Minha buceta molhadinha pro papai

Eu era a menina inocente do papai, mas ainda assim eles me colocavam pra mamar.


contos eroticos
A boa menina do papai abria as pernas pra todo macho que pedia pra ver sua bucetinha

Meu pai sempre dizia pra eu ser uma boa menina. Ele me fazia sentar em seu colo e prometer que jamais deixaria um menino safado se aproveitar de mim. Apesar de prometer isso eu ainda não sabia nessa época o sentido do que ele me pedia. Mesmo concordando com seu pedido eu deixava inocentemente que o motorista da van escolar passasse a mão em mim. 

Ele se aproveitava por eu ser a última a descer e por isso sempre me colocava na frente, quando ele via que todo mundo já tinha ido embora ele passava a mão em minha perna. Jamais contei essa história pro papai ou pra qualquer outra pessoa, quando alguém me pergunta quem tinha sido o primeiro homem que me mostrou a pica eu sempre respondia outra pessoa menos o motorista da van. 

No fundo no fundo eu sempre soube que aquilo era errado, mas eu gostava de tocar na sua pica enquanto ele dirigia, as vezes ele me fazia punhetar sua piroca até sair leitinho e eu adorava o gostinho doce que tinha. Ele era casado e sempre pedia no final pra eu não contar a ninguém o que a gente fazia.

Me aproximei muito mais do meu pai depois que minha mãe foi embora de casa, eu costumava aproveitar muito do pouco tempo que tinha com ele. Meu pai costumava tomar longos banhos no chuveiro gelado e eu entrava com ele só pra me sentir mais próxima dele, mas quase sempre eu morria de frio e procurava a coisa mais quente que tinha a disposição. Eu era pequena e pulava no colinho do papai na maior felicidade. 

Ele enrolava seus braços em volta de mim e terminávamos nosso banho. Eu percebia sempre que quando eu fazia aquilo a sua pica ficava dura, mas naquela época eu ainda não sabia o porque ou fingia não saber. Mas na medida que fui crescendo foi caindo a ficha que seu pau ficava excitado pela filhinha dele do mesmo jeito que a pica do motorista da van ficava. 

Eu já sentia maldade naquilo, ficava sempre imaginando quando meu pai ia repetir as safadezas que eu fazia na volta do colégio. Sempre fui muito curiosa e um dia eu perguntei a ele porque sua pica tava daquele jeito. Meu pai todo constrangido ficou todo enrolado pra responder, interrompendo sua fala eu perguntei logo em seguida o motivo de as vezes minha bucetinha ficar molhada e melar minha calcinha. 

Eu sabia que bancar a menina inocente deixava os homens com um tesão do caralho e eu queria testar aquilo com meu pai. Quando eu lembro do que fiz a ele tão nova daquele jeito eu penso que foi super errado, mas logo em seguida eu me masturbo quando lembro que sua piroca estava explodindo de vontade de penetrar sua princesa.

Naquele momento meu pai me olhou de um jamais que jamais tinha olhado pra mim antes, seus olhos estavam vidrados em mim e não saía nada da sua boca, parecia paralisado com minha fala. Eu ainda estava no seu colo esperando por uma resposta quando ele desligou o chuveiro e me levou pra fora do banheiro. Me colocando gentilmente na cama meu papai me perguntou se eu sempre ficava molhadinha. 

Eu respondi a ele que só ficava as vezes e eu tinha que pegar papel higiênico pra me limpar toda vez. Meu pai se deitou comigo na cama, ele estava entre minhas pernas tentando avaliar o motivo da minha buceta ficar molhadinha enquanto eu descrevia pra ele o que acontecia. 

Meu pai perguntou se eu tocava na minha bucetinha antes dela ficar molhada e meio envergonhada eu quase não respondi, mas ele era insistente e arrancou de mim algo que eu sempre quis esconder. Quanto mais detalhes da minha siririca eu dava ao papai mais ouriçado ele ficava, 

Nessa época eu já me masturbava, mas sentia vergonha daquilo, quando contei pro papai ele perguntou com quem eu tinha aprendido, meio relutante eu disse que tinha sido ensinada por um amiguinho na escola que me avisou que fazer aquilo era gostoso, então quando cheguei em casa eu fiz aquilo que tinha me ensinado e minha buceta havia ficado molhada. Eu menti pro meu pai, o motorista da van havia me ensinado a me siriricar em casa, mas eu menti só pra que ele não ficasse bravo.

Papai ficou de pau duro enquanto eu tocava uma siririca na minha buceta greluda na sua frente

Achei que ele fosse brigar comigo, mas ele pediu pra eu tocar uma siririca na frente dele pra ele ver se ficaria molhada. Com vergonha ,eu neguei, papai muito gentil se ofereceu pra fazer aquilo no meu lugar, mas antes me fez prometer que jamais diria aquilo pra alguém,era a mesma promessa que eu tinha feito ao motorista; aceitei os termos e fiquei arreganhada esperando que seus dedos encontrasse o meu grelinho inocente. 

