Sem calcinha no colo do titio

O irmão emprestado do meu pai gostava de me colocar sentada em seu colo sem usar calcinha.
trepando com tio contos eróticos

Na roça em que meu pai foi criado era muito comum encontrar famílias que tinham dentro de suas casas os filhos dos seus vizinhos sendo criados como filhos biológicos. O incomum, na verdade, era isso não acontecer. É inegável que é uma solidariedade incrível de se ver, a gratidão que esses filhos não biológicos tem para com a família que o acolheu é realmente absurda de tão grande. 

E, seguindo a regra, na casa dos meus avós tinha o tio Rui. Meus avós tinham 5 filhos contando com o meu pai, o sexto era o tio Rui. Ele era o mais novo, era aquele que tinha ficado na roça para ajudar meu avô com os trabalhos manuais. Ele não era o mais inteligente dos irmãos, nem o mais bonito, tampouco o mais sociável. 

Eu sempre o via observando os outros de longe, as vezes chegava a ser estranho o jeito que seus olhos fixavam numa pessoa. Passei minha infância ouvindo meu pai dizer que seu irmão Rui era um cara legal, porém não tinha muita sorte com mulheres. No entanto, de todos os filhos, o tio Rui era tido como o mais confiável segundo meu avô. 

Era ele quem cuidava das coisas quando meu vô não estava, e apesar de o considerarem lerdo, até que dava conta do recado. Meu pai era louquinho pelo seu irmão de criação, sempre que tinha oportunidade a gente ia pra casa dos meus avós só pra que meu pai pudesse matar a saudade dele. Era somente eu e meu pai em casa, ele cuidava de mim o tempo inteiro quando não estava no trabalho. 

Ele malmente tinha tempo pra sair e se divertir, então quando estávamos na casa do vovô ele realmente tirava todo o atraso. Pra que meu tio Rui tivesse mais independência o meu vô construiu nos fundos da sua roça uma casinha pro tio Rui morar, era pequena, porém confortável. 

Quando estávamos lá eu sempre acabava dormindo na casa do tio Rui porque meu pai saía pro forró. Eu devia ter uns 13 ou 14 anos de idade, confiava no meu tio tanto quanto meu pai. Eu tinha que dar uns 30 passos pra sair da casa do meu avô e chegar na casa do tio Rui, mas ainda assim eu preparava minha mochila com tudo que eu precisaria usar, eu pegava blusa e vestido de dormir, pegava minha escova de dente e antes de sair de casa eu tirava minha calcinha e deixava enrolada dentro de outra mala. 

A garota obediente do papai fazia tudo que o titio Rui pedia.

Eu não costumava usar quando ia pra casa do titio porque ele não gostava. Eu chegava na casa dele antes das 21 horas, na porta, antes de entrar no cafofo do titio o meu pai já baixava as regras de que eu deveria obedecer o tio Rui ou levaria uma surra quando ele chegasse. 

Como uma menina muito obediente eu entrava concordando com tudo e sentava no sofá pra assistir a novela. Antes de fechar a porta completamente o meu tio ficava vigiando pra ter certeza que meu pai já tinha ido embora, quando ele ouvia o som do carro do meu pai indo pra bem longe da casa ele sentava ao meu lado no sofá. 

Puxando conversa ele acariciava meu rosto perguntando como tinha sido meu dia e se eu tava gostando da casa do vovô, enquanto eu respondia ele me colocava de pé e me fazia sentar em seu colo. Aquele carinho entre sobrinha e tio não seria tão estranho se eu não estivesse sem calcinha. Tio Rui usava um short fino que provavelmente tinha sido comprado na feira por 10 reais... seu short era folgado, surrado e quando ele sentava dava pra ver a quantidade de rasgos na costura. 

Na casa dele ainda usava aquela luz amarela que mal clareava alguma coisa, as janelas ficavam todas fechadas depois que eu entrava; a porta também. Uma menina inocente de buceta apertadinha no colo, qual homem aguentaria? Eu ainda contava sobre meu dia quando meu tio começou a siriricar minha pepeca, de um jeito desengonçado ele tocava meu grelinho, seu dedo tremia tanto de nervoso e parecia que ele teria um treco. 

