Os moleque macho da minha rua me fazia de putinha I Contos Eróticos

Minha rua sempre foi muito cheia de meninos. E sem muita opção para brincar eu sempre ficava atrás deles. Meu pai odiava quando me via na rua subindo e descendo com um bando de macho e diversas vezes ele me deixou de castigo. 


Meu pai tinha medo de que eles tentassem alguma coisa comigo, ele vivia dizendo que moleque macho não prestava, mas o que ele não sabia era que eu gostava da coisa.




Eu estudava na parte da manhã, meio dia eu chegava em casa e esperava o sol esfriar pra ir brincar. Eu pegava minha bicicleta e ia pra rua esperar os meninos aparecerem. Essa foi minha rotina por bastante tempo. Começou a mudar quando os meninos passaram a ter desejos sexuais e como eu era a única menina que andava com eles; sobrou pra mim a responsabilidade de satisfazê-los.


Abandonei minha bicicleta pra ficar brincando com eles num tanque que tinha ali perto de onde eu morava. Era escondido e perfeito pra eles tentarem alguma coisa comigo. Nas primeiras vezes era um só que me levava atrás dos matos pra ficar me beijando. Todo mundo achava que ele era meu namorado.


Depois começaram as carícias mais íntimas. Ele passava a mão em minhas partes por cima da minha roupa, ficava fazendo carinho em meus peitos. Logo ele passou a fazer isso por baixo da minha roupa, me tocando de verdade. Era pra ser nosso segredo, mas ele contou pros outros e eles começaram a ficar espiando a gente.



Desafiavam ele a tentar colocar a mão em minha bucetinha e por muita insistência eu acabei deixando. Ficava uma penca de moleque escondido vendo ele me tocar daquele jeito. Certo dia quando eu estava voltando da escola o meu namoradinho voltou comigo e me levou pra uma casa no final da rua que ainda estava em construção.


Ele dizia que estava com saudades e começou a me beijar, mas tava bem estranho aquilo, eu ouvia risadinhas ao redor e barulhos de alguém cochichando. Ele pedia pra eu não ligar pra isso que era na rua e disfarçava beijando meu pescoço apertando minha bunda. Até então eu nunca tinha visto o pau dele pra fora, eu só sentia ele duro roçando em mim.


O desafio naquele dia era tentar alcançar minha bucetinha e eu inocente acabei deixando ser descabaçada daquele jeito. Ele me colocou deitada numa pilha de jornal no chão, tirou minha calça e farda do colégio, minha calcinha e meu sutiã foram jogados de lado e ele me chupava a buceta e peitos. Fiquei no chão toda arreganhada esperando ele meter em mim.


Ele foi tão rápido e persuasivo que eu nem tive chances de negar. Eu tava ali no chão sendo fodida por ele quando outro que andava com a gente chegou de mansinho fingindo o flagra, mas aquilo era só uma desculpa pra me chantagear, ele tava ali há muito tempo, seu pau já estava pra fora e duro, ele veio direto pra minha boca me fazendo chupar.


Na janela um mais tímido se acabava na punheta, a função dele era vigiar e quando os outros terminassem ele poderia me comer também, mas ele acabou gozando antes e foi embora. Meu namoradinho gozou dentro de mim dando espaço pro seu amigo ocupar o lugar na minha buceta.


Ele era mais safado ainda e chupava meus peitos enquanto comia minha xana, mas não aguentou muito tempo metendo e gozou também, mas pelo menos esse gozou fora. Eles se vestiram e saíram dali antes de mim. 


Eu ainda tinha que limpar a porra que saía de dentro da minha xota. Depois desse dia eu deixei de ter um namoradinho pra ser a mulherzinha de todos eles. Cresci com a bucetinha largade tanto levar na buceta na infância.


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By - Sheillaxv

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