Carinho na buceta greluda

Minha mãe me obrigava a chamar de vovô o homem que acariciava minha buceta escondido.

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Numa vizinhança humilde, na maioria das vezes, todos os pais se conhecem, eles saem de manhã cedo para trabalhar e voltam no final do dia. As mães ficam em casa pra fazer os afazeres domésticos e, os filhos normalmente chegam lá pelo final da tarde da escola. 

Era nesse final da tarde que víamos uma rua cheia de meninos correndo pra cima e pra baixo fechando a rua com suas brincadeiras. Algumas mães ficavam na frente de casa conversando e de olho na criançada, enquanto outras ficavam dentro de casa assistindo a novela. 

Ainda hoje acredito que essa era a rotina de infância de muitos aqui, mas é claro que não podemos esquecer do vovô da rua. Geralmente era o homem mais velho, todo mundo respeitava e nossos pais nos obrigava a chamá-lo de: ``senhor, vovô etc...``ele não tinha família morando com ele e raramente alguém ia visitar, mas ele estava sempre presente, principalmente quando tinha uma menina inocente no meio. 

Na minha rua, esse homem era o seu Raimundo, eu chamava ele de vovô porque meus pais me acostumaram desse jeito. Ele sempre tomava café lá em casa quando meu pai estava, eu adorava o jeito que ele me tratava, sempre com muito carinho e sempre me dando presentes, eu ficava doidinha quando ele estava em minha casa. 

Em seu colo; eu pedia bençao e ficava esperando pela boneca nova que iria ganhar dele, mas antes eu tinha que ser uma boa menina e aguentar as cócegas que recebia na barriga. Eu só achava estranho porque ele segurava forte em minha cintura e com a outra mão livre ele me dava cosquinhas, meu pai focado em brigar com meu irmão nem se tocava do que estava acontecendo, o vovô se esbaldava comigo no seu colo. 

Seu Raimundo me colocava no seu colo pra brincar de pula pula.

Eu só recebia minha boneca depois do café e quando descia da sua perna eu via uma mancha molhada em sua calça. Uma vez, sem saber o que era aquilo, comecei a caçoar da cara do vovô dizendo que ele tinha feito xixi nas calças, ele ficou todo envergonhado dizendo que tinha derramado café em cima da perna. 

Nem minha mãe nem meu pai entenderam o que estava acontecendo e só riram me mandando ficar quieta. Mas aí o tempo foi passando, eu continuava a sentar no colinho, mas já tava bem grandinha pra isso, eu não gostava mais tanto assim de boneca e comecei a não sentar mais com frequencia. 

Com 14 aninhos eu já tinha um namoradinho na escola, ele voltava comigo e me deixava na porta de casa, claro que era namoro escondido. Um dia eu voltei sozinha e vi que o vovô Raimundo estava na porta de casa, eu passei por lá e pedi bença, foi quando ele me chamou dizendo que estava com saudades de mim e me chamou pra entrar em sua casa que ele tinha algo pra me dar. 

Claro que eu entrei, eu estava grandinha, mas ainda gostava de presentes. Dentro da sua casa ele sentou no sofá e pediu pra que eu sentasse em seu colo pra matar a saudade da netinha preferida dele, ele me abraçava e beijava meu pescoço, mas ainda assim eu achava tudo muito normal. 

Só comecei a estranhar quando ele começou a perguntar se eu lembrava de nossas brincadeiras, ele me fez lembrar do dia em que eu disse que ele tinha feito xixi nas calças e perguntou se eu queria ver o que tinha molhado daquele jeito sua calça. 

Eu não sei porque raios aceitei aquilo, eu estava dentro de sua casa e ele nem era meu parente de verdade. A voz dele estava trêmula, sentia algo firme na minha bunda e seus dedos apertando minha cintura pra baixo como se quisesse me colocar dentro dele. 

Por uns minutos tudo ficou um completo silêncio até que num movimento rápido me levantei e disse que precisava ir embora, mas o vovô me segurou falando pra eu ficar pois estava com saudade de brincar comigo. Eu respondi que brincaria só um pouquinho com ele e perguntei do que iríamos brincar. 

Ainda sentado no sofá ele só se inclinou um pouco e fechou a janela que estava entreaberta, ali naquele momento ninguém mais poderia nos ver, foi nessa hora que ele me abraçando com força falou que queria brincar de mamãe e filhinho comigo, assim como fazíamos antes. 

