Pique esconde de piroca na bucetinha inocente

Como explicar pra uma menina inocente em fase de crescimento que seu corpo irá deixar seus amiguinhos doidos pra comer ela? eu acho que todo pai e toda mãe tem dúvidas de como ter esse primeiro papo sério com suas filhas. Os meus demoraram tanto pra conversar sobre sexo comigo que quando pararam pra falar eu já era a marmitinha dos meninos da minha rua. 

Eu não planejei um dia exato pra liberar minha xoxota e nem escolhi a dedo pra quem seria; apenas aconteceu em uma de nossas brincadeiras de pique esconde. Eu sempre brincava com os garotos mais velhos e por isso me tinham como café com leite, a maioria eram meninos e eu sempre me escondia onde tinha 3 ou 4. 

No início não me queriam no mesmo lugar por medo de eu ser pega no pique fácil ou por acharem que eu atrasaria o lado deles, mas aí eu fui crescendo e vejam bem: uma bucetinha fácil e apertadinha dentro de um lugar escuro cheio de meninos doidos pra fuder qualquer coisa que se mova na frente deles é evidente que daria merda. 

Tudo aconteceu atrás de um caminhão abandonado, estava tudo escuro e tinha bastante mato ao redor, ninguém era louco o suficiente de se esconder ali porque os mais velhos viviam dizendo que ali tinha cobra, mas os meninos se escondiam e eu ia atrás pra ninguém me achar, não que fizesse muita diferença; afinal eu era café com leite, mas eu gostava da ideia de me esconder e correr pra bater o pique. 

Ali atrás daquele caminhão o Vitinho passou a mão em minha buceta pela primeira vez, todos riram no momento que ele fez isso, inclusive eu. Acho que por isso sentiram liberdade de me tocarem outras vezes. Naquele dia eles passaram a noite toda passando a mão em mim e fingindo que não tinham feito nada, eu ficava sem graça, mas levava na brincadeira. 

Logo depois disso passaram a me chamar pra se esconder em outros lugares tipo na casa de alguém, eles falavam que estávamos roubando na brincadeira pra ninguém nos encontrar, mas eles só queriam ficar sozinhos comigo tendo certeza que ninguém chegaria na hora. Era sempre na casa de algum deles quando não tinha nenhum adulto por perto, eles me levavam pro quarto e desligavam a luz. 

Depois eles pediam pra que eu ficasse de vigia pela janela pra ver se alguém aparecia, eles ficavam atrás de mim pra bater o pique na hora certa, mas convenhamos que, dentro de casa, ninguém jamais nos procuraria. Atrás de mim e colado na minha bunda quem geralmente ficava era o dono da casa; e na maioria das vezes era o Vitinho. 

Ele ficava bem colado na minha bunda porque dizia que queria ver também, eu tentava sair do lugar pra que ele pudesse ver melhor, mas ele me fazia voltar pro lugar. Eu só usava saias nessa época; isso facilitava a vida deles, rapidinho já tinha acesso a minha buceta. Era um de cada vez e normalmente o dono da casa de preferência entre eles; os outros ficavam de fora vendo, no início só roçavam o pau em mim e gozavam na minha bunda. 

Mas um dia resolveram enfiar a pica em mim pra ver se eu deixaria, como eu não disse nada só reclamei da dor e continuei no lugar onde estava eles perceberam que poderiam me comer quando quisessem. Passei a guardar a pica dos meninos todas as vezes que saía pra brincar, tinha dias que eu nem entrava na roda do pique esconde, eu ia direto pra casa do Vitinho levar piroca na buceta. Nesse período fizemos até um pacto em que eu só podia dar a minha buceta pra eles. 

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