Ele comeu minha pepeca na obra

A buceta mais rodada da rua.

chupando piroca

Eu me lembro bem das casas abandonadas da minha rua. Eu passava uma boa parte do meu tempo lá. Eu estudava em escola pública então nem sempre tinha aula, mas eu não gostava de voltar pra casa tão cedo porque normalmente pela manhã não tinha muita coisa pra se fazer além de servir como dona de casa pra minha mãe. 

E, apesar dos meus pais serem sempre muito severos; eu acabei indo pro lado da putaria bem cedo. Eu estava numa fase em que meu corpo estava mudando muito rápido, meus peitos estavam ficando pontudos por causa do biquinho do peito que crescia bem rápido e minha bunda começava a dar uma forma que chamava atenção na rua. 

Meu pai sempre baixou as regras: - não dê atenção pros moleques da rua, era o que ele sempre dizia. Mas eu era praticamente a única menina da rua que estudava no colégio do bairro então eu acabava ficando mais tempo com os meninos. Papai saía cedo pro trabalho, ele deixava dinheiro pro lanche e as vezes até uns biscoitos que eu usava pra convencer os meninos a me deixarem brincar com eles. 

Não demorou muito pra que os pentelhos percebessem meu corpo mudando, não lembro bem a época, mas quando comecei a ser vista com outros olhos por eles foi tão rápido que quando me dei conta que já estava dando pra quase todos os moleques já era tarde demais. Me peguei outro dia lembrando das cenas inusitadas que acontecia. 

Quando eu voltava do colégio mais cedo junto com os meninos a gente sempre parava uns minutinhos pra descansar, na verdade nem precisava, eles só faziam isso porque na metade do caminho tinha umas casas sendo construídas e ele usavam isso pra passar a mão em mim. 

Eu era doida pra que eles me aceitassem no grupo então cedia aos caprichos mesmo sabendo que aquilo era errado. Era uma penca de menino, normalmente ficava 3 andando na mesma velocidade que eu esperando os outros irem na frente pra que não atrapalhassem nosso esquema. 

Quando percebiam que estávamos escondidos o suficiente aí que começava as passadas de mão. Eu voltava pra casa com a pepeca vermelha de tanto que me dedavam, mordiam meu peito e sugava o biquinho; mesmo sem jeito eu gostava daquilo. 

Os safados gostavam de me deixar completamente nua quando faziam isso, apesar de ser um lugar quase deserto ainda assim passava gente lá que poderia nos flagrar, eu morria de medo disso acontecer e meu pai acabar descobrindo, certeza que ele iria me matar. Porém, mesmo com medo, eu ficava e deixava que eles me bolinassem até se saciar por completo. 

Recebi minhas primeiras gozadas nessa época, a primeira vez que senti o gostinho de porra direto da fonte foi do Marcelo, ele era o mais velho e sempre ficava por último dos meninos, os que já tinham me usado iam saindo e como sempre o Marcelo fazia questão de me ter só pra ele. 

Ele me usava só pra despejar sua porra em mim.

Sua pica já era bem grandinha e tinha um cabeção que ele me obrigava a chupar e me fazia roçar a bucetinha em cima. A gente ficava na beira da estrada atrás de uns matos, a única coisa que separava a gente das pessoas que passavam por ali era uns entulhos, o medo de ser pega deixava tudo mais gostoso. 

Meio sem jeito eu batia punheta pra ele e esfregava sua piroca na minha piriquita, Marcelo chegava a gozar as vezes bem em cima da minha rachinha, sua porra vinha num jato e acabava me melando toda, ele nunca me avisava quando ia gozar. 

Essa putaria durou por bastante tempo até que fui flagrada de 4 deixando o Marcelo roçar sua piroca em mim, ele não estava enfiando, só brincava na portinha tirando e colocando até esporrar na minha perna. 

Não reparei que tinha alguém vindo, quando me dei conta ele estava lá parado...Marcelo se aprontou de vez e vestiu a roupa saindo escarrerado dali, eu tava completamente nua e não consegui nem achar minha calcinha. 

Meu peito de fora e a pepeca encharcada de porra, não tinha nem como explicar a situação. O nome do cara que tava me pegando no flagra era Zinho, ele era meu vizinho, casado, tinha acabado de se mudar pra rua... ele era bem mais novo que os homens que moravam ali, era um casal jovem, acho que haviam acabado de se mudar. 

Lembro até hoje do corpo dele, era magrelo e meio malhado, dava pra ver os músculos saltando e as veias do seu braço tão grossas... ele trabalhava como ajudante de pedreiro, fazia a maior parte do serviço pesado de carregar coisas, eu conseguia ver os calos da sua mão de longe. 

