Putinha de traficante desde pequena

Sou putinha de traficante desde pequena, mas não por necessidade financeira ou algo do tipo, eu só gostava mesmo do jeito safado que eles me tratavam. Eu morava numa rua que em determinada época tinha muito dessas coisas, os meninos iam lá só pra fumar e como era muito perto da minha casa eu acabava tendo contato quando saía pra brincar. 

Meu pai era doido pra mudar de lá e estava organizando tudo pra mudança, mas felizmente isso não aconteceu antes daqueles traficantes pervertidos abusarem gostoso da minha bucetinha inocente. Eu devia ter uns 12 anos nessa época, mal sabia o que era sexo direito, mas eles não ligavam muito, na primeira oportunidade que tiveram de me colocar de 4; fizeram isso sem nenhum remorso. 

A primeira vez que tudo aconteceu eu estava brincando de vôlei com uns meninos e meninas da rua, a bola caiu no final da rua e a ladeira levou ela ainda mais pra longe, ela foi parar justamente no lugar onde nossos pais diziam que a gente nunca poderia ir. Todo mundo se juntou e sorteou quem iria buscar, eu fui a sorteada e tive que descer procurando. 

A bola estava dentro de uma casa onde tinha uns caras fumando. Pensei duas vezes antes de entrar ali, mas assim que eles me viram ficaram me encarando, não tinha mais volta e eu entrei. Um deles tinha encontrado e segurava a bola nas mãos quando entrei; eu pedi de volta com a maior vergonha do mundo. 

Ele estava sem camisa, era enorme, usava um short de jogar bola que deixava sua pica solta, certeza que tava sem cueca, ele mesmo respondeu que não devolveria porque tinha achado na rua então não pertencia a ninguém. Eu insisti quase chorando e ele perguntou meu nome, quando respondi, ele se aproximou de mim e disse que só devolveria minha bola se eu deixasse ele ver minha bunda. 

Fiquei pensativa na hora, eu tinha que voltar pros meus amigos e não deveria estar ali, só tinha homem lá e ele queria ver minha bunda, não respondi e outro que estava sentado falou que se eu não mostrasse meu rabo; a bola ficaria com eles. 

Não paravam de falar que só tinha a gente ali e que se eu demorasse muito ele não iria mais querer ver nada. Me virei de costa e me inclinei um pouco, achei que seria o suficiente, mas ao se aproximar de mim ele chegou pertinho do meu ouvido e disse que pra valer a troca eu tinha que descer meu short até o joelho. 

Eu pensei: ``nem fudendo farei isso, mas fiz``, inicialmente por pressão, mas quando percebi que aquilo deixava eles excitados eu senti uma mistura de tesão e medo. O cara que pediu pra ver meu rabo de fora deu uma mordida na minha bunda e pelo susto eu suspendi minha roupa bem rápido, rindo ele devolveu minha bola e deixou que eu voltasse pros meus amigos. 

Na volta, os meninos perguntaram o que tinha acontecido e eu menti dizendo que não havia acontecido nada. Os dias foram passando e toda vez que eu passava por algum deles; eles soltavam beijinho pra mim. Um dia eu voltando da escola percebi um carro andando devagar atrás de mim, quando me alcançaram  perguntaram se eu queria carona. 

Eram os mesmos daquela última vez, o carro estava lotado com os 5 e eu respondi que não tinha espaço, foi nesse momento que o vidro de trás abriu e o que estava no fundo respondeu que no colinho dele ainda tinha vaga, todos riram naquele momento e me chamando de princesa me convenceram a entrar. 

Fui sentada em seu colo até chegarmos na frente de casa, mas não abriram a porta, disseram que tinha uma coisa pra me dar na casa deles e perguntaram se eu queria ver. Eu só tinha 12 anos; estava descobrindo o sexo e ainda era muito curiosa, aceitei de cara o convite. 

Na casa dos traficantes eu entrei e me sentei no sofá esperando o presente, estavam todos sem camisa e com os olhos um pouco vermelhos, achei que me dariam drogas e tava pronta pra recusar. Eles ficavam na sala comigo; alguns iam pra cozinha e voltava cochichando com o outro, até que finalmente meu presente chegou e eu pude ver o que era. 

Estava dentro de uma caixa e eu abri como se fosse um pedaço de ouro ali dentro. Tirei da caixa uma calcinha fio dental preta que mal conseguia guardar minha buceta, olhei pra eles rindo e agradeci; eu tava prestes a ir embora quando fui indagada se não iria experimentar o presente que tinha acabado de ganhar, respondi que faria isso em casa, mas insistiram que queria ver. 

Perguntei onde ficava o banheiro e eles disseram que eu não precisava ir lá, me fizeram trocar de roupa na frente daqueles 5 homens. Vesti aquele fio dental com a maior vergonha do mundo, minha blusa da farda do colégio ainda estava em meu corpo e eu me neguei a tirar mesmo eles insistindo muito. 

A linha daquele fio dental ficava em cima do meu grelinho e eles adoraram ver, pediram pra eu sentar no sofá e colocar a perna numa cadeira que estava de frente, naquela posição eu ficava toda arreganhada pra eles e minha bucetinha toda exposta. Eles não me forçaram fazer nada, apenas pediram e a putinha que existia dentro de mim se encarregou de fazer o resto. 

Eu olhava pro lado e via que alguns deles já estavam apertando o pau por cima da roupa, pareciam ter uma piroca enorme pelo volume que fazia, eu ficava doidinha pra ver. Um mais safado ficou de joelhos em minha frente bem no meio da minha xoxota e perguntou se alguém já tinha dado um trato de língua ali, banquei a putinha inocente, apesar de já ter deixado meus primos chuparem minha xoxota

Ele ficou doido quando ouviu que meu grelinho ainda era virgem de língua e começou a chupar. Eu ainda usava aquela calcinha que mal me cobria e ele chupava por cima. Os outros ao redor passavam a mão nos meus peitos e tentavam beijar minha boca, eu beijava um deles quando senti um dedo penetrando o buraco da minha buceta, dei um grito na hora e tentei sair dali, mas seguraram minha perna e voltaram a dar dedadas na minha xoxota. 

Chuparam meus seios e me fizeram pagar boquete na piroca de cada um, eu ficava passando de colinho em colinho só pra que pudessem roçar a piroca na entrada da minha buceta. Eles adoravam meu buraquinho virgem e queriam aproveitar até o último segundo, eu sabia que naquele momento iria perder minha virgindade e só estava esperando o momento acontecer. 

Eu quase não colocava os pés no chão de tão grandes que eram em relação ao meu tamanho, me carregavam como se eu fosse uma boneca de sexo, foi desse jeito que me desvirginaram: me colocaram no colo toda arreganhada enquanto isso outro enfiou sua pica na minha buceta. 

Ele gemia me chamando de apertadinha, meu grelo avantajado não tinha sossego e toda hora tinha alguém apertando ele. Me colocaram de 4 pra que eu pudesse satisfazer todos eles ao mesmo tempo e começaram a se revezar entra minha buceta, boca e mãos, eu tinha que punhetar, chupar e dar a xota ao mesmo tempo. Me fizeram aprender na prática como virar putinha de traficante; quando gozaram em mim eu sabia que já tinha aprendido. 

Despejaram litros de porra em cima de mim quase tudo ao mesmo tempo. Ainda usando a calcinha que tinha ganhado eu me vesti e fui embora, mas eu voltava sempre que podia até o dia que meu pai me flagrou mamando uma rodinha de traficante.
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