Eles pagavam pra comer minha bucetinha

Minha mãe vendeu minha pepeca por dinheiro fácil.


Usando minha camiseta florida rosa eu ia sentar no colinho do meu tio, que na verdade não era tio, mas a minha mãe me fazia chamá-los assim porque eles gostavam. Por baixo do meu short não havia uma calcinha, e meus peitinhos ainda em crescimento fazia um certo volume na minha blusa.

Era o primeiro lugar que eles tocavam quando me viam, meus peitos eram chamados de pequenos limõezinhos; eles eram apertados e mordiscados pelos amigos da minha mãe e do papai. 

O tio Leandro sempre aparecia aqui em casa na segunda feira, ele era um dos poucos que sempre estava aqui por ter mais confiança do meu pai. Eles eram como irmãos, e qualquer problema que rolava em casa quando meu pai não estava era sempre o tio Leo que resolvia tudo. 

O preço da irmandade deles dois terminou sendo minha bucetinha que o tio Leo era apaixonado. Minha pepeca tinha nome e vivia sempre muito cheirosa pra agradar ele. Eu escutava sempre ele dizer que minha bucetinha precisava receber a colinha branca dele pra ficar feliz. 

Meu papai não sabia o que acontecia comigo quando ele não estava, eu nunca contei!


Minha mãe guardava nosso segredinho a 7 chaves. Tudo acontecia no meu quarto lá pelas 19 horas, um rosa bebê e umas bonecas no chão dava o ar inocente que aqueles safados tanto gostavam. Eu já tinha minhas preferências, eu gostava mais do tio Leandro porque ele sempre me dava presentes quando ia lá.

Uns presentes caros que eu sempre pedia e que com certeza eu jamais receberia dos meus pais. Ele sempre chegava bem mansinho até mim e me colocava deitada na cama com uma bonequinha ao meu lado. Primeiro a boneca recebia beijos e logo depois era eu no mesmo lugar que ela.

O tio Leandro sempre começava pelos pés e ia subindo até chegar em minha buceta, eu já era bem greludinha nessa época e o tio amava ficar chupando. Quando meu grelinho estava sendo sugado pela sua boca eu sempre sentia uma coceirinha de tesão na buceta.

Eu costumava chamar essa coceirinha de alergia quando ficava muito forte e eu estremecia na sua boca, ele dava risada dos nomes que eu dava, mas no fundo ele sabia que eu estava era gozando na sua boca. Ele sempre tentava me convencer a lamber o melzinho que saía da minha pepeca. 

Certa vez ele sugou bastante do meu mel e trouxe um pouco na boca pra me fazer engolir. Não me lembro ao certo o porque ele fez isso, mas acho que era tentando me convencer a engolir o leitinho da sua pica. 

Depois de deixar ele mamar na minha pepeca eu sempre ia parar no seu colo segurando no seu pau. Eu segurava forte aquele mastro sentindo ele pulsar na minha mão, por diversas vezes ele gozou daquele jeito apenas sentindo minhas mãos apertando ele. Foi no colinho dele que aprendi a masturbar um pau.

Logo em seguida ele me deixava colocar a cabecinha da pica na minha boca, bem devagarinho pra não machucar ou o leitinho não iria sair no final da chupada. Eu ficava ali mamando e impaciente querendo ver os jatos de porra saindo de vez da coisa dele. 

As vezes seu leite saía logo depois dele brincar com minha buceta; principalmente quando ele roçava a cabecinha da pica bem em cima do meu grelinho. Ele brincava de roçar por uns minutos e quando sentia que estava pra liberar a porra ele colocava perto da minha boca e pedia pra eu abrir. 

Ele não precisou me convencer muito a engolir seu leite, nas primeiras tentativas eu estava ali pronta pra sentir o gosto dele. Como ele sempre aparecia na minha casa pra fazer aquelas coisas de noite ele falava que aquilo era o leitinho do café pra eu dormir bem e eu gostava disso.

Quando vinha o jato de porra eu tinha que engolir tudinho pra não desperdiçar meu café da noite. Tio Leandro ia embora logo depois das nossas brincadeiras, mas antes dava um dinheiro a minha mãe que ela guardava dentro do seu sutiã.

Quando ele saía do meu quarto eu sentia umas coisas estranhas na minha pepeca, parecia que ele ainda estava chupando e brincando nela mesmo depois de ter parado. Eu ia me deitar com aquela sensação e apagava de um jeito que só acordava no dia seguinte bem cansada. 

