A putinha de todos

Eu era a putinha dos meus primos emprestados.

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Quando eu era pequena eu ficava assistindo meu avô fazer uns reparos em sua Brasília amarela 79. Era um carro mais velho do que todos os seus netos juntos, mas ainda assim ele não abria mão de deixar aquela caranga impecável. 

Morávamos num interiozão do Piauí, as pessoas ainda vendiam frutas na pracinha da cidade pra se sustentar e os pais ainda deixavam os filhos sob a responsabilidade dos avôs enquanto passavam tempo em outra cidade trabalhando. 

Nessa época eu via meus pais duas vezes por ano, o mesmo acontecia com meus outros primos. Meus avós tinham 4 netos legítimos que moravam com eles, incluindo eu, os outros, eram crianças que foram criadas por eles. O detalhe era que todos eles eram homens, eu era a única menina numa casa com 7 machos entre 14 e 19 anos. 

Claro que não havia espaço pra todo mundo, eu dormia no mesmo quarto que meus avós e o resto dos meninos se revezavam nos espaços que sobravam na casa. O detalhe é que na época em que a Brasília do meu avô foi fabricada, as mulheres ainda tinham a obrigação de prover seus homens em qualquer aspecto, nessa época eu ainda nem sonhava em nascer, mas 33 anos depois; aos 12 anos de idade, dentro daquele carro, eu provia os machos da minha família da mesma maneira. 

Hoje eu tenho 21 anos de idade, mas ainda lembro daqueles momentos como se tivessem acontecido ontem. Meu avô nessa época saía cedo pra ir vender as frutas na praça da cidade, somente o mais velho de 19 anos ia com ele pra ajudar, os outros ficavam em casa pra ajudar nas tarefas domésticas, mas era muita criança e quando sumia uma ou duas, ninguém se atentava pra ir procurar.

Eles me acordavam bem cedinho pra ir sentar na piroca escondido dentro do carro. 

A safadeza começava pela manhã logo cedo quando eu acordava, eu mal podia escovar os dentes e já tinha um priminho safado me puxando pra entrar no carro com ele. Quem sempre iniciava a putaria era o Robertinho, ele era o segundo mais velho e o mais safado de todos. 

As vezes era ele quem me acordava pra que eu fosse logo pro carro. Na garagem do meu avô, eu aparecia ainda de pijama, quando eu entrava o meu primo Robertinho já estava lá, ele não era meu primo de sangue, mas todos nós nos considerávamos como primos. 

Ele sentava no banco do motorista e logo em seguida me colocava no seu colo. Robertinho já com o pau duro me fazia sentar bem em cima da cabecinha, sem dizer uma palavra a mais do que era necessário ele beijava meu pescoço, minha boca... ele ia descendo e passando a língua em mim até chegar em meus peitinhos. 

Sempre tomando muito cuidado pra minha avó não aparecer na garagem, por isso ele colocava uns dois meninos como vigia na porta. Depois de chupar meus peitinhos ele pedia pra eu me virar e sentar de frente pra ele, então, enquanto ele apalpava minhas tetas ele me fazia abrir o zíper da sua bermuda e colocar sua pica pra fora. 

Sua piroca sempre estava bem quentinha e com a cabeça latejando, minha mão pequenina mal conseguia envolver seu pau todo. Foi ele quem me ensinou a brincar com o prepúcio do pau, ele me fazia cobrir e descobrir a cabeça da sua pica, no começo ele dizia pra eu fazer aquilo pra passar o frio que ele tava sentindo na cabeça de baixo, mas com o tempo fui entender a putaria.

Depois de fazer isso, quando sua pica já estava bem babada e soltando aquela babinha da cabeça de seu pau ele me fazia tirar meu short de dormir e abrir minhas pernas pra ele. Ainda sentada em seu colo eu aproximava minha bucetinha do seu pau até que a cabeça colasse no meu grelo, logo em seguida ele começava a roçar seu pau na minha pepeca. 

Ele começava devagarinho e só depois que minha buceta estava toda melada ele passava a aumentar o ritmo das roçadas. Sempre tentava me comer, mas o tamanho da sua pica me fazia gritar então ele desistia e só roçava em mim. Mas isso não durou muito tempo, teve um dia que ele tava tão excitado que meteu sua piroca de vez em mim. 

Meu avô nunca soube que o menino que ele pegou pra criar tirou minha virgindade dentro de seu carro tão amado.

Quando aquela jeba toda rompeu meu lacre eu gritei tanto que Robertinho teve que tapar minha boca com sua mão. Por uns minutos ele mal se mexeu porque qualquer movimento fazia minha buceta doer horrores. Ele ficava falando o tempo inteiro no meu ouvido que já tinha passado e logo iria parar de doer, mas eu só pedia pra que ele tirasse aquilo de mim. 

Me abraçando sem querer me soltar ele não tirava seu pau de dentro, bem devagarinho ele fazia uns movimentos de vai e vem na minha buceta. Eu já não tinha tanta força assim pra gritar e ele se aproveitou disso pra aumentar o ritmo das suas enfiadas. 

Doeu muito até um certo tempo, mas logo a dor foi se estabilizando e eu sentia como se minha buceta tivesse sido rasgada, algo estava mandando a dor ir embora e eu não sabia o que era. Eu sentia minha buceta apertando seu pau e latejando com ele dentro de mim. 

Fechei meu olhos e abracei meu primo Robertinho enquanto ainda guardava sua piroca na pepeca, eu parecia uma boneca de tão mole que eu estava em seu colo. Se aproveitando disso ele continuou metendo de mim, o carro sacudia tanto que mais parecia um pula pula. 

Se alguém aparecesse ali do nada certamente estaríamos fudidos. Com um tempo eu já não sentia dor nenhuma, mas percebi que algo quentinho estava sendo despejado dentro de mim, fiquei curiosa pra saber o que era e quando fui perguntar ao meu priminho safado eu percebi que ele tinha ficado meio estranho, ele estava de olhos fechados e com uma cara de alívio que até dava inveja, perguntei porque estava daquele jeito e ele me respondeu dizendo que tinha gozado. 

Ele perguntou se eu queria ver o leitinho dele escorrendo da minha buceta, eu nunca tinha visto aquilo e respondi que sim. Então ele me afastou um pouco e foi tirando seu pau já mole de dentro da minha buceta, sua pica foi saindo e seu leite foi escorrendo de mim. 

O banco ficou um pouco melado e também a perna dele. Ao sair de dentro do carro; o Robertinho começou a se ajeitar para ir embora e eu fiz o mesmo, mas fui interrompida por ele. Perguntei porque eu não poderia me vestir naquele momento e ele respondeu dizendo que o Nadson queria falar comigo. Eu já sabia o que era. 

Eu poderia sair dali e gritar, mas eu fiquei e esperei que todos daquela filinha fizesse comigo o mesmo que o Robertinho tinha acabado de fazer. Alguns eram mais afoitos que outros, as vezes eu sentia dor quando me penetravam e eu estava seca, mas eu quase nunca reclamava. Eu sentia como se tivesse a obrigação de prover aos meus machos e lá no fundo eu gostava daquilo. 

No carro amarelo do meu avô os meus primos chupavam tanto minha buceta que eu ainda acredito que meu grelo só é grande desse jeito por causa de tanta chupada que levei nessa época. Eles pareciam estar sempre muito excitados e como eu era a única menina da casa sobrava pra mim satisfazer todos eles.  


By - Sheillaxv

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