Mas naquele momento eu não tava muito preocupada com aquilo, queria achar minha calcinha e sair dali. Quando finalmente descobri onde ela estava eu engatinhei pra pegar, ela estava próxima ao pé dele e quando estiquei minha mão para alcançá-la vi seu pé pisando na minha calcinha. 

Pedi pra que ele soltasse com uma voz de choro e vergonha, vi o sorriso em seu rosto. Zinho mal olhava pra mim, ele encarava com fervor a minha pepeca de fora, tentei esconder com a mão, mas ele foi se agachando e direcionando seus dedos no meu grelinho que ainda estava duro. 

Ele não disse uma palavra, apenas acariciava minha pepeca olhando pros lados pra se certificar que não havia mais ninguém. Eu sabia que aquilo não seria suficiente pra ele, vi o volume em sua calça crescendo e logo ele me pediu pra apertar sua pica por cima da calça. 

Fui levada por ele até uma casa em que ele estava trabalhando, não havia ninguém ali além dele, a casa era um pouco mais longe do lugar onde tinha sido o flagra, ele fez eu vestir minha calça sem colocar a calcinha. 

No caminho pra aquela casa em construção ele foi segurando minha calcinha e cheirando, era estranho ver um homem feito como ele com tesão assim numa menininha como eu, comecei a entender o motivo do meu pai não me deixar ficar com muito homem sozinha, mas já era tarde.

Assim que chegamos na casa; Zinho colocou aquela piroca veiuda pra fora, muito maior do que as que eu tava acostumada a pegar, logo de cara fui induzida a colocar na boca. Abri o máximo que conseguia e ainda assim não entrou tudo. 

Sua piroca mal cabia dentro da minha boca, quando ele terminou de me usar eu estava com a pepeca e com a boca arrombada.

Enquanto eu chupava aquele mastro a minha pepeca recebia umas dedadas, era gostoso...ele fazia de um jeito que estremecia meu corpo, fazia cócegas, não sei explicar o quão delicioso era. Ficamos daquele jeito por um tempo até que meu corpo deu um leve choque e eu parei por uns segundos, super cansada eu parei de chupar sua pica e só me encostei numa parede. 

Parecia que tinha acabado, apaguei por uns segundos de tão cansada que fiquei depois do orgasmo, acordei com o Zinho no meio das minhas pernas chupando minha pepeca. Ele chupou minha rachinha até sugar todo o mel que saía dela, logo em seguida ele se aprontou no meio e apontou sua piroca na entrada da minha buceta. 

Não esperei que ele fosse meter, sua pica babava e deixava  minha perna e barriga toda melada, ele usava isso  pra lubrificar mais ainda minha buceta, não que precisasse. Mas não demorou muito e ele encaixou sua jeba dentro de mim, a primeira estocada me fez ver estrelas, entrou rasgando como se eu estivesse tentando enfiar um pepino dentro de mim. 

Achei que fosse apagar ali outra vez, porém fechei os olhos e esperei que ele tirasse aquela arrogância de rola de dentro de mim. Atolado até o talo ele parou deitado no meu corpo e acariciou meu rosto, pedi pra que ele tirasse porque estava sentindo muita dor, mas ele só respondeu que já iria passar. 

Zinho ficava falando o quanto minha pepeca era apertadinha e como estava engolindo seu pau, ele pedia pra eu sentir minha xota latejando enquanto sugava seu pau, só consegui relaxar depois que ele começou a acariciar meu grelinho enquanto metia sua pica. 

Quando minha cara de dor foi aliviando ele passou a fazer um vai e vem dentro de mim, suas estocadas passaram a não doer tanto assim, fiquei mais confortável e fechei minhas pernas em seu corpo. Fiquei completamente nua outra vez, porém com uma bela de uma rola atolada dentro da pepeca, se meu pai visse aquilo eu com certeza estaria morta. 

Os lábios carnudos dele procuravam minha boca o tempo inteiro até que eu acabei cedendo e deixei que me beijasse, Zinho enfiava sua língua bem no fundo e sugava meus lábios com um tesão surreal. 

Meus peitos já estavam completamente doloridos de tanto que foram mordidos, não demorou muito pra ele gozar, logo ele avisou que sua porra estava vindo e se posicionou pra que eu recebesse seu leitinho direto na minha boca. 

Seu jato não veio tão forte quanto o do Marcelo, mas seu leite era grosso e saiu tanta gala da sua piroca que mal coube tudo em minha boca, uma parte caiu pra fora e eu levei uns tapinhas por isso. 

Passei a dar pro Zinho sempre que eu saía cedo da escola, as  vezes eu ia embora antes do intervalo só pra que ele pudesse chupar minha pepeca, ele sempre me levava pra uns lugares abandonados ou então pros fundos da obra que ele estava auxiliando, fui sua putinha de casa abandonada por bastante tempo. 

By - Sheillaxv

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