Putinha desde pequena

O filho da empregada me fazia de putinha desde pequena

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Dona Maria sempre trabalhou com faxina na minha casa. Eu lembro de ser bem novinha ainda quando ela começou a trabalhar na minha casa, no começo ela apenas me levava pro colégio e ia buscar, mas o tempo foi passando e ela acabou ficando em casa pra fazer os serviços domésticos. 

Com o tempo eu já não precisava mais de tanta atenção assim, eu já sabia me virar, e então dona Maria passou a levar seu filho pra minha casa nos dias de faxina pesada por causa do horário que ela voltava pra casa dela. Bruno era da mesma idade que eu, porém ele era bem mais alto que os meninos da nossa faixa etária e muito mais forte. 

Apesar disso o fato dele ser menino nunca atrapalhou sua ida até minha casa, meu pai adorava ele porque sua família inteira era da igreja, então meu pai baixou a regra de que o único menino que eu poderia brincar era o Bruno. Isso não foi nenhum problema pra mim; nessa época eu já achava ele bonitinho e adorava brincar com ele. 

Meu pai tratava o Bruno como um filho; ele dava até presentes a ele no final do ano. Papai costumava fazer umas brincadeiras entre a gente, ele dizia que se um dia ele fosse deixar eu casar; só aceitaria se fosse com o Bruno. 

Talvez toda essa liberdade e confiança que deram a ele não foi algo tão saudável assim pra um menino na sua fase safada, quando seus desejos sexuais vinham ele atacava a xoxota mais próxima a ele e quase sempre era a minha. 

Longe das vistas do meu pai o Bruno se transformava completamente, não de um jeito violento, mas de uma maneira que me colocava pra fazer coisas que provavelmente meu pai jamais aprovaria. Eu sabia que era errado porque ele sempre pedia no final pra que eu não contasse pra ninguém. 

A gente se escondia pela casa pra ele dedar a minha buceta apertada.

chupando buceta
Bruno me convencia de que deixar enfiar seu dedo em minha buceta era gostosinho, então eu deixava.

14 horas da tarde ele voltava do colégio, nesse horário eu já estava em casa e ficava esperando ansiosa o momento dele chegar. Quando finalmente ele chegava em casa ele tirava sua camisa da farda pra não sujar e ficava só de bermuda. 

Aquela altura eu já havia tomado meu banho e passado o perfuminho que ele dizia que me deixava muito cheirosa. Dona Maria, assim que seu filho colocava os pés dentro de casa tratava de ir olhar a mochila dele pra ver se tinha alguma tarefa da escola, ela ainda fazia aquilo porque era ensinamento da igreja que ela frequentava. 

A gente só podia subir pra brincar quando sua mãe tinha certeza que não havia atividades escolares. Quando tínhamos o sinal verde o Bruno já me chamava pra brincar de pega, claro que isso era uma desculpa pra sumirmos por horas sem que sua mãe fosse atrás da gente. Ao invés de ir pro pega a gente ficava dentro do quarto de visita porque a luz sempre estava queimava e era o lugar mais escuro da casa. 

Ele me chamava pra sentar atrás da cama e ali ele ficava me beijando e passando a mão em meu corpo. Um tempinho depois ele descia pra fingir que estava me procurando e logo depois voltava pro nosso esconderijo. Mais safado do que o que estava antes ele já voltava pedindo pra ver minha buceta, de cara eu negava só pra não parecer muito fácil, mas rapidinho ele conseguia tocar em mim. 

Não dava pra ver muita coisa porque era sempre muito escuro, ele só conseguia me dar dedadas na buceta e me beijar. As vezes o Bruno até me colocava em seu colo e eu acabava sentindo sua pica na minha bunda, quando a faxina era pesada o Bruno me chamava pra deitar na cama e a gente ficava roçando como se estivesse transando. 