Meu pai nunca desconfiou dessa sacanagem e eu nunca quis contar pra ele. Na medida que fui crescendo percebi que os homens não queriam ficar só brincando com o pau na entrada da minha bucetinha, eles forçavam mais um pouco até eu gritar. Eles levavam uns livros pra mim, uns contos eróticos com imagens de mulheres sendo penetradas e gostando daquilo.

Eu tava doida pra sentir uma piroca entrando na minha bucetinha

novinha gostosa

Eu sentia um pouco de dor, mas queria que aquilo entrasse logo em mim. As vezes quando não tinha ninguém em casa eu ficava sem calcinha de pernas abertas tentando enfiar o cabo da escova de cabelo dentro da minha pepeca só pra sentir como era ser penetrada. 

Por diversas vezes enquanto estava no colo do tio Leo me peguei tentando mirar a pica dele dentro de mim, mas ele sempre recuava. Ele deixava passar só a cabecinha e já tirava a pica dali pra acariciar meu grelinho. 

Ele tinha muito cuidado comigo, mas ainda assim ele foi o homem que rompeu meu lacre. Ele estava meio bêbado no dia e acabou metendo de vez dentro de mim na primeira roçadinha que deu na minha buceta. 

Acho que ele não aguentava mais me ver mirando a cabeça do seu pau na entrada da minha pepeca e aproveitou que aparentava estar um pouco bêbado pra colocar a culpa de ter rompido meu lacre na bebida. 

Na mesma hora que senti o pau dele me furando eu esperneei e quase chorei de dor. Já todo atolado dentro de mim o tio Leo pediu pra que eu me acalmasse e não gritasse tanto pra que não interrompessem nosso amorzinho. 

Não tinha mais volta, seu pau já estava dentro de mim e quanto mais eu me mexia tentando aliviar a dor mais eu deixava meu tio excitado. Aquilo até que era bom, eu sentia aquele pedaço de carne todo dentro de mim pulsando como uma bomba. 

Com o tempo a dor foi passando e virando uma sensação gostosa dentro de mim. Eu não sabia explicar o que era, mas estava gostando muito. Eu toda pequenina debaixo daquele homem enorme no meu quartinho rosa, ele bombava dentro de mim como se eu fosse uma prostituta da rua.

As vezes ele enfiava sua pica dentro da minha buceta enquanto chupava meus peitinhos; isso fazia minha pepeca ficar cada vez mais molhada. Então ele passava o dedo na minha entradinha pra tirar meu mel e me mostrar como eu tava ficando assanhada. 

Ele tentava o tempo inteiro me trocar de posição, mas eu tinha medo de fazer isso e sentir dor, então ficava sempre me esquivando. Até que ele veio com umas brincadeirinhas que me levaram a fazer tudo o que o safado queria. 

Tio Leandro me colocou de 4 pra fazer uma brincadeirinha nova e enfiou seu pau de novo dentro da minha buceta. Ao mesmo tempo eu sentia seu dedo dentro tentando penetrar meu cuzinho então eu tentava trancar pra que ele não metesse ali, mas ele ficava fazendo cosquinhas na entrada do meu cuzinho e aquilo me fazia piscar o meu rego.

Aquela posição era ainda mais gostosa que a outra principalmente quando eu sentia as bolas dele batendo com força no meu grelinho duro. Eu sentia uma vontade tremenda de fazer xixi daquele jeito, mas era só meu orgasmo pronto pra sair. 

Ele sentia meu cuzinho fazendo aquilo com seu dedo e pediu pra eu fazer na cabecinha do seu pau. Fiquei com medo, mas o tio prometeu não meter muito fundo pra não doer. Eu confiava muito nele e aceitei, empinei meu rabo todo e esperei a cabecinha do seu pau encontrar a abertura do meu cuzinho.

Quando senti que estava tentando me furar eu relaxei meu cuzinho e esperei a cabecinha dele entrar toda. Quando passou eu comecei a piscar meu cuzinho na cabeça do pau dele; tio Leandro ficou louco com aquilo e não aguentou ficar só na cabecinha, ele relaxou sua cintura e seu pau acabou entrando no meu cuzinho de vez.

Vi a lua naquela hora e me joguei de vez na cama, atrás de mim o tio Léo não tirou seu pau de dentro, começou a bombar forte. Tapando minha boca pra eu não gritar ele me comeu até esporrar seu leite em cima da minha bunda.

Antes de me limpar o tio Léo prometeu me dar um notebook pra eu não contar pra minha mãe o que tinha acontecido. Depois desse dia eu percebi que poderia tirar presentes dos homens que minha mãe me vendia e a partir daí passei a me vender por conta própria.

Comentários

Postar um comentário