Tio metendo devagarinho

Sentando no colinho do tio pra aprender a fazer uma coisa gostosa.

comendo novinha

Ele me chamava pra sentar em seu colo atrás do balcão quando não tinha nenhum cliente no mercadinho. Eu escutava no pé do meu ouvido aquela voz grossa baixinha  quase sussurrando que seria rapidinho e que eu iria gostar, já tinha noção do que estava acontecendo e eu deixava. 

Lembro-me de ficar bem arrepiada quando isso acontecia...a mão dele sempre estava gelada e sempre bem cheias de calos. Ele apertava o biquinho do meu peito enquanto pedia pra que eu mexesse minha cintura como se estivesse rebolando, minha função era pular em seu colo e vigiar se alguém estava vindo. 

Quase nunca aparecia alguém e sempre finalizávamos quando ele apertava com força minha cintura contra seu colo e gemia alto no meu pescoço. Eu o via saindo com sua bermuda um pouco molhada na frente e um volume que eu não conseguia parar de olhar. 

Sempre que ele voltava era com uma roupa diferente. Eu ainda não sei porque ficava naquele lugar, tudo começou numa brincadeira quando o tio Beto montou aquele mercadinho; eu ficava falando que iria trabalhar ali pra receber salário e sempre depois da escola eu passava o dia inteiro lá. 

Minha mãe até gostava porque pelo menos eu tava fazendo alguma coisa, de vez em quando eu ajeitava algumas mercadorias leves, mas na maioria das vezes eu só ficava sentada no balcão assistindo novelinhas da band. Só pra constar, ele não era meu tio de verdade, era só um amigão dos meus pais e por isso eu o chamava de tio. 

Tio Beto já tinha bastante confiança em mim, já tava fazendo meus 14 anos e já sabia fechar e abrir o mercadinho, de vez em quando ele confiava em mim a tarefa de fazer isso... porém eu comecei a comer guloseimas escondido sem pagar, já estava bem mal acostumada a fazer isso quando o tio Beto me flagrou. 

Foi depois desse flagra que tudo começou; pra não explanar o que fiz a minha mãe eu tinha que fazer coisinhas com o tio Beto, ele pedia segredo e dizia que eu iria gostar, acontecia sempre no final do dia que era quando ele tinha certeza que mais ninguém apareceria ali. 

Minha função era vigiar e servir minha pepeca apertada pro tio.

O balcão era bem escondido propicio pra ele fazer o que quisesse comigo, então ele passou a me chamar pro seu colo; eu ficava uns minutos e sentia sua mão apertando minha cintura, depois ele foi ficando mais confiante e já pedia pra eu mexer minha bunda, na cabeça dele eu não sabia o que estava acontecendo. 

Nessa época eu já me fingia de menina inocente pra que outros homens tentassem passar a mão em mim, normalmente só quem se atrevia eram os meninos da minha idade que mal tinham experiência, mas ainda assim era o suficiente pra satisfazer o meu lado de putinha

Tio Beto tinha a mesma idade do meu pai se não fosse mais velho, ele tinha pelos na barriga e uma barba que me furava quando ele chegava pertinho do meu pescoço. Sentada em seu colo eu ficava pedindo pra ele parar, mas no fundo eu gostava daquilo, eu ia sempre de saia só pra sentir aquela coisa dura pulsando na minha buceta, as vezes a calcinha atrapalhava então eu ficava tirando o elástico das calcinhas só pra puxar ela de ladinho quando ele me colocasse em seu colo. 

Minha mãe vivia reclamando e jogando fora as calcinhas que segundo elas ficavam surradas muito rápido. Um dia eu saí de casa sem calcinha por baixo da saia e fui repreendida por minha mãe na porta de casa, ela dizia que aquilo não era coisa de mocinha e me fez voltar na mesma hora pra que eu me vestisse de maneira descente, logo em seguida fui pro meu trabalho de cavalgar no colinho do tio.

Eu sentia meu grelinho bem duro quando tio Beto ficava coçando minha pepeca enquanto eu rebolava em seu colo. Um dia ele me pegou no canto da parede e me fez abrir a boca, eu tinha acabado de pegar um chocolatinho pra comer e morri de vergonha quando ele fez aquilo, na maior frieza ele começou a dizer que eu teria que pagar, mas eu não tinha dinheiro e me sentei chorando atrás do balcão.

Não saía quase lágrima alguma dos meu olhos, eu só queria que aquele meu choro de crocodilo o impedisse de contar pra minha mãe o meu mal costume de roubar dele. O que eu não sabia era que o flagra tinha sido planejado há muito tempo, ele tava doido pra usar essa desculpa só pra me comer. 

Então quando ele teve a oportunidade de abusar de mim sem peso na consciência ele apenas fez, nesse dia até fechamos o mercadinho mais cedo, ele foi até os fundos e me chamou para acompanhá-lo, no fundo eu já sabia o que aconteceria e tava doida pra ver de perto o tamanho. 

A piroca quente e dura dele entrava em mim como se eu fosse sua vadia.

Tio Beto me colocou em cima de uma mesa de madeira, ele ficou sentado na minha frente e pediu pra eu abrir bem minhas pernas, minha calcinha folgada deixou minha pepeca bem evidente pra ele que não teve trabalho nenhum além de de afastar pro ladinho e enfiar sua língua bem no fundo da minha rachinha. 

Vi aquele membro ficando cada vez mais duro dentro de sua bermuda, a cabecinha babava quase saindo do esconderijo. Quando ele não aguentou mais ele só me virou de ladinho em cima da mesa e começou a meter na minha pepeca bem devagarinho. A babinha que saía da sua pica me deixou toda lubrificada antes dele meter tudo dentro de mim. 

Aquela respiração ofegante dele em cima de mim me deixava com uma vontade louca de coçar meu grelinho, quando comecei a me tocar ele percebeu e tirou meus dedos e passou ele mesmo a me dedar. Acho que essa era a minha punição por roubar dele escondido

Eu tinha que ser uma boa menina e pagar o que devia, fiquei de boca aberta de joelhos no chão esperando o último jato de punição que iria receber naquele dia. Quase não consegui engolir toda a sua gala, escorreu um pouco pelo canto da boca mas pelo menos já tinha pago pelo roubo.

By - Sheillaxv

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