Engoli o leitinho do porteiro do prédio

Alguns homens sempre tentam tirar uma casquinha de garotas inocentes que precisam de ajuda. Eu sempre tive por perto homens assim que dedicavam grande parte do seu tempo sozinhos comigo pra tentar passar a mão em mim. Confesso que adoro essa atenção exagerada que recebo por causa do meu corpo. 

Aos 16 anos eu mudei com meus pais pra um apartamento em São Paulo, era muito perto da escola então eu ia e voltava a pé. Meus pais saíam pela manhã e só voltava à noite, antes de sair pro colégio eu tinha que pegar a chave ou ficaria na rua. Sempre fui muito atenciosa, mas num dia fatídico eu esqueci as chaves em casa. 


Fiquei ali na porta de casa por meia hora tentando raciocinar a merda que tinha feito até que decidi ir pra portaria e esperar meus pais que só chegariam na boca da noite. Pedi permissão pra entrar e expliquei a história toda pro seu Sérgio que sempre muito gentil me aceitou ali dentro pela tarde inteira. Ali dentro daquela sala com vidro fumê eu conversava com seu Sérgio sobre tudo. 


Quando terminou o assunto comecei a inventar perguntas aleatórias pra que ele não se cansasse de mim e me botasse pra fora. Não demorou muito pro seu Sérgio cumprir com o ritual de todos os homens quando estavam sozinhos comigo, logo percebi ele olhando pros meus peitos e um volume a mais na sua calça de trabalho.


De vez em quando ele elogiava alguma coisa em mim e eu agradecia com um beijinho no rosto. Ele tinha idade pra ser meu pai e eu só beijava de forma carinhosa mesmo, mas não foi assim que ele enxergou minha sequencia de beijos. No último elogio quando fui beijá-lo ele virou o rosto e acabou pegando na sua boca. 


Recuei um pouco e senti ele puxando a cadeira mais pra perto dele e me fez beijá-lo outra vez. Quando soltou meus lábios ele deu uma gemidinha dizendo que tinha sido uma delícia, seu Sérgio pediu pra que eu olhasse pra baixo pra que eu pudesse ver como eu tinha o deixado. O volume na sua calça estava muito maior que uns minutos atrás. 


Ele olhava pra mim como se quisesse me comer com os olhos, as vezes um carro chegava e ele demorava uns minutos pra abrir por estar me tocando, mas logo o carro buzinava e pelo susto ele nem checava a placa só fazia abrir. Seu Sérgio dentro daquela sala suspendia minha farda da escola e botava minha teta pra fora pra ficar mamando.


Ele trancou a porta pra garantir que ninguém entraria do nada ali. Já com os peitos completamente de fora o seu Sérgio tratou de tirar o resto da minha roupa, mas manteve minha blusa do colégio, parecia que ele tinha fetiche em comer colegiais

Na cadeira e toda arreganhada pro meu porteiro a minha buceta escorria meu melzinho por causa da mamada que ele tinha dado nos meus peitos. 


Ele passava o dedo no meu grelinho e me mostrava o quanto eu tava molhadinha. Comecei a ver uma mancha de molhado na calça e ele me fez tirar pra fora aquela pica toda babada. 

Seu Sérgio estava explodindo, ele tinha uma aliança no dedo, mas parecia não trepar a séculos de tão duro que sua pica estava. Passei o dedo na cabecinha e espalhei sua baba pro resto da piroca. 


Saiu tanta babinha que deu pra percorrer toda a sua jeba. Em seguida eu coloquei na boca e comecei a chupar aquela pica de porteiro safado. Ele dava tapas na minha cara enquanto eu chupava ele e perguntava se eu ia esquecer a chave no dia seguinte outra vez. Depois de chupá-lo eu me levantei e ele me colocou sentada em cima da mesa. 


Fiquei com a xota na direção do seu pau e então seu Sérgio veio suspendendo minha perna e enfiando sua pica dentro da minha buceta. Eu tava tão molhada que minha xota sugou seu pau com muita facilidade. Eu melei suas bolas com o melzinho que escorria da minha bonequinha. Seu Sérgio via aquilo e bombava cada vez mais forte dentro de mim. 


Sentada ali naquela mesa sendo fodida eu acabei levando porra em cima do meu grelinho. Ele ejaculou tanto em mim que até melou um pouco a mesa. Depois da foda nos vestimos, mas eu ainda tinha que ficar ali até meus pais chegarem, passei o resto do dia com os peitos do lado de fora dando de mamar pro seu Sérgio. Levei gozada de novo, mas da segunda vez foi bem no fundo da minha garganta.

contos eróticos narrados
By - Sheillaxv

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