Siririca na quarentena na casa do patrão

Só consigo dormir depois de uma siririca gostosa, mas na casa do patrão; isso vira um desafio. 

patrao safado

Quando acontece alguma merda desse tipo você fica sem saber o que fazer. Do nada uma pandemia e uma quarentena. Ninguém de fato tá preparado pra ficar sem trabalhar por muito tempo. Muita gente foi demitida por causa do isolamento social e eu fui uma delas. 

Porém, tenho contas à pagar e um cursinho que estava quase chegando na reta final, eu não poderia ficar parada e ainda precisava ajudar em casa. Saí por aí catando emprego, mas as únicas pessoas que realmente queriam contratar por esses tempos eram em casas de família para trabalhar como babá. 

Pensei duas vezes antes de me candidatar em um, precisava mais do dinheiro do que qualquer outra coisa. Parecia ser uma família legal, e quando me chamaram senti um alívio absurdo. Primeira e segunda semana fui muito bem tratada, eu tinha que dormir lá porque a criança era pequena e a mulher do patrão tinha tido complicações no parto. 

Ela precisava de auxilio 24 horas, era pesado, mas pagavam bem então eu não me importava muito. Quando eu tinha que dormir na casa deles eu me sentia muito desconfortável, não tinha tranca na porta e eu só consigo dormir direito depois de uma boa siririca, eu morria de medo do meu patrão aparecer do nada no quarto e me flagrar de 4 acariciando minha bucetinha

Mas eu tinha que dormir e não podia me dar ao luxo de ter uma porta com trancas, paguei pra ver por várias noites seguidas torcendo pra todo mundo já estar no décimo sono. As vezes eu dormia e esquecia minha calcinha no lugar errado, quando eu acordava, estava toda arreganhada virada pra porta. Eu morria de medo de ser flagrada no meu momento íntimo com minha buceta, e isso não demorou muito tempo pra acontecer. 

Era um dia de segunda feira, meu patrão tava se preparando pra ir dormir, sua mulher já tinha capotado no sono, eu estava siriricando minha xota enquanto assistia um pornozinho leve deitada na cama. Senti uma presença me vigiando na porta, mas eu estava tão concentrada que deixei pra lá, só me virei depois de gozar e dei de cara com o patrãozinho com a pica pra fora se masturbando. Ele nem olhava pra mim, estava focado apenas na minha xota greluda descoberta. 

Ver meu patrão safado espiando minha siririca me deixava com mais tesão ainda.

Fechei minhas pernas rápido e instintivamente pedi desculpas, mas ainda assim meu patrão não parava de olhar pra mim, abaixei minha cabeça e vi que meu grelo ainda estava pra fora da calcinha e era isso que chamava tanto sua atenção. Quando insinuei que guardaria direito minha buceta ele se aproximou de mim segurando minha mão e colocando ela em cima da sua pica toda babada. 

Não estava tão escuro, eu conseguia ver o tamanho e a grossura daquela jeba, tinha um cabeção vermelho e tava extremamente duro. Eu dizia o tempo todo que ele tinha que voltar pra sua mulher ou ela iria acordar, mas ele não se importava muito, ele respondia que ela estava dormindo e  não acordaria tão cedo, parecia um adolescente ouriçado pra comer alguém. 

Confesso que fiquei doidinha pra sentar naquela piroca, mas aquilo era muito errado, as paredes finas com certeza faria sua mulher escutar. Ele insistia dizendo que não tinha problema porque ela não conseguia andar direito, e de fato, ela jamais procuraria saber de onde vinha aqueles gemidos, mas que coisa errada, não? Como alguém pode pensar em trair sua mulher naquele estado com uma greluda putinha como eu?... 

Isso não saía da minha cabeça, eu não conseguia pensar em nenhuma outra coisa, por uns minutos fiquei congelada naqueles pensamentos enquanto meu patrão beijava meu corpo. Ele começava pelo pescoço, descia pros peitos, mordiscava o biquinho... caí em mim quando ele tocou minha buceta e eu percebi que minhas tetas já estavam de fora.  

Minha mão em sua pica sentia ele latejando, já não tinha mais volta, cada vez que eu apertava a cabeça do seu pau ele ficava mais excitado e pronto pra me comer. Como uma vadia eu abri minhas pernas esperando que meu patrão caísse de boca no meu bucetão. Sem perder tempo sua boca sugou meu grelo que já estava molhadinho. 

Aquilo era maravilhoso e eu apertei sua cabeça entre minha coxa enquanto minha buceta recebia um trato gostoso. Do outro lado eu escutava sua mulher perguntando do seu marido, respondi que ele tinha saído pra comprar um material do trabalho que tinha esquecido. Com minha voz trêmula eu respondia suas perguntas tentando ser a mais convincente possível, o marido dela não estava nem aí com a preocupação de sua mulher. 

Então ela se calou... tentando ficar quietinha eu enfiei minha cara na almofada tentando fazer o mínimo de barulho possível. Acabei gozando pouco tempo depois, com a xota toda molhada de tesão eu senti meu melzinho escorrendo pelo meu cu enquanto meu patrão se preparava pra me fuder. 

Sem nem usar camisinha o safado meteu sua piroca dentro de mim, já estava lá dentro e apesar da preocupação não tinha muito que eu pudesse fazer. Quando ele começou a fazer um vai e vem dentro de mim a cama que estávamos começou a acompanhar o ritmo fazendo barulho de foda e pra que sua mulher não escutasse ele parou de me comer. 

O safado me colocou no chão pra sua mulher não ouvir ele comendo minha buceta molhada e apertadinha.

Sem tirar sua pica de dentro de mim; ele me levantou e me colocou deitada no chão do quarto com uma almofada na cabeça, daquele jeito parecíamos dois animais no cio. O próximo barulho era da minha xota engolindo sua pica grossa, mas esse não tinha como abafar, por dentro eu torcia pra que sua mulher não tivesse escutando nada. 

Cada bombada que meu patrão dava dentro de mim ele fazia questão de ir até o fundo, eu sentia suas bolas colando na minha bunda de tão forte que ele metia. Me senti uma mulher de presidiário nos dias de visita íntima, como uma cadela fui fodida até receber porra dentro de mim. Pensei que a foda tinha acabado ali, mas seu pau ainda não tinha amolecido dentro de mim, minha xota nadava em porra quando meu patrão safado me colocou de 4 arrebitando meu rabo pra cima. 

Minha buceta estava pingando porra naquela posição, ele usou seu leite pra lubrificar a porta do meu cu e começou a enfiar seus dedos pra me alargar. Eu tentava sair dali pra não ser penetrada pelo rabo, mas ele me segurava pela cintura, eu não podia falar nada ou a mulher dele iria escutar tudo. Olhei pra trás tentando acabar com tudo aquilo e vi o sinal dele pedindo silêncio pra mim. 

Com um tapa forte na minha bunda ele ajeitou sua piroca na entrada do meu cuzinho, foi só uma estocada forte que deu atrás de mim e sua rola entrou. Arregaçando minha pregas eu vi estrelas, tive que ficar quietinha aguentando aquela tora enorme no meu cu. A dor era intensa e minha perna começou a tremer, desabei no chão, mas ainda assim ele continuava metendo em mim. 

Sua porra ainda escorria da minha buceta quando ele gozou dentro de mim outra vez. Fiquei tão larga que consegui enfiar 3 dedos dentro do meu cu bem fácil. Me deitei na cama e acordei no outro dia indo direto pro chuveiro limpar aquela chuva de leitinho de macho que tinha me lambuzado inteira.

By - Sheillaxv

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