Seu dedo era bem calejado, unhas curtas e mão grossa...típica de um trabalhador do campo. O jeito que meu tio Rui ficava excitado comigo ali em cima de seu colo fazia parecer que ele esperava o ano inteiro pra comer uma pepeca e era justamente a minha. Aquele homem de jeito estranho passava sua língua nos dedos pra tocar em minha xota, ele deixava molhadinho antes de levantar minha saia até a altura da minha cintura e expor minha pepeca lisinha. 

Meu pelinhos ainda estavam nascendo aos poucos e era bem fininhos que mal dava pra perceber. Então ele me virava de frente, me deixava de pernas arreganhadas para ele que estava quase deitado no sofá. Ele apreciava minha pepeca vendo cada detalhe que tinha mudado ao longo do ano, ele puxava meu grelinho tentando sentir a pulsação no seu dedos, as vezes eu contraía minha pepeca só pra ver a cara safada dele. 

Aquela altura sua pica já estava apontando pra fora do short, eu via a cabeça da sua pica soltando baba por cima e molhando ele todo. Sem perder muito tempo o tio pedia pra que eu tocasse sua piroca, do jeito que eu sabia eu o masturbava. Seu pau cheio de veias parecia que iria explodir na minha mão, meu tio fechava os olhos se aproveitando da minha mãozinha pequena punhetando ele. 

Tio Rui fez de mim a sua cadela todas as vezes que dormi em sua casa.

Depois de se saciar ele me colocava deitada toda arreganhada no sofá, sua pica já batia na testa então ele descia em minha direção mirando seu pauzão na entrada da minha pepeca. Sempre na primeira estocada eu sentia uma dor do caralho, mas rapidinho eu ia me acostumando, minha buceta engolia rapidinho seu pau, até que aquela jeba entrasse por inteiro dentro de mim eu comia ruim, mas aí ele começava a fazer um vai e vem dentro de mim que começava a ficar bem gostoso com um tempo. 

Tio Rui era bem sacudo e isso fazia suas bolas baterem com força na minha bunda, fazia barulho e por ser uma casa de paredes finas ele aumentava o volume da tv pra que ninguém que estivesse passando na rua ouvisse o barulho da suas bolas me surrando. 

Não sei do que meu tio tinha vergonha, mas ele usava um lençol em cima da gente, bicho matuto colocando sua sobrinha sem calcinha em cima do seu colo, mas tinha vergonha da trepada, acho que na cabeça dele eu não sabia o que ele fazia comigo... mas a verdade é que eu passava o resto do ano longe dele me masturbando pensando na nossa foda. 

Tio Rui provavelmente nem conhecia mais a palavra camisinha, ele nunca usou nas vezes em que me comia, seu pau dentro de mim só faltava encher um balde de tanta porra que ele despejava, mas ainda sem estar completamente satisfeito ele continuava a bombar dentro de mim. Insaciável o jeito que me comia, sua respiração ficava super ofegante no meu ouvido, ele trepava coladinho que mal se desgrudava de mim a não ser para mamar em minhas tetas. 

Quando ele começava a meter mais forte dentro de mim eu sabia que gozaria logo em seguida, então eu contraía mais ainda minha buceta e esperava sua esporrada dentro de mim. Mais uma vez ele me enchia de porra sem se preocupar com nada, exausto ele continuava em cima do meu corpo por uns minutos, só depois de recuperar seu folego ele se levantava. 

Com o lençol tapando sua pica já mole ele corria pro banheiro pra tomar banho, então ele saía e se deitava no sofá, depois de me banhar eu ia pra sala assistir um pouco mais e já o encontrava dormindo, no dia seguinte era como se nada tivesse acontecido... No entanto, sempre que dormia lá, eu já sabia que teria de ir sem calcinha.  

By - Sheillaxv

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