Fingi ser inocente pra ele abusar de mim

Aprendi a gostar de sexo de um jeito diferente, desde que me entendo por gente eu me masturbo sempre que tenho oportunidade. O grelinho da minha buceta é maltratado desde meus 6 anos que eu me lembre. 

As vezes eu me escondia debaixo da cama pra me masturbar, mas eu não aprendi isso sozinha. Toda garota safada como eu aprendeu ser assim com algum macho mais safado ainda. Meu homem zero foi o enteado do meu vizinho, ele já era quase um homem feito naquela época, devia ter seus 17 pra 18 anos. 

Hoje em dia ele passa por mim e só cumprimenta com um ``oi``, ele nem imagina o que fez na minha vida depois de seus abusos. Eu o chamava de Marcelinho; ele tinha um videogame e eu era doida pra brincar, quando a mãe dele estava em casa a gente de fato passava horas jogando, mas quando ela saía o Marcelinho deixava o controle de lado e começava suas carícias em meu corpo. 

Ele me colocava em seu colo pra me ensinar a jogar direito, sempre tava errado e eu tinha que me consertar sentando mais coladinho em sua barriga até ficar em cima do seu pau. Quando eu sentia um molhado em minha bunda era porque já tinha acabado então ele me colocava pra ir embora pra dormir. 

No entanto, esse conto erótico é sobre um caso mais especial que tive. Durante uma reforma aqui em casa eu fiquei responsável por receber o pedreiro, meus pais estariam no trabalho e não poderiam voltar a tempo de recebê-los. Eu só tinha uma tarefa: ``receber o pedreiro Fábio e subir pro meu quarto até ele terminar``, mas eu não fiz isso fiquei na sala vendo o pedreiro trabalhar. 

Uma menina de 15 anos trancafiada dentro de uma casa com um homem fardado desconhecido com certeza não daria algo que preste. A tv estava ligada passando um jogo de futebol, quando ele percebeu começou a puxar assunto comigo, falei horrores sobre o quanto eu gostava; no começo eu até achei que só queria conversar mesmo, mas aí o pedreiro veio com uma conversa de namoro e eu já pensei logo que o safado tava querendo me comer. 

A garota virgem que nunca namorou porque o pai é bravo sempre deixa homens como ele babando de tesão, quando o pedreiro safado viu uma oportunidade de comer uma ninfeta virgem dentro da sua própria casa ele não perdeu tempo. Eu por outro lado quis manter a minha postura de inocente recatada do lar, minha buceta aquela altura piscava pensando o quão duro seu pau estava só de imaginar me comendo. 

Toda a putaria de verdade só começou quando ele me pediu pra pegar algo no alto do armário, tinha uma escada ao lado, aquilo só era uma desculpa pra roçar nos meus peitos. Na hora de me descer de volta eu senti seu pau colado na minha bunda; me virei de frente pra ele e fui surpreendida com um beijo longo e molhado. 

Correspondi, mas ainda tinha que manter minha postura de menina inocente; umas duas vezes ele tentou colocar minha mão em cima do seu pau e eu tirei. Mais íntima dele comecei a chamá-lo de Fabinho, minha buceta mais parecia um troféu que ele estava doido pra conseguir pegar. Rapidinho fui parar em seu colo, tive minha blusa suspendida e meus seios expostos. 

Fabinho pedia permissão pra tudo até pra mamar meus peitos; ele dizia que não iria me forçar a nada, mal sabia ele que eu queria aquilo desde o momento que ele chegou. Eu não parava de olhar a aliança em seu dedo só pra ouvir do Fabinho que eu era mais gostosa que sua mulher. 

Nessa brincadeirinha ele acabou pedindo pra ver minha xoxota, meio relutante eu aceitei e me arreganhei toda em cima do sofá. Sem perder tempo o Fabinho caiu de boca na minha buceta e começou a me chupar gostoso. Eu já tinha mamado quase minha turma da escola inteira, mas o Fabinho não sabia disso e queria me ensinar a chupar piroca; eu deixei. 

Pra ele era um tesão comer uma ninfeta pura e pra mim era excitante aquela sensação de ser abusada. Aquilo era como os filmes ou contos eróticos que eu via. Com a boca em seu pau ele pedia pra eu ficar passando a língua na cabecinha, quando eu fazia isso seu gemido ficava forte, parecia que ele iria gozar ali mesmo, mas o Fabio se segurou até chegar o momento de me furar. 

Na primeira estocada ele percebeu que eu não era mais virgem, na mesma hora ele perguntou quem tinha comido minha bucetinha; eu disse pra ele que tinha sido meu primo há uns tempos atrás. Contei pra ele uma história digna de um oscar dos contos eróticos e ele acreditou. 

No final da minha historinha o seu pau já batia na testa; sua pica tava encostada na entrada da minha buceta. Só a cabecinha tava pra dentro, quando eu terminei de contar eu fiz uma carinha envergonhada e então ele meteu tudo dentro de mim. Meu gemido no pé do seu ouvido fez o Fabinho enlouquecer; seu vai e vem ficou mais forte e rápido, faltou buceta pra ele comer de tanto que o safado meteu em mim. 

Prestes a gozar dentro da minha xoxota ele pediu pra eu falar de novo que meu priminho tinha me comido, repeti essas palavras no seu ouvido e no final senti seu jato de porra entrando na minha buceta. 

Era quase um banho de porra dentro de mim, tirando sua rola de dentro da minha buceta ele guardou de volta na calça e terminou dando um beijinho na minha boca e em seguida uma chupadinha nos meus peitos. 

Fabinho passou o resto do dia me tratando como sua mulher, até cafezinho eu fiz pra ele. Depois desse dia ele passou a mandar mensagens no meu celular pedindo pra se encontrar comigo, mas eu nunca respondi. 

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