Minha buceta apertada engoliu o pau do borracheiro I Contos Eróticos

Aos 15 aninhos eu adorava passar as férias do colégio na casa dos meus tios. Era quase uma roça e na maioria das vezes eu ficava solta lá. Amava andar de bicicleta na rua e só voltava pela noite, foi num desses passeios que eu conheci o Samuca, o borracheiro que me ajudou quando o pneu da bike furou. 


Eu o encontrei quando eu estava empurrando a bicicleta, ele passou de carro na hora. Era uma saveiro e ele disse que tava indo naquele momento pra sua borracharia. Me ofereceu ajuda e sem pensar duas vezes eu aceitei. Eu já o conhecia de vista porque meu tio sempre levava sua moto lá e eu ia junto. Apesar dele ter sido bem gentil comigo me oferecendo carona eu ainda o achava meio bruto. 


O Samuca estava sem camisa só de bermuda, aparentemente sem cueca, eu via seu pau sambando quando ele andava. A bermuda tava furada e quando ele sentava pra passar massa no pneu eu via um pouco das suas bolas. A gente conversava e ele perguntava se eu tinha namorado e quando eu iria voltar pra casa. Eu queria mudar o assunto pra gente não ficar falando muito sobre minha vida pessoal, mas ele insistia de um jeito que era impossível desviar. 


Ele falava o tempo inteiro sobre o quanto eu era linda e tinha um corpo bonito. Eu só agradecia e sorria. Ele me ofereceu uma cadeira pra sentar enquanto eu esperava terminar o serviço e eu aceitei. Comecei a mexer no celular até que ele falou que só aceitaria o pagamento de uma forma. Caí na besteira de perguntar qual e sorrindo ele respondeu que queria um beijo. 


Não fiquei surpresa na hora, mas não queria beijá-lo. Samuca era enorme e mesmo quase de joelhos na minha frente ficava na mesma altura que eu. Ele se aproximou dos meus lábios e me beijou. Estava suado e sujo de graxa, Samuca chupava meus lábios e passava sua mão áspera pelo meu corpo. Então ele me fez levantar e sentar no seu colo, tive medo pois eu já tinha visto que ele tava sem cueca.


Eu usava um short de academia bem apertadinho que dividia minha buceta. Com ele me guiando até seu colinho eu sentei e voltamos a nos beijar. Seu peitoral malhado era até gostosinho de pegar, mas isso acabou deixando ele excitado e fez com que guiasse minha mão pra ficar em cima do seu pau, tirei na mesma hora, o Samuca já tava duro e eu não queria ir além daquilo. 


Ele sussurrava no meu ouvido pedindo pra eu bater uma punhetinha pra ele, fiquei arrepiada com sua voz e depois de receber uma chupadinha no pescoço eu atendi seu pedido. Começou a massagear por cima da bermuda, mas encontrei um buraquinho que dava acesso livre a sua pica e enfiei meu dedo ali, senti suas veias saltadas de tesão, abri completamente sua bermuda e tirei pra fora seu pau. 


Bem cabeçudo e gostoso comecei a punhetar ele enquanto me beijava. Samuca me pedia pra bater mais rápido e mais forte. Quase gozando ele me pediu pra chupar minha xota, eu não sabia o que dizer. Queria deixar, mas ao mesmo tempo não queria. Meu silêncio acabou dando liberdade pra ele fazer isso. Samuca puxou um colchão atrás das máquinas e me fez deitar tirando minha roupa. 


Fiquei nuazinha em sua borracharia, se alguém entrasse ali conseguiria ver a putaria toda. Arreganhada pra ele eu fui chupada e dedada até gozar. Fechei os olhos durante o meu orgasmo e quando abri o Samuca estava com seu pau na entrada da minha buceta pronto pra me comer. Tentei dizer não por causa do tamanho do seu pau, mas quando abri a boca ele já estava metendo e não parou.


Cada estocada que ele dava na minha buceta parecia que ia me rasgar no meio. Ele ficou fazendo um vai e vem dentro de mim até sentir que ia gozar, nesse momento ele se levantou e colocou sua piroca na minha boca pra eu chupar e punhetar novamente. Ele gozou em minha boca e me fez engolir, tinha um gosto docinho, eu engoli de lamber os lábios. Paguei a minha dívida e fui embora. 

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By - Sheillaxv

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