O conto erótico do fantasma que esporrou leite na minha calcinha

Fiquei na dúvida se deveria ou não fazer esse conto erótico. Muitas pessoas não acreditam em mim quando relato o que aconteceu, outras acham que eu sabia de tudo e só fingi não saber porque gostei da sensação. O fato é que este conto erótico é mais um relato de uma história real que ocorreu comigo. 

Eu já disse em outros contos que ainda me masturbo quando lembro da época em que os homens mais velhos se aproveitavam da minha inocência pra tocar em minhas partes íntimas, mas dessa vez esse conto erótico é sobre algo incrível que até hoje não consigo explicar. 

Desde criança tenho sono muito pesado, assim que deito eu durmo e só acordo no dia seguinte quase sempre sem lembrar dos meus sonhos; e todo mundo sabia disso, meu pai espalhava pra Deus e o mundo que eu deitava e dormia igual uma pedra. 

Mas houve uma noite em que eu não peguei num sono tão pesado assim, era madrugada e eu ainda estava meio sonolenta, todos dentro de casa já dormiam e roncavam em seus quartos. Estávamos no mês do aniversário do meu pai e tinha alguns familiares em nossa casa, inclusive o irmão bastardo do meu pai. 

Gustavo era fruto recente de uma pulada de cerca do meu avô, naquela época meu pai já estava completando 40 anos e seu irmão bastardo tinha apenas 21 anos. Apesar disso ele tinha uma boa relação com seus irmãos e meu pai era louco por ele, meu tio Gustavo dormia no quarto ao lado do meu e eu juro por Deus que eu o vi de madrugada dentro do meu quarto. 

Meio dormindo e meio acordada eu percebi a porta sendo aberta e alguém entrando onde eu dormia, andando em minha direção a pessoa chegou em minha cama e tirou a coberta que estava em cima de mim. Na hora eu não conseguia acordar, parecia que estava paralisada, estava escuro, mas eu conseguia enxergar algumas coisas, eu sabia quem estava ali e o que fazia comigo. 

Sem meu cobertor em cima de mim eu senti quando minha calcinha foi colocada de lado e algo molhado passava na minha buceta. Meu grelinho era sugado como se fosse uma balinha, eu tentei me mexer, mas não conseguia. Meu tio Gustavo chupava a buceta da sua sobrinha inocente enquanto acreditava que eu estava dormindo. 

Aquilo não era tão ruim, eu fiquei com medo de alguém flagrar ele fazendo aquilo e brigar comigo.  No fundo eu sabia que era errado, porém a coceirinha era boa, ele abria minha buceta e enfiava a língua bem no meu buraquinho. Quando o tio parou de me chupar eu achei que tinha terminado, mas aí ele começou a passar alguma coisa no grelinho da minha buceta, aquilo era macio e era tão gostoso quanto as chupadinhas que ele dava, com um tempinho foi ficando mais molhado e ele roçava mais rápido e forte. 

Cheguei a sentir que aquilo entraria no lugar onde eu fazia xixi, mas ele parou antes de enfiar. Não estando satisfeito ainda o tio Gustavo suspendeu minha blusa e chupou meus peitos que nem pareciam peitos ainda, mas senti direitinho sua língua passando em cima do biquinho dos meus peitos. 

Tio Gustavo ainda beijava minha boca como se eu fosse sua namorada, ele colocou sua pica perto do meu rosto e começou a me bater com ela, nesse momento eu consegui virar de lado e ele com medo de eu acordar parou de fazer aquilo e voltou a se concentrar na minha bucetinha. 

Voltando a brincar com minha xana ele colocou encaixado novamente na entradinha e ficou forçando, ele não enfiava sua piroca, mas fingia os movimentos como se estivesse metendo, de vez em quando sua pica escapulia do lugar e ficava no meio das minhas pernas. Eu tava de ladinho e aquela posição apertava sua pica que estava entre minhas pernas, então ele começava a meter mais forte. 

Pouco tempo depois de fazer aquilo comigo ele me virou de frente e gozou seu leite em cima do meu grelinho, ficou tudo molhado e melecado. Quando levantei de manhã eu corri pra ver o que era e vi aquela coisa branca no meu grelo e em cima da minha calcinha. 

Acordei com dúvidas se era realmente meu tio Gustavo que tinha entrado no meu quarto de madrugada, por isso eu fui até ele e perguntei se ele tinha ido ou visto alguém entrando, ele respondeu que não e eu acreditei. Mas eu tinha que contar aquilo pro meu pai e cheguei pra ele dizendo que um fantasma tinha feito xixi em mim, na época eu achei que tivesse sido xixi porque era branco, quente e tinha saído da pica. 

Hoje eu sei que o safado do meu tio Gustavo gozou em cima da minha calcinha durante a noite e me fez acreditar que era um fantasma. Agora, esse é o momento do conto erótico que as pessoais que leem insistem em dizer que eu só deixei ele fazer aquilo comigo porque tinha gostado de receber uma linguada na minha buceta.

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By - Sheillaxv

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