Agradeci a carona do meu chefe com um boquete

Como jovem aprendiz de um mercado eu aprendi de tudo, menos coisas relacionadas a profissão que tinha sido designada. Careca era o nome do dono do mercadinho e como era um estabelecimento pequeno ele resolveu que me ensinaria tudo por conta própria. 


Como eu era novinha ele logo tratou de me tirar da função que eu estava pra ficar ajudando ele nos computadores, ele dizia que não conseguia gerar os documentos, mas aquilo era só desculpa pra me manter por perto e tentar abusar de mim

Ali na sala do chefe escondida de olhares curiosos ele me perguntava coisas idiotas de computador e enquanto eu respondia ele deixava sua mão na minha perna.


Me interrompendo várias vezes ele perguntava se eu fazia academia e elogiava minhas coxas. Ele perguntava se eu voltaria pra casa de ônibus e se precisaria de carona, nas primeiras semanas eu neguei, mas o salário era tão pequeno e gastar tudo de transporte era um porre. Comecei a aceitar as caronas dele, mas tinha que aguentar ele roçando sua mão na minha coxa a viagem toda. 


Ele sempre me chamava pra ir embora no horário de pico que era pra tá super engarrafado e ele ter mais tempo comigo e minha pernas. Eu sempre notava um volume em sua calça, mas até então ele não fazia nada demais além de tocar insistentemente no seu pau por cima da roupa e em seguida em minha coxa. 


Eu fingia não ver aquela baixaria e me concentrava só em chegar em casa logo. Nunca achei que ele pudesse ter a coragem de avançar mais do que aquilo por ser casado, mas num dia em que eu estava super distraída ele fazia carinho em minha coxa quando do nada senti ele tocando de vez na minha buceta. Senti um choque na hora, não tava esperando aquilo. 


Ele pediu desculpa e disse que tinha sido o buraco, mas não tirou sua mão dali. Coloquei minha mão junto com a dele na porta da minha xota, mas ainda assim ele não sacou. Ele continuava apertando quando disse que eu tinha um bucetão. Ele perguntava se eu gostava quando meu namorado chupava minha xota, mas eu respondi dizendo que não tinha ninguém. 


Com esse teor safado ele me enchia de perguntas picantes até chegarmos ao ponto que eu descia. Quando fui pra abrir a porta de seu carro eu percebi que estava trancada e pedi pra destrancar. Ele me olhando de cima abaixo perguntou se eu não queria agradecer todo esse tempo de carona fazendo um carinho nele. 


Apesar desse apelido de ``Careca`` ele era bem cabeludo e eu passei a mão na sua cabeça fazendo uma brincadeira com ele, eu tinha entendido o que ele queria; só estava me fazendo de boba. Rindo ele disse que o carinho era na cabeça mesmo só que mais pra baixo, então eu fui descendo minha mão pela sua barriga até alcançar a pontinha do seu pau pela sua calça.


Fiquei ali apertando enquanto o safado me beijava. Sua aliança enorme no dedo não o impedia de descaradamente dar em cima da sua funcionária. Enquanto me beijava ele botou sua pica pra fora e me fez segurar.

Punhetei ele um pouquinho enquanto meus lábios estavam sendo sugados por sua boca, mas logo em seguida ele interrompeu e forçou minha cabeça em direção a sua pica extremamente dura.


Minha boca quase não conseguia colocar aquela pica inteira pra dentro. Dava vontade de vomitar por causa da força que ele colocava, mas ele não ligava pra minha ânsia e forçava cada vez mais sua pica dentro da minha boca. Ele me fez mamá-lo até sentir ele esporrar seu leite de macho no fundo da minha garganta. 


O vidro claro não impedia os olhares curiosos de pessoas passando na hora e me encarando com um olhar de reprovação. Passavam alguns homens também que riam da situação, outro passou por mim e perguntou o quanto eu cobrava pra chupar ele também. Já na esquina da minha casa eu desci do carro e completei o resto do percurso a pé com aquele cheiro de rola saindo da minha boca. 

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By - Sheillaxv

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