Brincando sem calcinha

Eu gostava de brincar na rua com a pepeca livre de calcinha.

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Morava com a minha avó nessa época, vivíamos no interior, eu era bem novinha...me recordo de minha avó ainda me levando para a escola nessa época. 

A casa sempre tinha muita gente, eu gostava de morar lá porque ficava solta o dia inteiro, minha única obrigação do dia era com a escola. 

Minhas tias viviam reclamando com minha vó que eu era muito a toa e que isso um dia traria problemas, eu não entendia o que significava aquilo, eu não costumava a fazer nada demais além de brincar com os meninos da rua, porém com o passar do tempo comecei a entender o motivo da preocupação das minhas tias. 

Minha vó vivia sempre muito atarefada e por isso não percebeu quando comecei a parar de usar calcinha quando saía pra brincar na rua, no começo eu fazia isso porque as calcinhas já estavam me apertando, mas depois de um tempo meus amiguinhos perceberam minha pepeca sem nenhuma proteção e foi a partir daí que meu motivo pra sair sem calcinha mudou. 

O primeiro menino que viu minha bucetinha de fora foi o Josué, minha vó era mãe de criação dele, ele cresceu comigo mas quando foi ficando mais homenzinho o pai dele resolveu que iria criá-lo para deixar ele mais macho. 

Depois que ele se mudou a gente meio que não se falava tanto como antes, a gente só brincava junto quando não tinha nenhuma outra coisa melhor pra fazer e foi em uma dessas vezes que o Josué ficou com a cara bem no meio das minhas pernas. 

Minha primeira trepada no mato.

Nos fundos da casa da minha vó tinha um pé de manga que a criançada vivia subindo, era uma gritaria danada e por isso resolveram colocar um monte de ferro velho ao redor pra que ninguém tivesse acesso. 

Como eu era da casa eu já sabia por onde entrar e sair sem que fizesse barulho, chamei meu amigo Josué pra gente subir no pé e arrancar umas mangas, estávamos completamente escondidos dos olhares dos mais velhos. 

Josué subiu primeiro, quando ele já estava bem no alto eu percebi que ele não usava cueca, vi sua pica balançando pelas brechas do seu short, aquilo me chamou tanto a atenção que eu fazia de tudo só pra ficar de frente daquela piroca, não sei se ele percebeu minhas olhadas, mas até então não me dizia nada. 

Eu só usava saia nessa época porque minha vó era da igreja, então eu tinha que me sentar direitinho como uma mocinha pra que ninguém pudesse ver minha calcinha, mas o detalhe é que eu já não usava calcinha. 

A todo instante em cima daquele pé de manga eu ficava cruzando as pernas ou colocando minha saia atolada entre elas, aquilo já estava bastante desconfortável e eu chamei meu amiguinho pra descer. 

Josué pulou de vez dali e logo em seguida eu fui junto, no salto eu larguei de mão minha saia e ela subiu de vez, minha pepeca ficou toda exposta pra ele que rapidinho veio me perguntar onde tava minha calcinha. Inventei uma desculpa dizendo que estavam todas sujas e que minha vó estaria lavando, mas era mentira. 

Devagarinho ele veio se aproximando de mim e pediu pra ver direito como era. Eu não queria deixar ele ver minha buceta, mas ele me prometeu que se eu deixasse ele ver minha xoxota ele mostraria a pica dele, mas ainda assim eu estava relutante, apesar de eu o considerar como irmão ele era bem mais velho do que eu e já fazia coisas que minha vó vivia dizendo pra eu não deixar que fizessem comigo. 

Deixei ele ver minha pepeca e em troca eu poderia ver sua pica.

Ele não desistia de me oferecer coisas, sua última tentativa foi me prometer que sairia um chocolate branco da sua pica se eu mostrasse minha bucetinha, ele até me prometeu que me deixaria lamber o leitinho. 