Meu coração estava extremamente acelerado, quando ele encontrou seus dedos na minha buceta eu tive um choque interno que me fez dar um pulinho na cama. Eu evitava olhar pra ele, tentei fixar meu olhar na minha pepeca pra não sentir tanta vergonha. Poucos minutos depois de ter iniciado sua dedada em mim ele parou e disse que aquilo iria demorar muito, ele perguntou se poderia usar outra coisa e eu confirmei. 

Seu pau estava colado na sua barriga quando vi meu pai mudar de posição e ao invés dos dedos estarem tocando minha pepeca ele estava usando sua língua. Eu não estava acostumada com aquilo, parecia que ele iria me sugar por inteira, meu grelo grande estava completamente dentro da sua boca e do nada ele soltava me fazendo ficar toda babada. Meu sexo inocente latejava dentro da boca do papai enquanto ele me chupava. 

Meu pai gemia com sua boca em mim e tocava no seu pau com tanto tesão que a cabecinha da sua piroca até babava. Então ele se levantou e ficou de joelhos entre minha pernas, ele passava o dedo na minha buceta e o meu melzinho escorria na sua mão, ele me mostrava que sua piroca também estava babando e se aproximando da entrada de minha pepeca ele foi roçando devagarinho na entradinha. 

Fazia um barulhinho nas roçadas e era quentinho, eu já não sentia mais tanto frio e a pica dele passando no meu grelinho duro era tão gostoso que eu até pedia pra repetir. Papai super preocupado ficava olhando o tempo inteiro pelo vidro quebrado da janela, ele tinha medo de alguém flagrar ele tentando comer sua filha, mas o tesão era tão grande que não conseguia se controlar. 

Acho que desde a minha mãe ele não tinha trepado com mais ninguém por isso estava sempre de pau duro em nossos banhos, agora, comigo deitada naquela cama de pernas abertas ele não iria conseguir se controlar, a cabecinha do seu pau estava prestes a romper minha virgindade; se eu gritasse ele com certeza iria parar, mas eu não fiz isso, estava louca pra sentir o papai dentro de mim. 

Nas revistas de mulher pelada que meu pai escondia debaixo na cama eu sempre via mulheres adorando sentir a pica dentro da pepeca, eu ficava doida querendo repetir aquilo, por isso tocava uma siririca toda noite. A primeira estocada que ele deu dentro de mim doeu, mas minha lubrificação logo aliviou a dor e aquilo passou a ser muito gostoso. 

Papai pedia pra eu sentir a piroca dele latejando dentro de mim, a cabeça da sua pica estava vermelhinha e toda melada. Meus peitos pontudos e pequenos logo encontraram boca do meu pai e ele começou a mamar neles. Ele puxava meus peitos com os dentes e mordiscava o biquinho enquanto sua piroca entrava e saía de dentro de mim. 

Papai me tratava como sua vadia, por uns instantes eu senti que ele iria me atravessar de tão forte que me comia. 

Eu não conseguia parar de apertar minha buceta no seu pau, era inevitável, papai ficava louco com aquilo e ameaçava gozar na bucetinha da sua filha. Minha buceta molhada escorria o melzinho pro meu cu, aquilo me incomodava e eu tentava limpar, mas ele tirava minha mão e empurrava o melzinho mais pra dentro. Meu rabo tava tão molhado que meu pai já estava enfiando dois dedos de vez dentro de mim e eu não sentia tanta dor. 

No terceiro eu reclamei e ele voltou a meter só com dois. Papai comia minha buceta, penetrava seus dedos no meu cuzinho virgem e apertadinho enquanto mamava meus peitos, aquela putaria fazia o quarto cheirar a puro sexo proibido. Eu ouvia pessoas conversando na porta de casa e papai tentando abafar seus gemidos pra ninguém escutar. 

Papai planejava esvaziar seu saco de porra dentro da minha boca, mas ele se descontrolou quando sentiu seu primeiro jato de porra preenchendo minha buceta, pedindo desculpa ele tentava se explicar enquanto sua piroca ainda se contraía expulsando seu leite. Quando sua porra já tinha sido toda despejada dentro de mim ele se deitou ao meu lado e acabou pegando no sono ainda nu. 

Fui correndo pro banheiro me limpar me sentindo a menina mais adulta do mundo, parecia que eu tinha ganhado na loteria, fiquei vendo o leitinho dele escorrer pela minha buceta e até coloquei um pouquinho na boca pra sentir o gosto, era bem salgadinho, bem diferente do leitinho do meu motorista da van escolar. 

By - Sheillaxv

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