Ele prometeu meter só a cabecinha em mim

Sempre fui uma menina de gostar de roça. No final do ano eu sempre ia pro interior com meus pais; com o tempo a gente acabou fazendo amizade com o pessoal que morava ao lado de casa. 

Era um casal jovem e cristão. Desde o início eu percebia o olhar diferente dele pra cima de mim, mas tentei não chamar muita atenção pra isso. 


Ele se chamava Jean e era o tipo de homem jovem do interior que saía da sua casa pra trabalhar em outro Estado por algum período. Ele sempre ia e voltava quando justamente eram minhas férias, mas depois de um tempo a gente deu uma pausa de lá e passou a ir com menos frequência. Por causa da quarentena o meu pai resolveu passar esse período lá e foi aí que tudo começou. 


Eu criei com a mulher dele uma amizade muito forte e passava o dia inteiro na casa deles jogando conversa fora. Quando baixava a noite pra que eu não fosse sozinha no escuro ele me acompanhava até a porta da minha casa, nesse caminho curto o safado dava em cima de mim na maior cara de pau. 

Sem nenhum pudor ele conversava coisas safadas comigo e apesar de eu ser bem mais nova que ele era visível sua excitação com a conversa. 


No início eu tentei não dar muita trela, mas com o tempo eu acabei baixando a guarda e o primeiro beijo rolou quando eu abria o portão de casa. 

Estava tudo muito escuro e eu tentava achar o buraco da fechadura quando eu senti ele chegando atrás de mim e se inclinando pra me beijar, não tive outra reação além de enfiar minha língua na boca dele.


Pelo resto da semana a gente ficou nessa putaria dele me levar até em casa e me beijar no portão antes de eu entrar. As coisas foram esquentando mais ainda entre a gente e quando eu menos esperei já estava chupando seu pau e ordenhando ele até receber seu leitinho na minha garganta, tinha que ser tudo sempre muito rápido pra ninguém desconfiar.  


De vez em quando ele conseguia dar um baratino na esposa de fingir que ia em outro lugar pra ficar mais tempo comigo, quando isso acontecia ele me levava pra traz do posto que tinha ali perto e mamava minhas tetas escondidoEle me virava pra parede e me inclinava baixando minha roupa de baixo, eu ficava com a bunda toda exposta pro Jean. 


Bem devagarinho ele começava a roçar sua piroca na entrada do meu cuzinho, eu nunca deixava ele meter porque a gente não usava camisinha; mas ele sempre insistia pra meter só a cabecinha da sua piroca, ele ficava implorando e beijava meu pescoço, aquilo me deixava arrepiada e com um tesão do caralho. Tentei resistir mas acabei cedendo. 


Eu disse que ele só poderia meter a cabecinha da sua pica e ele concordou, a babinha que saía da sua piroca me deixava toda melada. Ele ficava passando na minha xoxota pra lubrificar e nessa brincadeirinha ele acabou metendo de vez. 

O pilantra tinha me prometido que só iria roçar e meter a cabecinha, mas ele meteu tudo de vez. Senti sua piroca entrando com força dentro da minha xana.


Sua pica grossa alargava mais ainda minha bucetinha sempre que ele metia em mim. Tava me rasgando toda e o pior é que eu estava gostando. 

Sem camisinha nenhuma ele acabou gozando dentro da minha buceta, sem nada pra limpar eu tive que colocar minha calcinha de volta ainda pingando sua porra. Saímos dali e ele me levou até a porta da minha casa. 


No caminho ainda bem escuro ele me fez mamar sua rola mais um pouco e só depois eu consegui entrar em casa. Desse jeito eu tive o melhor início de quarentena possível e mal posso esperar pro dia que ele vai me torar com sua rola outra vez. 

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By - Sheillaxv

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