

Ele segurava em minha cintura e me colocava pra rebolar gostoso no seu pau duro, eu me cansava rapidinho de rebolar em seu colo e então ele assumia o controle. 

Danilo beijava minha boca enquanto eu cavalgava em cima dele, quando estava sentindo que ia gozar eu tinha que sair do seu colo e esperar um pouquinho em pé, ele dizia que fazia isso porque queria que nossa entrevista durasse mais um pouquinho. 

Ficávamos sempre na direção da porta pra se caso alguém estivesse prestes a chegar a gente conseguiria ouvir o barulho e daria tempo de vestir a roupa. O microfone e o banco rapidinho deixaram de ser as únicas coisas que a gente usava pra fantasiar nossa brincadeira, meu priminho começou a pedir pra gente gravar de verdade o que a gente fazia. 

No começo eu não queria fazer aquilo e até implorava pra ele esquecer das gravações, mas a chantagem vinha logo em seguida com ele me pedindo uma prova de que ainda gostava dele e de brincar com ele. 

Danilo me filmava em seu colo, me filmava chupando sua pica e recebendo sua porra gostosa na boca, no final ele sempre perguntava se eu tinha gostado e se queria mais, ele só fazia aquilo pra mostrar aos amigos, achei ruim no começo porque eles mexiam comigo na rua quando o Dani não estava ao meu lado. 

Com o tempo meu primo passou a levá-los na minha casa pra brincar comigo também, Danilo sempre iniciava as carícias em mim e só depois de me comer que ele liberava o caminho pro amiguinho do dia. 

Descobri tempos depois que ele recebia uns trocados pra me fazer de putinha pros meninos, não reclamei quando descobri tudo afinal eu tinha me divertido igual.

By - Sheillaxv

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