Eu pagava boquete pros moleques da minha rua

Meu pai sempre foi um homem de exigir as coisas do jeito dele. Eu sempre muito rebelde comia fino nas mãos dele, eu sempre ficava de castigo nas horas que eu mais queria brincar na rua. 

Meu pai sempre ficava puto da vida comigo porque eu só gostava de brincar com os meninos, ele dizia que menina tinha que ficar com menina e não sair pegando picula com um bando de moleque macho. 

Apesar disso sempre que ele estava no trabalho eu aproveitada pra ir brincar com meus amigos, as vezes ele chegava mais cedo e me colocava pra dentro da base da surra. Na frente da minha casa tinha um ró e pra não ser muito duro comigo meu pai me botava de castigo e eu só podia andar pela casa. 

Eu ficava vendo pela frente os meninos brincando sem mim e eu morrendo de vontade de estar lá com eles. Pela grade alguns deles aproveitavam quando meu pai ia dormir pra ficar na frente comigo. A gente ficava brincando e conversando baixinho, eram 3 que sempre ficava ali. 

O Samuca era o mais safado e ele que começou a putaria toda, ele era o único do nosso grupinho que já tinha celular e ele levou pra gente assistir uns vídeos de sexo. Meu pai estava dormindo naquela hora e como sempre eu estava de castigo. 

Quando ele deu play naquele vídeo e um homem enorme mostrou aquela pica cabeçuda e grande eu duvidei que chegava aquele tamanho mesmo. Quando eu disse que duvidava o Samuca perguntou se eu queria ver a dele e foi assim que tudo começou. Depois que ele mostrou sua pica os outros entraram na brincadeira e ficaram me mostrando também. 

No começo eu fiquei meio tímida e fechei meus olhos, mas depois de um tempo fiquei mais danadinha e mostrava minhas tetas, mas só as vezes. O Samuca foi o primeiro a pedir que eu chupasse seu pau. 

Ele colocou no buraco da grade e pediu pra eu passar minha língua na cabecinha, antes mesmo de eu colocar tudo na minha boca ele esporrou seu leite dentro, todos riram naquela hora e eu fiquei puta da vida. 

Entrei em casa correndo pra me limpar, passei um tempo sem aparecer ali na frente, mas no meu último dia de castigo me chamaram pra brincar de dama e eu fui. Eles do outro lado só inventaram aquilo pra me chamar, mas pediram desculpa, Samuca disse que ele tava muito excitado e por isso gozou na minha boca. 

Eu perdoei ele, mas o fiz prometer que nunca mais faria aquilo. Bem safado ele respondeu dizendo que sua gala só esporrava daquele jeito quando uma boca gostosa chupava, o safado só estava me tapiando e eu acabei caindo naquilo. 

Meu pai dormindo pra ir pro trabalho à noite nem imaginava que sua filha de castigo estava mamando seus amigos pela grade de casa. Minha mãe naquela hora estava aprontando a marmita do meu pai. Os meninos foram fazendo uma barreira pra esconder o que estava recebendo meu boquete do pessoal que passava na frente. 

No começo era difícil se ajeitar nas barras de ferro, mas eles adaptaram rapidinho e até fingiam estar fudendo minha boca fazendo movimentos de vai e vem. Depois de gozar dentro da minha boca era a vez de outro assumir o lugar. 

Eu tinha que engolir a porra deles porque não tinha lugar pra jogar e se eu entrasse em casa com a boca cheia alguém iria desconfiar de alguma coisa. Caladinha eu ficava ali na porta de casa bebendo gala. Tinha uns com o leitinho bem doce e outro com o leitinho mais salgado, eu gostava mais dos docinhos até limpava o pau quando a gala era docinha. 

Eu só parava depois que já tinha chupado todo mundo, terminava sempre com a boca dormente. Até hoje meu pai não sabe das putarias que rolavam na varanda da casa dele, e que bom que ele não descobriu porque se não eu já estaria morta de tanto apanhar e não conseguiria contar minha história nesse conto erótico
chupando pica

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