Meu tio gostava de me fantasiar de indiazinha

Sentadinha na cama eu ficava esperando meu tio Camilo vir até mim e me mostrar como os indiozinhos faziam na floresta. Quando não tinha ninguém em casa a gente ficava nú dentro do quarto. Ele pintava meu rosto e meu corpo, depois eu sentava em seu colo pra que ele pudesse me mostrar como os indiozinho nasciam. 

Não me recordo de quantos anos eu tinha nessa época, mas eu ainda era bem inocente, meus peitinhos ainda estavam crescendo e era o lugar que meu tio Camilo mais gostava de ficar tocando além da minha buceta. Eu costumava passar minhas férias na casa dele e como minha tia trabalhava à noite; na maioria das vezes a gente ficava sozinho em casa. 


Meu tio Camilo era o irmão mais novo do meu pai. Todo mundo era apaixonado por ele e eu acho que lá no fundo eu também era, por isso o permitia que me tocasse daquele jeito. Durante o dia quando minha tia, e esposa dele, estava em casa; ele sempre me tratava como sobrinha e até evitava ficar me pegando muito. 


Mas quando ela estava longe; ele dava o sinal que era hora das nossas brincadeiras me dando um beijinho na boca. Esses beijos percorriam todo meu corpo. Meu tio me colocava em seu colo já com sua pica me cutucando, a gente ia pro quarto logo em seguida pra evitar que alguém nos pegasse, se caso alguém chegasse na hora dava pra correr, eu entendi essa estratégia desde o primeiro dia e o seguia sempre. 


Dentro do quarto o meu tio tirava minha roupa. Já completamente nua ele pedia pra eu fazer a pose de indiazinha e eu me deitava na cama com as pernas abertas, eu não sei de onde ele tirou isso, mas me convenceu a fazer todas as vezes que pedia. Ele só me pintava depois de passar a língua na minha bucetinha, ele dizia que era pra tinta pegar melhor, mas ele nem passava nada além da sua língua. 


Depois dos desenhos ele pedia pra eu ficar sentada na cama e chupar sua pica. No começo era difícil fazer isso porque não entrava completamente na minha boca, mas depois de um tempo eu acostumei. Meu tio já soltava seu leitinho dentro da minha boca e as vezes era eu que pedia, eu gostava do gostinho salgado que ele tinha. 


Depois de receber seu carinho na piroca o meu tio voltava a me chupar, mas dessa vez era com mais vontade. Meu corpo chegava a estremecer quando ele sugava meu grelinho, tive meu primeiro orgasmo na boca do meu tio. Quando ele sentia que eu já tinha gozado ele se deitava ao meu lado na cama e jogava minhas pernas em cima dele, então ele mirava seu pau na minha bucetinha e começava a roçar no meu grelo. 


Meu tio Camilo roçava ali até gozar na minha buceta, ele nunca enfiou porque dizia que ainda não era a hora e que quando esse dia chegasse era ele quem me tornaria mulher. Quando terminávamos; as nossas pinturas de índios já tinham borrado o lençol todo, ele então os trocava e me levava pro banho. 

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By - Sheillaxv

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