Flagrei meu padrasto enrabando sua filha

Flagrei meu padrasto metendo escondido e fiquei molhada

flagras contos eróticos

Adoro contos eróticos que relatam experiências reais porque sempre imagino as sensações das pessoas envolvidas. Passo horas me masturbando lendo aqueles contos surreais de homens feitos enganando meninas inocentes só pra abusarem delas. 

Nunca pensei que passaria por uma situação parecida, mas sempre sonhei em flagrar uma foda proibida ou um homem mais velho comendo uma novinha. Tenho fetiches desse tipo desde sempre, não me lembro ao certo em que momento da minha vida passei a ter essas coisas na cabeça, mas me lembro bem de ser bem novinha quando comecei a imaginar sexo proibido antes de fazer um carinho na minha pepeca. 

A calada da noite era sempre o melhor horário pra imaginar essas coisas, principalmente porque era quando eu escutava os gemidos na minha casa. As vezes eu ia correndo pro pé da porta de onde saía esses gemidos e me deitava no chão com os dedos entre as pernas esfregando meu grelinho. 

O chão gelado não era problema nesses momentos, eu nem me importava se estava sujo ou fazendo frio; queria apenas ter aquela sensação que um orgasmo me proporcionava. Esse foi meu início antes de me descobrir sozinha na cama com meus pensamentos. 

Com um tempo foi virando vício mesmo e eu já não conseguia mais dormir se antes não tivesse tocado pelo menos uma siriricazinha. Isso não seria um problema se eu não tivesse que dividir na maioria das vezes o meu ambiente de privacidade com outra pessoa. 

Hoje eu admito que essa foi a minha melhor fase, o meu auge de descobrimento em um bairro repleto de pessoas sem vergonha. Por isso meu vício em sexo nunca foi um ponto fora da curva, o lugar onde eu morava praticamente me levou a ser viciada assim. 

Eu cresci num bairro onde as meninas eram super safadas e já gostavam de se exibir pros tarados de plantão, aquilo despertava em mim sentimentos que eu não tinha nem noção do que era; um misto de curiosidade e tesão ao mesmo tempo, meu melhor entretenimento era espiar a putaria que rolava nas entrelinhas daquelas vielas. 

Eu tinha uma amiga que costumava fazer esse tipo de coisa, nossa amizade era mais porque morávamos uma do lado da outra. Da laje da minha casa dava pra ver absolutamente tudo o que acontecia na casa dela, e por causa disso flagrei diversas vezes seu pai do lado de fora tomando banho. 

As vezes eu tinha a sensação de que ele sabia que estava sendo espiado por alguém. O buraco em que eu ficava olhando ele tomar banho não era tão escondido quanto eu pensava e por vezes cheguei a gelar quando ele olhou pro meu esconderijo, mas como ele não me dedurou continuei espiando ele.

Eu contava quase tudo pra essa amiga que eu tinha, mas uma coisa em especial que eu guardava a 7 chaves e não contava a ninguém era que eu gostava de ver o pai dela colocando a pica dele pra soltar leite durante o banho. 

Eu sempre esperava o momento chegar, ele só fazia aquilo quando estava sozinho em casa. Quando ele ia pra um lugar escondidinho atrás do tanque de água eu já sabia o que pretendia fazer e ficava só esperando a pica endurecer e apontar pra cima. 

Ali escondido ele punhetava sua pica, acariciava bem rápido enquanto via algo na tela do celular, provavelmente devia ver um pornozinho. As vezes ele olhava pra cima e ficava encarando o buraco de onde eu o espiava até o leite dele sair. Escondida ali atrás espiando aquilo eu aprendi a me tocar em pé até gozar, eu sempre imaginava ele roçando a pica dele na minha grutinha nesses momentos.

Quando a gente se esbarrava pela rua nem parecia que tínhamos esse segredinho. Certa vez até fui pega de surpresa tendo que sentar em seu colinho por falta de espaço, e nesse dia senti uma cutucada entre minhas pernas; fingi não estar sentindo nada só pra continuar com aquilo.

Até hoje sinto vontade dessa sentada que nunca aconteceu, quando iniciei meu vício por brinquedinhos sexuais eu sempre imaginava que o consolo enorme que eu tava enfiando na minha bucetinha era a jeba do meu vizinho tarado que gostava de gozar na minha frente.     

O pai era tão safado quanto a filha; afinal uma fruta não cai longe do pé. Essa minha amiga na época ainda era bem novinha e já era uma putinha, um belo projeto de puta. O segredo dela que ela compartilhava comigo era fazer da laje da casa dela um bordel pra uns safados que passavam a mão nela. 

