Meu mestre de capoeira se aproveitou de mim

Meu fascínio por contos eróticos de sexo abusivo é surreal, eu não sabia o motivo até lembrar de certas coisas que aconteceram comigo durante minha pré-adolescência. Acho que toda mulher já passou por situações em que homens feitos tentaram tocar na buceta delas quando eram mais novas, porém uma grande maioria faz um escândalo na hora e nunca mais volta naquele lugar. 

Eu por outro lado não só voltava diversas vezes pras mãos do meu abusador como também gostava de seus toques indecentes. Acho que o conto erótico que eu mais me excito em contar é o do dia em que meu mestre de capoeira ficou a sós comigo pela primeira vez e se aproveitou da situação pra roçar sua piroca em minha xana. 

Tinha ficado só eu e ele ali na academia porque meu pai esqueceu de ir me buscar no horário e ele sempre pegava trânsito, então meu pai ligou pro meu mestre avisando que ele ia demorar um pouco e perguntou se ele poderia ficar comigo. 

Nesse intervalo de tempo ele se aproveitou daquilo e me levando pro chuveirão ele dizia que ficaria comigo pra que eu não sentisse medo. Quando saí do chuveiro ainda de toalha ele estava sentado me esperando segurando alguma coisa por baixo da sua calça. 

Hoje pensando na cena eu sei que ele segurava seu pau enquanto me via tomar banho, mas na época eu só tinha míseros 13 anos e ainda não entendia dessas coisas. Meu mestre pediu pra que eu me aproximasse que ele me ajudaria a vestir a roupa, mas antes ele examinaria pra ver se eu não tinha nenhum machucado. 

Eu segurava a toalha com força no meu corpo pra que ele não visse minha bucetinha, mas em pouco tempo ele já tinha tirado e eu tava ali nuazinha pro safado. Ele me olhava de cima abaixo perguntando se poderia abrir minhas pernas pra ele checar melhor, eu balancei a cabeça concordando, mas eu sabia que aquilo era errado. 

Eu já estava deitada num banco grande que tinha no banheiro quando ele me arreganhou todinha e começou a passar seus dedos no meu grelo. Fiquei olhando pro teto não sei porque, eu tinha vergonha de ver ele fazendo aquilo comigo e olhar pra cima parecia mais confortável. 

Quando ele perguntava se eu gostava quando brincava com meu grelinho eu respondia que sim, então ele continuava. Sua língua logo ocupou o lugar dos seus dedos, ele não foi o primeiro homem a chupar minha bucetinha, mas na hora eu fingi que aquela era a minha primeira vez sendo chupada. 

Pela minha carinha de inocente; meu mestre acreditou e toda vez que ia mudar de posição ele perguntava se podia fazer com a maior delicadeza. Me chamando de princesinha ele pediu pra que eu pegasse no seu pau e tocasse uma punhetinha pra ele. 

Me sentei de frente pra ele no banco e peguei na sua rola, perguntei se meu pai não poderia flagrar a gente daquele jeito e o mestre respondeu que a gente ainda tinha tempo. Ele pegou seu celular e começou a tirar fotos minhas, quando terminou ele me deitou de volta no banco e começou a roçar sua pica na entrada da minha buceta. 

Ele não enfiava mas ficava fazendo movimentos de vai e vem. Seu jato de porra veio logo em seguida deixando minha buceta que já tinha sido lavada toda melecada com seu leite. Meu mestre pediu pra que eu fosse me limpar e quando entrei no chuveiro ele veio comigo, roçando seu pau na minha bunda ele gozou outra vez, mas dessa vez me fez ajoelhar e engolir sua porra. 

Por causa de homens como ele eu cresci com essa tara nos contos eróticos abusivos, quanto mais forçado ele for; mais vontade de me masturbar eu tenho. Em um bom conto erótico abusivo eu chego a gozar duas vezes antes de terminar de ler tudo. 

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