Eu era bem inocente e pedi uns minutos pra pensar, então eu virei de lado e sentei num banquinho de madeira...não passou muito tempo e eu olhei pra ele; meu olhar foi descendo até dar de cara com um volume imenso que sua piroca fazia no seu short, parecia mais uma barraca armada. 

Fiquei olhando aquela coisa enquanto Josué fazia questão de se tocar, ele apertava a cabeça da sua piroca e manchava seu short com uma babinha que saía da sua pica. Ele veio até mim e ficou de joelhos na minha frente. 

Ganhei um abraço do meu amiguinho e um beijo na barriga, ele só estava me enrolando pra comer minha buceta, mas na época eu não sabia disso e me divertia com a cosquinha que seus beijos causavam na minha barriga. 

Não demorou muito pra ele começar a descer seus lábios, ele chegou até minha virilha e começou a chupar, ele sugava e passava sua língua até deixar marquinha de chupão, aquilo era tão gostoso, era uma sensação maravilhosa. 

Depois de um tempinho fazendo aquilo ele parou e olhou pra mim perguntando se poderia chupar meu grelinho do mesmo jeito que chupou meu capôzinho, não sei o que me deu na hora pra concordar com aquilo, mas eu fiz...balancei a cabeça e abri minhas pernas o máximo que eu pude. 

Josué ficou no meio das minhas pernas, e enquanto minha mão fazia carinho na cabeça dele; a sua língua passeava pela minha pepeca deixando meu grelinho bem duro. Um tempinho depois eu senti vontade de fazer xixi e pedi que ele parasse, mas ele não parou. 

Quase implorei chorando que tava apertada pra mijar, mas ele não ligou, então fiquei com raiva e avisei que faria xixi na sua boca e relaxei enquanto ele ainda me chupava, senti minha pepeca se dilatando na boca dele, pensei que levaria um murro por ter feito aquilo mas não tinha nenhum molhado nele. 

Descobri pouco tempo depois que aquele era meu primeiro orgasmo, quando Josué soltou sua boca da minha buceta eu já estava bem molinha sentada na cadeira, ele levantou e eu vi sua pica balançando fora do short, fiquei quietinha de perna aberta esperando o que ele iria fazer, então ele veio chegando pertinho e mirando aquela jeba no meio das minhas pernas. 

Devagarinho foi metendo em mim, minha buceta estava bem molhada e eu quase não senti dor quando sua pica estava me penetrando. Ardeu um pouco quando chegou no meio, mas então ele atolou tudo de vez e esperou até que eu ficasse mais tranquila, não demorou muito e ele começou a fazer um vai e vem dentro de mim. 

Ele estava de costas pra casa da minha vó e ficava pedindo o tempo todo pra vigiar se tinha alguém vindo, mas eu não conseguia ficar com os olhos abertos, minha buceta ficava apertando o pau dele dentro de mim, eu tava tão molhada que fazia barulho quando ele entrava e saía. 

Dava medo ser flagrada por alguém, mas aquilo era tão bom que fiquei quietinha levando pica na buceta. Quando estava prestes a esporrar seu leite dentro de mim ele começou a bombar mais rápido, até pensei que aquele banquinho velho quebraria com tanto pulo que eu dava em cima dele. 

Quando Josué avisou que meu chocolate tava ficando pronto eu fiquei doida pra sentir o gosto, perguntei se era docinho e ele respondeu pedindo pra eu abrir a boca pra sentir o gostinho da porra dele. 

Abri minha boca ao máximo que pudia e esperei sua gala, Josué ficou em pé na minha frente punhetando sua pica, ele colocou a cabeça do seu pau encaixado na minha boca e jorrou seu leite de vez dentro de mim. 

Seu jato veio rápido e com muito leite, mal deu tempo de avisar, fiquei com a boca lotada de porra com um gosto salgado, Josué ficou rindo na minha frente me mandando engolir tudinho. 

Ele ficava falando que se eu deixasse o leite dele escorrer no chão a minha vó iria ver e brigaria comigo, por causa disso eu engoli tudinho e ainda limpei a piroca dele. 

By - Sheillaxv

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