Eu sempre gostava muito de ouvir as histórias de putaria dela, ficava sempre muito excitada com tudo aquilo e mal podia ver uma oportunidade que me tocava pensando nas putarias. Mas o que eu gostava mesmo era de assistir aquilo e isso eu não contava a ninguém muito menos pra ela que jurava fazer aquele tipo de coisa sem ter alguém flagrando.

Me lembro como se fosse hoje a expressão de dor que ela fazia enquanto um homem enorme estava enfiando os dedos dentro dela. Ele parecia agir com muita brutalidade, minha amiguinha só podia segurar seus gritos e aguentar a dor até satisfazer o macho. 


Nesse dia eu gozei tanto assistindo aquela cena que até pensei ter feito xixi na calcinha de tão molhada que estava. Eu a vi colocando pra fora da boca uma quantidade absurda de porra. O homem que estava fazendo aquilo nela era o dono de uma igreja na nossa rua e vivia me chamando pra fazer parte do cultinho de jovens... depois de um tempo me arrependi de não ter aceitado. 

Com o passar do tempo ela acabou se mudando com a família e eu perdi meus vídeos de sexo ao vivo da laje da minha casa. Na época eu tinha que me contentar apenas com as lembranças da minha cabeça e com os gemidos que eu escutava de madrugada escondida. 

Dizem por aí que o tempo cura tudo, porém a única coisa que não cura é uma mente promíscua. Meu fetiche nunca mudou, muito pelo contrário só foi evoluindo pra coisas mais picantes. Quando descobri os contos eróticos quase perdi o grelinho da minha buceta de tanto que me toquei lendo as histórias. 

Os contos só aumentaram meu fetiche juntamente com os problemas. Por algum motivo que até hoje não entendo eu passei a ter que dividir meu quarto fixamente com a filha do meu padrasto.  Eu até gostava dela, mas sentia falta da minha privacidade; principalmente quando a madruga chegava e eu não podia me masturbar pra não ser pega por ela. 

Ela tinha a mesma idade que eu, nos dávamos bem, mas éramos bem diferentes. Ela passava a maior parte do tempo na escola ou jogando vôlei com umas amigas. O meado da tarde era o único momento em que quase todos da casa ficavam junto, exceto minha mãe. 

Isso só mudou quando comecei a fazer uns cursinhos no horário e aí a casa passou a ser basicamente apenas do meu padrasto e da filha dele.  Com a chegada dela eu tive que diminuir a frequência que eu assistia vídeos pornográficos e lia contos eróticos, eu morria de medo de ser flagrada então tinha que me controlar. 

Apesar disso eu morria de saudades e quando tinha a oportunidade de ficar a sós com meus pensamentos promíscuos eu não desperdiçava. Mas é aquela coisa, né... a gente sempre evolui para achar soluções nos problemas, e eu encontrei a minha; não demorou muito pra eu descobrir que conseguia me masturbar sem dar um piu e logo me acostumei a fazer quietinha. 


Eu ainda me aliviava escutando a foda de madrugada, eu fingia sair pra ir ao banheiro e ficava um pouquinho escutando a trepada, depois voltava e me siriricava baixinho até gozar. 

Para a alegria do povo a foda deles era diária, minha mãe tava bem alimentada, mas meu padrasto parecia que nunca tava satisfeito. O homem vivia de pau duro tentando esconder quando passava pela gente, a noite ele descontava o tesão na minha mãe.  

Ou pelo menos eu achava que ele descontava apenas na minha mãe. Apesar dele ser ouriçado desse jeito nunca imaginei que um homem como ele pudesse ser capaz de trair sua amada; principalmente de um jeito tão proibido.

Minha jornada nos cursinhos me fazia passar a maior parte do tempo fora de casa. Quanto mais tempo eu passava fora, mas minha irmã emprestada ficava em casa com meu padrasto. Essa rotina durou bastante tempo e acho que foi isso que fez com que eles relaxassem nos cuidados. 

Esporadicamente voltei mais cedo num dia, estava com preguiça de ir e resolvi dar aquela singela fugidinha pra descansar. Foi nesse dia que tudo aconteceu e eu acabei flagrando uma cena um tanto inusitada. 

Cheguei em casa sem fazer muito barulho pra não atrapalhar ninguém, tudo estava tão quieto que eu jurei que tava geral tirando um cochilo. Por pura educação e consideração não dei um piu, mas tudo estava muito quieto e muito aberto. 

Cheguei até a imaginar que apenas meu padrasto estava em casa dormindo e fui direto pro meu quarto;  fechei a porta e comecei a me despir pra tomar banho quando comecei a escutar uns barulhinhos diferentes na casa. Não dava pra negar que aquele barulho era de uma putariazinha gostosa.

