Metendo devagarinho

Metendo devagarinho na buceta da estagiária pra não machucar

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Eu não usava short por baixo do meu uniforme de trabalho só pra que ele tivesse livre acesso a minha bucetinha.

Conseguir seu primeiro emprego é quase como entrar num covil de cobras, sempre tem alguém tentando fuder com seu lado profissional ou com o lado que fica dentro da sua calcinha mesmo. Eu embarquei nessa jornada aos 19 anos e não fazia ideia do que esperar no primeiro dia. 

Eu achava tudo muito incrível e já fantasiava com o dia em que meu chefe descobriria a CEO em mim e me daria o posto de braço direito. É claro que tudo funcionou da maneira mais contrária possível ao que eu tinha pensado. Estagiei numa empresa de telemarketing na cidade vizinha a que eu morava, no primeiro dia cheguei mais cedo só pra impressionar e fui direto na sala do chefe. 

Ele já tinha tudo pronto e só estava esperando minha chegada pra que eu pudesse conhecer a babá que ficaria comigo até que eu aprendesse a fazer sozinha. Rodrigo era o meu tutor, completamente diferente do meu chefe ele era um pouco mais agressivo; tinha que ser, afinal ele estava responsável por formar os estagiários e não podia dar muita moleza. 

Alto, forte; aparentava nunca sair da academia, ele tinha um olhar selvagem que até parecia que iria me comer viva. Depois de passar num tour pelo prédio a gente sentou na tela de um computador pra que ele pudesse me explicar tudo o que eu deveria fazer. Me sentei ao lado de Rodrigo que agora com uma feição mais amigável me ensinava a arte de fazer os clientes desistirem da ligação de tanto que esperavam alguém atender. 

Ele atendeu o primeiro telefone enquanto computava os dados no computador, logo em seguida eu deveria fazer o mesmo, mas ressalvem pro detalhe de que, enquanto ele esperava que eu concluísse a ligação; ele apoiou sua mão na minha perna. Era norma da empresa as mulheres usar uma espécie de saia executiva, eu não costumava usar aquele tipo de roupa e com sua mão ali eu ficava muito mais constrangida. 

Achei que fosse coisa da minha cabeça; pensei que com certeza ele deveria ter esquecido ou coisa parecida. Quando desliguei o telefone a sua mão ainda continuava lá e ele ainda deu uma apertadinha em minha coxa como sinal de parabéns. 

As carícias em minha perna eram sinais claros de que eu teria um belo mastro pra sentar logo logo...

dedada
Minha buceta ficava tão molhada com suas dedadas que minha calcinha ficava toda ensopada do meu melzinho.

Rodrigo já era um homem bem maduro, ele sabia em que lugar seu toque me causava aquelas sensações, insistentemente ele passava a mão em mim sabendo que não teria nenhuma objeção da minha parte. 

Já no terceiro dia de estágio eu não usava mais short por baixo da minha saia, seus dedos começaram a encontrar minha buceta por baixo da mesa e longe dos olhares de nossos colegas, ele cutucava bem em cima do meu grelinho enquanto fingia me ensinar alguma coisa na frente do computador, ele passava um tempo fazendo aquilo e naqueles minutos parecia que o tempo parava. 

Eu chegava em casa no final do dia com minha calcinha molhada de tanto ter sido dedada durante o expediente. Percebia sempre seu pau duro por cima da calça, eu morria de vontade de pegar, mas ficava sempre com vergonha. Um dia ele colocou minha mão em cima da sua piroca e pediu pra que eu apertasse, tentei tirar pensando que alguém iria ver, mas ele era tão insistente e segurou forte meu braço, eu não tive outra escolha além de apertar aquela pica. 

Quando senti em minha mão percebi o quanto era grossa. Fui andando até a pontinha pra sentir seu tamanho e quando finalmente cheguei na cabecinha eu o acariciei gostoso. Graças a Deus eu recebia o salário por hora porque se fosse por atendimento concluído eu estava fudida, eu rejeitava muitas ligações durante nossos minutos de putaria. 

