O militar na quarentena me revistou com sua piroca I Contos Eróticos

No período do surto no país a minha cidade teve toque de recolher. Em um determinado horário ninguém podia sair. Fazia uns dias que eu tava presa em casa e não aguentava mais. 

Uma amiga minha marcou rolê na casa dela e eu fui, voltei pra casa super tarde depois do horário de recolhimento e fui pega andando na rua levemente embriagada. 


Antes de eu chegar em casa formou uma roda de militares em volta de mim fazendo perguntas, tinha uns 4 e todos eles falavam ao mesmo tempo tentando me intimidar. Um deles percebeu um tom alterado em minha voz e perguntou se eu tinha bebido. Ele me forçou no teste do bafômetro e deu merda. Fui levada por ele de uma forma meio brutal até o carro. 


Era estranho pensar no que tava acontecendo. Tava tudo fora do padrão, não fazia sentido ser pegada em flagrante e ser colocada no banco da frente de uma viatura com um militar. Quando entrei no carro, um deles apareceu na janela e perguntou se ele ia se divertir um pouco e o que tava me acompanhando só deu risada e olhou pra mim. 


Pelas minhas roupas parecia que eu tinha acabado de sair de um puteiro. Ele me levou até uma rua sem saída. Não tinha nenhuma casa por perto, era só mato. Ele me fez descer do carro e disse que faria revista em mim, eu nem pensei na hora só saí do carro e fiquei imóvel. O militar se aproximou de mim e começou a me apalpar. 


Nunca tinha passado por uma revista antes, mas sabia que a forma que ele apertava meu corpo não era a certa. Ele passava tempo demais segurando meus seios e dizia que isso era pra ter certeza que eu não tava escondendo nada. Eu usava um short folgadinho de pano e ele apertava minha bunda com força pra ter certeza que eu não carregava nada. 


O safado disse que faríamos revista íntima, me mandou deitar no banco de trás do carro sem roupa. Buceta de bêbada não tem dono. A bebida me deixou lerda demais e eu fazia tudo que ele mandava. Completamente nua eu me deitei onde tinha sido ordenada. Usando minha própria blusa o militar jogou em cima do meu rosto pra eu não ver o que acontecia. 


Ele começou a revista tocando delicadamente na minha buceta. O ritmo aumentou e logo ele enfiou seu dedo dentro da minha xota. Ele me fazia perguntas pra disfarçar, mas de uma hora pra outra ele ficou em silêncio e eu senti uma boca me chupando na buceta. Deus sabe como fico excitada quando bebo e com alguém me chupando eu fica mais louca ainda.


Mas aquilo era errado, eu queria que parasse mas não tive forças. O militar atrevido disse que fazia parte da inspeção a penetração com alguma coisa pra garantir a eficácia da revista. Ele me perguntou se podia continuar, eu ainda tava extasiada pelo oral que tinha acabado de receber, e ainda gemendo um pouco eu respondi que sim. 


Ele me pediu pra falar mais alto,... ele se deitava em cima de mim enquanto fazia isso, com minhas pernas arreganhadas ele enfiava sua piroca na minha xota. Eu me sentia mais suja porque tava gostando de tudo aquilo. Eu pedia pra ele me comer com mais força e ele atendia. Me fazendo descer do carro e ficar de joelhos com sua piroca na minha boca ele acabou gozando bem no fundo da minha garganta. 


Queria cuspir, mas fui forçada a engolir. Quase vomitei, mas de uma forma agressiva ele disse que se eu não engolisse sua porra toda eu teria que dar a buceta pro resto do pessoal dele. Antes de ir embora ele me fez ir pra casa sem uma peça de roupa, pra minha sorte estavam todos dormindo. 


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By - Sheillaxv

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