O padrasto da minha amiga me espiava no banho I Contos Eróticos

Seu Raul era pai da minha melhor amiga quando eu tinha meus 14 anos. Clarinha chamava ele de pai e por isso eu o considerava meu tio. A gente sempre dormia na mesma casa nos finais de semana, ou eu na dela ou ela na minha. Era tudo muito familiar, por isso ninguém desconfiava que o tio Raul me comia gostoso. 


Tudo começou quando eu dei meu primeiros sinais de que estava ficando uma moça. Como eu conhecia o tio Raul desde criança ele acabou pegando todas as minhas fases de crescimento, e naquele momento eu estava ganhando forma de mulher, já tinha peito, bunda e já falava sobre sexo as escondidas com minha amiga, mas sempre tudo muito inocente de nossa parte. 


O tio Raul parecia ser tão certinho, ele ia pra igreja aos sábados e domingos, ele era do tipo que assistia jornal e ficava puto com tudo de mal que acontecia no mundo, mas no fundo ele era mesmo um pervertido. Em cima de uma escada, enquanto sua família linda assistia tv na sala, o tio Raul ficava escondido me observando nua no banheiro. 


A janela era de cara com a garagem então ele usava a desculpa de que faria algo no carro justamente quando eu estava tomando banho. Quando eu peguei ele fazendo isso pela primeira vez eu tomei banho o mais rápido que pude. Achei que seria só aquela vez, mas no decorrer do tempo ele não parou e eu acabei acostumando. 


Como se não bastasse isso ele também passava a mão em minhas partes quando não tinha ninguém olhando. Ele era bem discreto. Um dia eu fui visitar minha amiga, mas ela não tava em casa. Seu Raul estava sozinho e pediu pra eu entrar e esperar ela dentro de casa. Entrei sem nem imaginar o que poderia acontecer. Tio Raul ouriçado pra me ver nua novamente ligou a tv e ficamos na sala. 


Eu até pensei em ir embora, mas ele insistiu pra eu ficar e eu fiquei com vergonha de negar seu pedido. Sentada no sofá ao seu lado ele colocou sua cabeça deitada no meu colo, ele dizia que eu era o travesseiro dele e eu ria disso. Ele fazia carinho nas minhas pernas, começou na coxa e foi subindo. Eu suava frio com medo dele ir de encontro a minha buceta e ele chegou. 


Com umas carícias de leve ele me tocou até sentir mais liberdade de virar seu rosto direto pra minha xota, não teve muita resistência, ninguém tinha feito aquilo na prática ainda comigo e quando fui tocada daquele jeito pela primeira vez foi tão gostoso que eu só fechei os olhos e esperei. Usando uma saia folgadinha o tio Raul nem teve muito trabalho pra alcançar meu grelinho. 


Ele só afastou minha calcinha pro lado e meteu sua língua lá dentro. Meu corpo estremecia todo, parecia que eu tava levando choque. Acho que por uns momentos eu esqueci o quanto aquilo era errado. Inconscientemente eu abri minhas pernas sem nem ele pedir pra fazer aquilo. Com um sorriso de orelha a orelha ele entendeu o recado e caiu de boca na minha xota com tanta vontade que eu gozei pela primeira vez. 


Ainda toda arreganhada o padrasto da minha amiguinha colocou sua piroca pra fora e sem dizer nenhuma palavra forçou na entrada da minha buceta. Uma dor filha da puta, gritei e ele tapou minha boca com sua mão quase me fazendo sufocar. Escorreu uma lágrima dos meus olhos, recebi um beijinho na boca pra ficar mais calma. Ele dizia que me amava e que queria me dar leitinho todos os dias. 


Os gemidos do seu Raul eram tremidos, parecia que ele tava morrendo de tesão sem aguentar se controlar, ele dizia que não ia meter muito rápido pra não gozar logo, ele queria aproveitar cada pedacinho da minha buceta. Pela posição suas bolas batiam na minha bunda. Coloquei minha mão pra sentir e meu titio acabou gozando dentro de mim. 


Ouvi um ``eita, porra``, ele tinha gozado sem querer e ficou preocupado. Passou na farmácia e comprou um remédio pra eu tomar. A minha amiga tinha viajado com a mãe, ela não iria voltar naquela semana, mas eu voltei no outro dia, e no outro...e no outro. 

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By - Sheillaxv

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