Ele me engava pra conseguir as coisas comigo; ele dizia que era só pra fingir que a gente tava trepando, mas quando eu dava conta de mim eu já estava com sua pica roçando na minha buceta

Escondidos debaixo da cama ele comeu minha buceta pela primeira vez.

comendo novinha safada
Longe dos olhares alheios ele me convencia de que eu era sua putinha e que deveria liberar minha xoxota pra ele.

Já fazia um tempo que ele estava me sondando pra ter certeza se eu o deixaria comer minha buceta, aquelas roçadas que ele dava em mim era só pra me preparar, o Bruno era novinho, mas já era bem safado. Ele via seu pai fazendo aquelas coisas com sua mãe e voltava me contando tudo perguntando se ele poderia fazer aquilo comigo. 

Eu costumava dizer que não porque era errado e eu era muito nova pra namorar, mas aí ele perguntava se eu poderia fazer de brincadeira e veja bem: de brincadeirinha pode. Foi assim que ele me convenceu a liberar a xoxota pra ele. 

Naquele dia a sua mãe ficava subindo o tempo inteiro pra saber o que a gente estava fazendo, a ideia que ele teve foi fingir que a gente estava brincando de pega pra que sua mãe não desconfiasse. 

Fingindo a brincadeira a gente se escondeu debaixo da cama por ideia também do Bruno, ali ele foi tirando minha roupa e se aproveitando do espaço apertado pra tocar na minha buceta sem que eu desse permissão. 

Com dificuldade ele conseguiu ficar cara a cara com minha buceta e começou a me chupar, era gostoso as chupadinhas que ele dava, mas quando enfiava seu dedo dentro da minha xoxota doía um pouco, mas eu não podia falar nada e nem conseguia me mexer direito porque era apertado. 

Depois de me chupar ele se deitou perto de mim e me colocou de ladinho, fiquei de costas pra ele sentindo seus dedos dentro da minha buceta, ele me dedava passando alguma coisa oleosa na minha bucetinha, perguntei a ele o que era e ele disse que era o lubrificante da sua mãe pra que eu não sentisse muita dor. 

Fiquei com medo naquela hora e tentei sair, mas me segurando pela cintura o Bruno enfiou sua pica dentro de mim. Demorou um pouquinho pra entrar porque eu tava bem apertada, quando enfiou tudo eu quis gritar, mas sua mão abafou minha voz. 

Ele pedia pra eu ficar quieta pra que ninguém me escutasse, com um tempo fui deixando o grito de dor de lado e passei a tentar controlar os meus gemidos. Minha buceta apertada e cheia de lubrificante vaginal deixava tudo muito mais gostoso, ele metia dentro de mim devagarinho, eu conseguia sentir a cabeça do seu pau saindo e entrando em cada estocada. 

Por instinto eu tocava no grelinho da minha buceta enquanto o Bruno metia sua pica em mim; meu grelo estava extremamente duro e sensível. Comecei a me masturbar enquanto era penetrada, atrás de mim o Bruno se deliciava na minha buceta quase gozando antes da hora. 

Por baixo da cama eu conseguia ver os pés da Dona Maria passando pra procurar a gente, sem tirar sua piroca da minha buceta ele só pedia pra eu não fazer muito barulho, mas continuava me penetrando. Quando estava prestes a gozar ele me virou de lado e perguntou se eu queria beber o seu leitinho. 

Então a gente saiu debaixo da cama e ele me colocou de joelhos com a boca aberta, era a primeira vez que eu via uma piroca e fiquei doida pra sua porra sair logo. Me lambuzando inteira ele finalmente gozou, depois dessa nossa brincadeira de pega a gente desceu pra assistir um pouco de tv. 

Eu tava com um sorriso de orelha a orelha pelo que tinha acontecido, Bruno perguntou se eu tinha gostado de ter brincado de sexo com ele e eu respondi inocentemente que sim; perguntei a ele se eu era sua namorada por causa disso, mas ele respondeu que não, ele já tinha uma namoradinha na escola e só havia espaço pra ser a puta dele. Eu não disse nada depois dessa declaração; fiquei quietinha e surpresa, porém aceitei ser sua putinha em nossas brincadeiras. 

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