A única parede que separava nossos atos obscenos do resto do pessoal era uma parede fina de papelão que a qualquer momento dava sinais de que iria cair. Mas ainda assim quase sendo pega eu continuei acariciando seu pau, quando percebi sua respiração mais ofegante e ele escondendo o rosto atrás de mim eu passei a tocar apenas na cabecinha até sentir que ele já tinha gozado. 

Deve ter esporrado na sua cueca inteira, vi o molhado na sua calça e dei um sorrisinho pra ele avisando que o mesmo deveria ir se limpar no banheiro. Finalmente voltei as minhas tarefas, mas ainda sem perder a vontade de sentar naquela jeba. 

Sua pica metendo devagarinho dentro de mim enquanto nos escondíamos no banheiro do zelador.

piroca grossa gif

Uma semana já havia se passado e Rodrigo não foi muito além daquelas passadas de mão. Eu já estava subindo pelas paredes e apesar de eu não gostar de me envolver com homem casado o jeito que ele me envolvia e conseguia tirar tudo de mim era tão excitante que mal pude me conter. 

Não conseguia mais esperar pelo dia em que seria levada pra algum cantinho escondido pra ser fudida com força, quando esse dia finalmente chegou eu estava até desprevenida, Rodrigo chegou um pouco tarde e me convidou pra tomar um café com ele na copa. Mas o safado me levou pro banheiro dos zeladores que ficava no mesmo andar e após trancar a porta começou a me beijar, então eu grudei no seu pescoço e retribui os beijos. 

Não demorou muito pra ele já estar tateando meu corpo, ele procurava meus peitos usando sua boca e quando conseguiu colocar minhas tetas pra fora ele mamou feito um bebê faminto. Ele mordia o biquinho e puxava pra que eu pudesse sentir o quão excitado ele estava. 

Eu parecia uma criança ao seu lado de tão alto que ele era, me colocando em seu colo o safado continuava a me chupar, descendo pela minha barriga ele foi tentando encontrar minha bucetinha molhada. Colocamos umas toalhas no chão e logo eu já estava deitada toda arreganhada e completamente nua. 

A bucetinha da estagiária já estava pronta pra ser mamada, eu sentia meu melzinho escorrendo de tanta vontade de trepar que eu estava sentindo, sugando cada gotinha de mim ele me chupou. Minha buceta greluda piscava em sua boca nas linguadas que ele dava em mim, estava prestes a gozar quando o safado colocou a gente num 69. 

Sua pica enorme apontada pra minha boca e eu morrendo de medo de me engasgar com aquela piroca grande e grossa. Meio relutante eu abri minha boca tentando suportar aquela jeba, fiquei chupando só a cabecinha porque não entrava tudo. 

Sem aguentar muito mais tempo ele me virou e me colocou de 4, sem camisinha o Rodrigo foi roçando sua pica na minha bucetinha, eu tava bem molhada e seu pau ainda  babava, mas não era o suficiente pra aquele tamanho de rola, senti entrar rasgando dentro de mim, mas eu não podia fazer nada além de aguentar. Ele prometeu meter bem devagarinho pra que eu não sentisse dor, mas aquilo me fazia subir pelas paredes. 

Senti cada pedacinho da sua pica me penetrando, perdi minha virgindade duas vezes com aquele tamanho todo. Inciando um vai e vem dentro de mim a dor foi passando aos poucos, doeu tanto no início que agora eu já não sentia mais nada além da vontade incontrolável de cavalgar em sua piroca. 

Mudamos de posição e eu comecei a pular em cima do Rodrigo, fiquei rebolando em seu pau e apertando sua bolas com minha bunda. Quando ele me avisou que estava quase gozando eu aumentei o ritmo das reboladinhas e deixei que esporasse seu leite todo dentro de mim. 

Com a buceta pingando sua porra eu saí de seu colo pra me limpar e me recompor, fingindo que não tinha acontecido nada a gente saiu do banheiro e voltamos pras nossas atividades. Não durei muito na empresa; o boato de que Rodrigo tinha arrombado a xota da estagiária logo começou a correr pela empresa e eu tive que sair pra não virar um escândalo maior. 

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