Quase gelei na hora, pensei até em sair dali pra não atrapalhar a foda do meu padrasto e minha mãe. Imaginei que se fizesse barulho eles iriam perceber que tinha gente em casa e iriam parar, mas tinha tanto tempo que eu não tinha um momento de prazer que resolvi alimentar meu vício.  

Fui devagarinho até a porta do quarto do casal espiar pela fechadura. A cama era bem de frente e dava uma visão espetacular do que tinha dentro principalmente durante o dia. Meu coração gelou quando percebi que na cama não era minha mãe sendo penetrada na buceta. Eu via a pirocona do meu padrasto entrando e saindo de uma pepeca apertada, mas era uma bucetinha proibida: a da filha dele.  

Ainda lembro dele tremendo em cima dela tentando penetrar sua piroca dura.

flagra gozando na buceta

Naquele momento meu padrasto revezava entre a bucetinha e o cuzinho dela, ele enfiava tudo na pepeca pra lubrificar o pau e tentava penetrar o cuzinho da sua menina. Ela meio receosa pedia pra ele meter na buceta de novo porque no cuzinho doía. Ele ficava insistindo e alisando seu grelinho dizendo que só iria doer no início mas depois iria passar. 

Aquela cena fez minha buceta piscar de um jeito que nunca aconteceu, acho que era o tesão acumulado. Naquele momento eu estava tão ouriçada com tudo aquilo que sentia meu grelinho doer toda vez que passava o dedo em cima. Me ajeitei ali quase sem respirar direito pra não interromper o momento dos dois e enfiei minha mão dentro da calcinha. 

A pica do meu padrasto envergada pra cima quase estourando de tão dura e a carinha da filha dele recebendo aquela tora na pepeca era tão gostosa que eu esquecia do quão errado era aquilo tudo. Os breves segundos de culpa que eu sentia por minha mãe ia embora toda vez que escutava meu padrasto gemer enquanto metia na buceta dela e chupava seus peitinhos.  

Ele aproveitava cada gota do melzinho que saía da sua pepeca pra lubrificar o cuzinho, e quando teve a chance não perdeu tempo e enfiou bem devagarinho no cuzinho dela. A menina gritava em cada pedacinho de pica que entrava no seu rabo, ela tremia de dor naquela pica, mas ela merecia sentir aquilo por ser uma putinha daquele jeito. 

O ardor da pica no cu não durou por muito tempo, e quando a safada se acostumou com a jeba do papai enfiada no seu rabo ela voltou a gemer como uma cadelinha no cio. Aquela altura eu morria de vontade de gozar nos meus dedos, mas queria aproveitar cada lance daquele sexo proibido. 

Aquela cena me lembrou a putinhas dos contos eróticos que faziam charme pro pirocudo até ele meter com força dentro delas. Meu padrasto perguntava se a filhinha dele estava gostando e a safadinha mordendo os lábios balançava a cabeça concordando. 

Os dedos dele estavam dedando seu grelinho e passeando pelo seu buraquinho quando ela contraiu o corpo de vez e deu um gemido alto. Minha irmazinha safada tinha acabado de gozar com uma pica no cuzinho dela. Meu padrasto gozou logo em seguida despejando um caminhão de porra dentro do rabo da menina. 

Eu vi aquela tora saindo do seu rabo e o leite escorrendo de dentro dela. Parecia uma cachoeira de leite de pica, o buraco do seu cuzinho tinha sido todo estourado naquele pau, e de longe dava pra ver seu cuzinho ainda latejando de dor. 

Gozei poucos segundos depois e senti minha calcinha toda molhada. Meu padrasto ainda passou um tempo olhando pro estrago que ele tinha acabado de fazer na bunda da sua menina. Logo em seguida corri pro meu quarto e só saí de lá quando eles já estavam na sala. 

Quando me viram olharam pra mim assustados dizendo que não me viram chegar, inventaram uma desculpa dizendo que estavam tirando um cochilo do almoço dentro do quarto porque era mais fresco por causa do ar condicionado. 

Eu fingi não ligar pra essa desculpa e eu fui mais cara de pau ainda porque disse que cheguei com fone de ouvido e acreditava estar sozinha em casa. Depois disso passei a vigiar a foda deles sempre que tinha a oportunidade; até enjoei do meu cursinho só pra chegar mais cedo em casa.

Naquela noite meu padrasto maltratou tanto minha mãe na cama que até imaginei que ele iria esfolar sua buceta. Os gritos e os gemidos eram tão intensos que nem precisei sair do meu quarto para escutar, acho que nessa noite até a filhinha dele escutou a trepada.  

Comentários

  1. Tbm adoro, e tenho q dizer q já aconteceu a mesma coisa comigo. Quem quiser me chama pelo santoseduardo6287@gmail.com

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