Rapidinho eu lembrei da brincadeira que ele havia me ensinado, só fizemos aquilo uma vez porque eu fiquei com vergonha de repetir, mas ele estava pedindo pra brincar outra vez e eu acabei aceitando. 

Dei de mamar pro safado do vovô.

Balancei a cabeça concordando com a brincadeira enquanto o vovô levantava minha blusa da farda até a altura do meu pescoço. Meus peitos ainda em crescimento ficaram arrepiadinhos quando sentiram a língua dele passando no biquinho. Ele chupava e mordiscava minhas tetas pedindo que eu desse mama pro filhinho. 

Comecei a ficar suada e o vovô me fez tirar a calça pra aliviar o calor, então ele me colocou de volta sentada no seu colo toda arreganhada e só de calcinha. Nessa época eu usava umas calcinhas de algodão que eram folgadas e mal cobria minha pepeca de tão folgadinha na parte de baixo, o vovô se aproveitou disso pra ficar passando seu dedo no grelinho da minha buceta

Ele chupava minha teta e dizia que minha xoxota iria ficar greludinha do jeito que ele gostava. Não demorou muito e ele me colocou deitada no sofá de pernas abertas, nesse momento eu perguntei se não era mais mamãe e filhinho, mas ele não me respondeu. 

Caladinho o vovô afastou minha calcinha pro lado e colocou meu grelo em sua boca, na primeira chupada que ele deu eu quase entrei em transe. O minha pepeca foi toda dentro da sua boca e aquela sensação me fez tremer, eu ainda não sabia o que era aquilo, e com a voz trêmula eu pedia pra que ele parasse de fazer aquilo comigo, parecia que arrancaria minha xota do lugar, mas ele não parava e chupava mais forte. 

Então eu comecei a sentir uma vontade enorme de fazer xixi, fiquei implorando pra que tirasse sua boca da minha pepeca porque não estava mais aguentando segurar e então o vovô disse que eu podia fazer xixi em sua boca, quando não aguentei mais eu me soltei e um espasmo incontrolável tomou conta do meu corpo. 

Minha buceta começou a piscar, porém o xixi não tinha saído, eu tava exausta largada no sofá tentando fazer minha pepeca parar de latejar depois do meu primeiro orgasmo, eu fechei os olhos quase dormindo quando percebi o vovô se levantando entre minhas pernas e colocando sua pica pra fora. 

Perguntei porque ele estava fazendo aquilo e ele me respondeu dizendo que agora era a vez dele de gozar, não entendi, fiquei quietinha tentando arrumar forças para levantar dali quando senti algo entrando em minha xoxota. 

O vovô se aproveitou do meu cansaço pra meter vara em mim. Sua primeira estocada me fez ver estrelas, não adiantava pedir pra ele parar, minha buceta fechadinha tava apertando seu pau e isso deixava o velho doidinho. 

Todo atolado dentro de mim ele começou a beijar meu pescoço e a falar o quanto eu era gostosa. Nessa hora ele me fez lembrar da época que ele me botava em seu colo e eu ficava cavalgando em seu pau até ele gozar. 

De vez em quando ele parava a cabeça da sua pica na entrada da minha buceta e ficava sentindo o quão quente tinha ficado minha pepeca, aquele velho safado fazia carinho na minha buceta greluda enquanto me comia gostoso. 

Comecei a sentir prazer com as estocadas que recebia, minha buceta ainda latejava em seu pau, mas eu não sentia mais tanta dor, começou a ficar gostoso igual da vez que ele me chupou. Senti pela segunda vez aquela vontade de fazer xixi. O vovô ficava brincando de apertar meu grelo enquanto metia sua vara na minha buceta e eu acabei gozando de novo com isso. 

Dessa segunda vez eu acabei dormindo por uns instantes, não sei o que ele fez comigo nesse meio tempo, mas quando acordei eu estava com o rabo empinado e saía uma coisa branca de dentro do meu cu, minha buceta e meu rabo parecia que tinham sido arrombados. 

Olhei em minha volta e vi que o vovô já tinha se vestido e assistia tv enquanto eu tava completamente nua no outro sofá, me levantei e vi escorrer aquele líquido de mim, morrendo de vergonha coloquei minha roupa de volta e fui pra minha casa, mas antes de sair da casa do vovô eu ganhei 50 reais de presente. 

By - Sheillaxv

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