Eu roçava minha bucetinha na coxa dele

Eu adorava histórias de terror, sempre ficava morrendo de medo, mas adorava. Não aprendi a gostar tanto assim sozinha, tive uma certa ajuda pra começar. Um amigo do meu avô era um ótimo contador de histórias, ele fazia você sentir medo e dar risada na mesma proporção. 

A única coisa que eu gostava quando passava minhas férias na casa dos meus avós era esse amigo da família que estava sempre por perto. Nessa época eu devia ter meus 11 anos e quando batia a boca da noite eu tomava meu banho e partia pra casa dele. 

Seu Raimundo já era um homem bem idoso, judiado pelo tempo; ele perdeu a visão muito cedo. Aos 55 anos ele já estava em processo de perda de visão, aos 67 já estava completamente cego, apesar disso seu Raimundo nunca perdeu o talento em contar histórias. Por causa da sua condição ele tinha um neto que morava com ele e cuidava das coisas em casa. 

Era somente eles dois, Pablo também era um amante das histórias que seu avô contava. Sempre que eu estava em sua casa ele se sentava comigo pra ouvir seu avô. Mas as vezes ou na maioria das vezes eu sentia medo dos contos e o Pablo me confortava. Ele já devia ter seus 19 anos, era o neto mais velho do seu Raimundo, era alto, forte, tinha um sorriso lindo e malicioso. 

Eu já tinha minhas preferências em relação aos meninos e ele era o tipo que eu adorava. Quando eu voltava pra casa eu sempre inventava histórias pras minhas amigas dizendo que tinha ficado com esse menino mesmo nunca tendo acontecido nada entre a gente. 

Mas aí eu já tinha 11 aninhos e o Pablo começou a perceber que eu já estava ficando grandinha, eu já usava sutiã pra guardar meus peitos, já tinha tido minha primeira menstruação e já gostava de me exibir pros homens. Antes dele perceber que eu já estava virando uma mocinha eu sentava em seu colo quando sentia medo das histórias do seu Raimundo, eu ficava abraçada com ele até que a história chegasse ao fim e não sentia nada além do conforto de seu abraço. 

No entanto, eu cresci e no lugar onde eu sempre me senti acolhida eu passei a perceber uma coisa a mais me cutucando na bunda. Juro que das primeiras vezes eu pensei que fosse o controle no colinho do Pablo, então um dia eu resolvi tirar e acabei pegando numa coisa que não saía do lugar, quando olhei pra trás e percebi que era seu pau eu morri de vergonha pedindo desculpas. 

Eu não sabia o que fazer naquela hora então só fiquei ali sentada, Pablo então me abraçou mais forte e disse que não tinha problema e que ele tinha gostado do que eu tinha feito. Percebi seu sorrisinho malicioso de sempre, continuei em seu colo, mas tentei me concentrar em uma das pernas pra não ficar em cima do seu pau. Ali sentada toda arreganhada na sua coxa eu senti quando Pablo segurou em minha cintura e ficou me fazendo roçar em sua perna. 

Perguntei porque ele fazia aquilo e ele me respondeu dizendo que era porque sua perna estava coçando muito. De um jeito carinhoso e persuasivo ele pedia minha ajuda e eu não tinha muita escolha além de ajudá-lo. Perguntei se ele queria que eu o ajudasse com minha unha e ele falou que daquele jeito era mais gostoso. 

Seu avô ainda contava uma história, eu nem sabia mais sobre o que o velho estava falando, eu só estava concentrada em coçar sua perna e aquilo nunca parava. O Pablo me levantou e pediu sussurrando que eu tirasse minha roupa e minha calcinha, eu até o indaguei sobre o motivo, mas rapidinho ele justificou dizendo que meu melzinho da buceta iria ajudar a passar a dor que ele estava sentindo na perna. 

Eu tava louca para ajudá-lo e tirei minha roupa da cintura pra baixo, sentei novamente em seu colo e deixei que sua mão controlasse os movimentos de vai e vem que eu fazia em sua perna. Naquele momento eu já estava de frente pra ele, eu via seu pau pra fora do short e era grande e grosso como um controle de tv, minha buceta greludinha ficava roçando em sua perna, Pablo chegou bem pertinho do meu ouvido e sussurrou pedindo que eu ficasse rebolando ali grudada em sua perna. 

Eu o atendi e comecei a rebolar enquanto ele punhetava seu pau. Seu avô cego falando sozinho nem imaginava o que acontecia ali, ele não sabia que seu neto querido tinha crescido e se tornado um pervertido. Pablo mais excitado do que nunca pediu pra roçar a cabecinha do seu pau na minha buceta, perguntei se estava coçando também e ele me respondeu dizendo que só estava doido pra gozar. 

Ele dizia que seu leitinho estava quase saindo e eu estava doida pra ver como era. O jeito que ele me chamava de namorada me convencia a fazer qualquer coisa e não demorou muito pra eu estar rebolando em cima do seu pau. Seu leite me lambuzou inteira quando sua pica estava na entrada da minha xoxota tentando me penetrar; Pablo não aguentou por muito mais tempo e esvaziou suas bolas ali mesmo sem nem meter em mim. 

Seu gemido controlado pra que seu avô não o escutasse foi abafado com um beijo em minha boca, meio desajeitada eu o correspondi. Nossa putaria acabou junto com a história do seu avô, logo em seguida voltei pra casa toda feliz de ter beijado meu namoradinho.
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