Paguei de puta e tive que liberar a xota à força I Contos Eróticos

Por puro frete eu me exibi demais pros pedreiros de uma construção aqui perto de casa. Eu gostava de manter a postura de menina fogosa, mas na real eu não era tanto assim. Quase todos os dias eu passava na frente da obra com um shortinho ou uma saia bem pequena e as vezes eu não usava calcinha só pra eles ficarem excitados. 

Eu não queria trepar com nenhum deles muito menos fazer um grupal com todos ao mesmo tempo. Nessa época eu tinha transado poucas vezes, mas gostava de provocar. Ouriçados demais pra aguentar meu comportamento de puta; me chamaram pra conhecer a obra e eu de boba fui. Não pensei que tentariam algo forçado e foi assim que eu perdi as pregas da minha xana. 


Era um dia de segunda, estava voltando da minha aula quando passei em frente a obra e fui chamada por um deles. Nunca consegui gravar o nome de nenhum, depois desse episódio eu até parei de ir por aquela rua. Quando entrei estavam todos reunidos numa área e eu fui conhecer o lugar. No meio do caminho alguém nos chama pro fundos e então a gente foi. 


Chegando lá já fui sendo apalpada e beijada, correspondi ao beijo, mas repreendi o que estava passando a mão em mim. Ele ficou um pouco bravo por eu ter batido em sua mão e deu um tapão em minha bunda. Nesse momento eu resolvi que sairia dali, mas assim que virei os outros estavam vindo atrás. Era um total de 5 homens, todos eles parrudos e sujos de cimento, pareciam ursos por causa do tamanho. 


Na hora eu gelei, mas vieram logo dizendo que gostavam de tratar puta com carinho. Me prensando na parede o mais ousado me beijava e baixava minha blusa expondo meus peitinhos, até tentei segurar sua mão, mas ele era muito forte. Com isso senti uma boca sugando o biquinho das minhas tetas que logo ficaram duros e virou motivo de chacota para eles. 


Alguns batiam punheta vendo aquilo, mas ainda não tinham se aproximado. Abriram minhas pernas e rasgaram meu short que virou uma saia, colocaram minha calcinha pro lado e começaram a chupar minha xota. As sugadas com força me fazia sentir um pouco de dor, porém me deixava bastante babada, foi por esse motivo que me chamaram de puta por eu estar gostando. 


Eu tinha que aprender a não provocar um bando de macho numa obra, essa foi a fala do homem que me forçou a pagar um boquete pra ele, era o mais violento de todos. Ele forçava minha boca na sua piroca até me ver engasgar com sua pica. Quando eu deixava babar pelo canto da sua perna ele me fazia lamber pra deixar tudo limpinho. 


Eu tava sentada na cara de um que continuava chupando meu grelinho, com a mão eu segurava duas pirocas enquanto o outro se deliciava nos meus peitos. Tinha um pedaço de mim pra todos eles e se acabaram, queriam me ver completamente arrombada. Me puseram de 4 em cima de uns sacos de cimento pra ficar mais alta, quando menos esperei senti a tora daquele filho da puta pirocudo me penetrando com força. 


Parecia que ele queria me fazer pagar os dias que passei provocando eles, sempre me respondiam que um dia eles iriam me fuder com vontade, mas eu achei que fosse só papo de pedreiro. Paguei todos os meus pecados na pica daquele homem, antes de gozar ele me fez abrir bem a boca pra receber sua gala bem no fundo da minha garganta. Sem cueca ele só guardou o pau e deu lugar pra outro. 


O segundo não tinha uma pica tão grossa quanto a dele e foi menos doloroso, cheguei até a ficar um pouquinho molhada o que facilitou as estocadas, enquanto isso me fizeram chupar a pica dos outros, acabaram gozando em meu rosto, fiquei toda suja, me senti humilhada tendo que rebolar pra fazer aquele homem gozar dentro de mim. 


Ele nem quis tirar o pau de dentro e ejaculou sua porra toda dentro de mim. Não tive tempo nem de vestir minha roupa ou me limpar que já me expulsaram dali porque o patrão estava pra chegar, fui escorraçada igual uma galinha de puteiro. Por azar acabei esquecendo minha calcinha no chão. 


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By - Sheillaxv

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