Ele brincava de médico comigo quando minha mãe não estava

"Tio Gordo" era o apelido carinhoso que eu tinha colocado no meu primeiro padrasto. Ele era muito gentil comigo e sempre cedia aos meus caprichos. Ele trabalhava em casa e por isso a gente passava a maior parte do tempo junto. 

Ele me dava almoço e café da manhã; quando eu voltava do colégio e terminava de fazer minhas tarefas a gente brincava de médico no meu quarto. Minha mãe trabalhava fora de casa fazendo unha na casa de clientes. Ela só voltava pra casa tarde da noite e na maioria das vezes eu já estava dormindo. 

Minha mãe amava o jeito paterno que meu padrasto tinha comigo, na frente dela ele me tratava como se eu fosse sua filha, mas durante nossas brincadeiras ele sempre tirava minha roupa e só escolhia as brincadeiras que tinha que passar a mão em mim. 

A preferida dele era de médico, eu chegava no consultório e ele tinha que me examinar. Meu padrasto pedia pra eu deitar na cama e ficar sem a blusa; com os meus peitinhos de fora ele começava a me massagear, ele passava a mão pela minha barriga e subia pras tetas ali ele apertava o biquinho e ficava dizendo se eu estava saudável ou não. 

Eu gostava quando ele fazia aquilo eu gostava daquilo por causa da coceirinha gostosa que eu sentia. Logo depois de examinar meu corpo ele dizia que eu estava muito doente e precisava de um aparelho pra respirar. 

Era naquele momento que meu padrasto colocava pra fora a sua pica e chegava bem pertinho do meu rosto, quando ele fez isso pela primeira vez eu fechei os olhos pra não ver o seu pipi, mas meu padrasto disse que eu poderia ver se eu quisesse. 

Era a primeira vez que um pau chegava tão perto assim de mim e eu queria ver o tamanho. Fiquei encabulada com aquela cabeça grossa da piroca e não consegui parar de olhar, naquele dia ele perguntou se eu queria tocar; quando levei minha mão até a cabeça do seu pau eu senti pulsar nos meus dedos e recuei sem querer tocar outra vez. 

Com o tempo ele foi fazendo eu me soltar mais e durante nossas brincadeiras ele fingia que seu pau era o aparelho de respirar só pra me fazer colocar aquilo na boca. Eu só estava liberada pra ir pra casa quando saía um leitinho do seu pau no fundo da minha garganta. 

Quando isso acontecia nossa brincadeira terminava e eu tinha que ir tomar banho. Tio gordo gostava de ir comigo pro chuveiro porque ele dizia que eu não sabia tomar banho direito; então ele sempre ia pra passar sabão pelo meu corpo e lavar minha xoxota direitinho. 

Ele sempre passava bastante tempo alisando meu grelinho no chuveiro; eu já sabia lavar, mas ele dizia que tinha que ser bem lavada pra eu não ficar doente. Na hora da xoxota eu me agachava no chão pra ficar bem aberta pra ele passar a mão, naquela hora meu padrasto abandonava o sabonete e passava só a mão na minha buceta; sua pica sempre ficava dura quando ele fazia aquilo. 

As vezes ele punhetava sua piroca enquanto sua outra mão estava lavando minha xana; outras vezes ele perguntava se eu queria brincar de médico de novo, mas ao invés dele ser o doutor éramos dois pacientes e a gente tinha que cuidar um do outro. Meu padrasto deitava na cama e me colocava em cima dele. 

Minha cara ficava em cima da sua piroca e ele me fazia colocar na minha boca, mas eu tinha que fazer isso de olhos fechados pra eu não ver o seu pipi. Enquanto eu chupava ele meu padrasto ficava tocando minha buceta; de vez em quando ele me suspendia de vez e começava a chupar o grelinho da minha xota. 

As vezes meu grelinho estava duro e ele chupava bem em cima; era uma coceirinha gostosa e eu pedia pra ele deixar sua boca ali até a vontade de fazer xixi passar, hoje eu sei que a vontade de fazer xixi era meu orgasmo vindo, mas na época eu não sabia dizer que aquilo era meu gozo. 

Quando meu padrasto estava satisfeito ele ia pro banheiro sozinho e quando ele saía eu entrava pra terminar meu banho; ele sempre ia tirar um cochilo no final e eu ficava brincando sozinha no meu quarto.

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