Sexo com meu sogro escondido

Num churrasco de família eu finalmente conheci meu sogro. Um homem aposentado e divorciado com filhos já criados e maiores de idade. Sempre muito bem arrumado era o típico coroa na crise da meia idade. As várias meninas que estavam na festa e ninguém conhecia além do meu sogro eram com certeza as ninfetas que ele já tinha passado a mão.


Meu namorado morria de vergonha dessa fase que ele estava passando e assim que nos apresentou ele saiu de fininho enquanto eu conversava com ele. Meu sogrinho tinha acabado de me conhecer e já tratou de fortalecer nossos laços, no momento do abraço eu tinha certeza que ele deu uma apalpada monstra na minha bunda, mas como estávamos só nós dois ali eu não queria pagar de barraqueira no primeiro contato que tava tendo com o sogrão.

Meu namorado odiou a moral que eu estava dando pro meu sogro, ele me apresentou pra todos os seus amigos e quando voltei pro lugar onde eu jurava que meu namorado estaria;  ele já tinha saído com seu irmão. Ali sozinha com um bando de gente desconhecida ao meu redor eu achei conforto no meu celular, fiquei jogando enquanto a birra do meu namorado não passava.

Meu sogro chegou logo em seguida perguntando o que tinha acontecido  e antes de eu responder ele me levou pro lado onde ele estava assando a carne pra que eu pudesse ajudar ele. Estávamos só nós dois ali, de vez em quando o sobrinho dele aparecia pra pegar uma  vasilha cheia de carne assada, mas logo ele sumia. Meu sogro não parava de perguntar o motivo da frescura do meu namorado e eu sempre tentava desviar do assunto.


Ele começou a dizer que não era daquele jeito que se tratava uma mulher e que jamais ensinou um filho dele a fazer aquilo. Meio soberbo meu sogro disse que o único lugar que mulher dele sofria era na cama, nesse momento ele deu uma apertadinha em seu pau e olhou pra mim quase me devorando.

As vezes ele me dava um pedaço de carne na boca e ficava tão próximo de mim que parecia que ele queria que eu o comesse junto, com o pedaço de carne já na minha boca ele passava seu dedo sujo nos meu lábios e dizia que o caldinho era a melhor parte, ele me ensinava a lamber pra deixar mais saboroso. Eu já tinha percebido suas reais intenções, tentei não dar muita bola pra que ele pudesse desistir do flerte, mas cada vez que ele colocava algo na minha boca e chegava perto de mim daquele jeito eu sentia que meu corpo perdia o contato com o chão.

Eu tava cortando uma linguiça quando ele pegou outra inteirinha e perguntou se eu  conseguia comer aquela toda, brincando eu respondi que aquela ainda era pequena pra mim; rindo meu sogro aproximou aquela linguiça dos meus lábios e quando eu estava prestes a morder ele me pediu pra eu colocar a língua pra fora. Eu tava pronta pra sair dali quando ele pediu pra eu chupar aquele pedaço só um pouquinho, ele dizia que era pra eu provar o tempero dele e eu comecei a chupar aquilo morrendo de vergonha.

Ele me indagou se era gostoso e eu respondi que sim, meu sogrinho estava bem colado atrás de mim, eu tava sentindo sua puxa enrijecida na minha bunda querendo furar meu short. Eu tentava disfarçar saindo dali, mas eu acabava empurrando sua jeba com minha bunda e ele deduzia  que eu estava gostando.

Segurando na minha cintura ele forçava mais ainda o contato entre a gente, eu estava prestes a pedir pra ele parar quando o safado baixou de vez meu short deixando minha bunda completamente exposta pra ele, eu juro que pedi pra ele parar, mas de um jeito muito persuasivo ele conseguiu me deixar quietinha esperando seu próximo movimento.

Meu sogro deu uma cuspida na cabeça do seu pau e começou a forçar na entrada da minha buceta. Aquele safado sacudo tava comendo sua própria nora sem nenhum pudor, o tempo todo eu pedia pra que ele parasse de fazer aquilo, mas não funcionava. Ele perguntava se eu queria parar com aquilo e eu respondia que sim, mas a minha buceta molhada daquele jeito desmentia o que saía da minha boca.

O menino que pegava as carnes pra levar pro pessoal estava prestes a nos flagrar e antes dele chegar meu sogro me levou pendurada na sua piroca pra dentro do quartinho da empregada e me jogou em cima da cama.

Terminando de tirar minha roupa ele me arreganhou inteirinha e voltou a comer minha xota, naquele momento meu namorado já tinha voltado do lugar que tinha sumido com seu irmão e eu só torcia pra que ele não se encabulasse com minha ausência. 

Bombando a pica dentro de mim ele despejou toda sua porra quente na minha xoxota. Me chamando de norinha safada ele tirou sua pica de dentro de mim só quando já estava bem molinha. Saindo dali ele agiu como se nada tivesse acontecido, mas antes de eu ir embora ele deu um tapa minha minha bunda e perguntou quando a nota preferida dele iria agradá-lo novamente, constrangida eu abaixei a cabeça e fui em direção a porta seguindo meu namorado.
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