Meu padrasto descobrindo a putinha dentro de mim I Contos Eróticos

O foda de se morar no interior bem roceiro é que não tem muito lugar pra transar. Os velhos aqui gostam de trepar quando à noite chega e na rua pra dar mais tesão. O medo de ser pego no flagra deixa os caras ouriçados e foi assim que meu padrasto me flagrou cavalgando na piroca do gigolô daqui. 


Já fazia um tempo que meu padrasto ficava muito puto quando eu saía à noite pra ir na casa de alguma amiga. Ele vivia reclamando com minha mãe, mas ela não ligava muito. Ela dizia que era por causa da minha idade e mandava ele ficar quieto pra ela terminar de assistir novela. Eu recebia presentes caros e quando chegava em casa meu padrasto enlouquecia mais ainda. 


Apesar dele ser cismado desse jeito eu nunca pensei que ele fosse me seguir. Nessa época eu tinha 17 anos. Os velhos adoravam minha bucetinha porque era bem apertadinha. Todos eles eram casados e bem de vida por isso eu cobrava muito mais caro e o melhor é que além de pagar eles ainda me davam mimos. Na noite do flagra eu tinha um horário marcado na praça do bairro com o patrão da minha mãe.


Saí de casa bem mais cedo que o normal, ele tinha prometido me dar um celular novo se eu caprichasse então coloquei minha roupa mais provocante e fui. Nem de longe eu pensei que meu padrasto estaria atrás de mim pra descobrir o que eu fazia. Assim que me encontrei com meu daddy eu já pedi o meu presente, mas não era bem assim...tinha que ter o agrado de sempre. 


Meu daddy abriu a porta do carro e ficou atrás dela, ele abriu seu zíper e colocou sua pica ainda molinha pra fora. Ele olhou pra mim e pediu pra eu deixar ela do jeito que eu gostava de sentar. Fiquei de joelhos e abocanhei seu pau. Não era grande e muito menos grossa, mas eu não importava, eu só estava de olho na sua carteira. Ele colocou a caixa do celular na altura de sua barriga e me fez ficar olhando pra ele. 

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A piroca daquele gigolô já estava bem dura na minha boca quando eu escutei alguém me chamando atrás de mim. Parado com um olhar de quem queria me matar meu padrasto ficou me encarando enquanto gaguejando tentava explicar algo. Aquele velho filho da puta entrou rapidinho no seu carro e foi embora, eu fiquei pra implorar caridade pro meu padrasto. 


Ele me levou puxando pelos meus cabelos até metade do caminho. Minha blusa de prostituta não aguentou tanto solavanco e logo deixou uma teta escapulir pra fora. Meu padrasto não deixava eu arrumar, mas ficava olhando. Não demorou muito pra outra teta escapulir, perto do portão de casa meu padrasto ajeitou meus seios e colocou de volta no lugar. 


Quando entramos minha mãe já estava dormindo. Ele me levou pro meu quarto e me jogou na cama, logo depois saiu sem dizer uma palavra. Seu rosto tinha uma expressão de puro ódio. Não o vi até o dia seguinte. Eu acordei cedo, mas não queria sair do quarto. Minha mãe foi pro trabalho assim que o dia clareou e um tempo depois meu padrasto abriu de vez a porta do meu quarto. 


O barulho foi tamanho que mesmo acordada eu me assustei. Ele tinha um cinto amarrado na sua mão, até então ele nunca tinha me batido. Ele entrou no quarto e me mandou levantar da cama. Mas eu só usava calcinha e blusa e pedi um tempo pra me trocar, mas ele não deixou. Se irritou e me puxou de vez, fiquei em pé quase nua da cintura pra baixo do jeitinho que ele queria me surrar.


Senti as lapadas do seu cinto quase me cortando. Gritei, chorei, esperneei e corri pra sala. Fui pega e jogada no sofá, mas eu me debatia muito e por isso ele tinha que me fazer ficar parada, meu padrasto foi pra cima de mim me fazendo deitar no sofá de barriga pra baixo. Ele tava quase sentado na minha bunda enquanto me batia onde achava lugar. 


Eu tava muito vermelha, aquilo ardia muito e quanto mais eu gritava mais ele me surrava. Mas depois de um tempo o lugar da surra começou a mudar, ele atacava minha bunda, mas batia de um jeito diferente, não com muito ódio; como se quisesse apalpar e bater ao mesmo tempo. Ele puxava minha calcinha pra eu sentir dor e soltava de vez. 


Ele parava de me bater e ficava só em cima da minha bunda fazendo uns movimentos, ele baixou minha calcinha até metade da minha bunda e abria deixando meu cuzinho todo amostra, ele me chamava de vadia e perguntava se eu não tinha vergonha dos machos enfiando o pau no meu cu. Mas enquanto ele perguntava isso ele enfiava seu dedo no meu buraco como se quisesse exemplificar o que eu tava fazendo. 

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Ele enfiava muito forte e aquilo doía, eu pedia pra ele parar porque aquilo tava machucando, mas ele botou sua piroca pra fora e forçou na minha entrada e desceu de vez. Seu rosto tava colado na minha nuca e seu pau na entrada do meu cu; ele chegava bem pertinho do meu ouvido e perguntava se daquele jeito doía também.


Meu padrasto aos poucos perdia o controle, parecia outra pessoa ali em cima de mim. Seu pau duro tentando arrombar meu cuzinho me assustava, mas eu não podia fazer nada. Me agarrei a um travesseiro e mordi o mais forte que consegui pra suportar a dor do meu padrasto me comendo. Seu pau entrava rasgando, parecia que iria me torar no meio. 


Ele bombava em mim com uma mistura de ódio e prazer, seu saco batia com força na minha bunda, ele parou de brigar comigo e começou a gemer. Ele mordia e dava chupões no meu pescoço. Numa estocada forte ele acabou gozando dentro de mim, ele tirou seu pau e me virou de ladinho, sua porra ficou escorrendo pelo sofá e eu acabei dormindo. 


Quando acordei eu ainda estava nua, mas meu padrasto já não estava mais ali. Fui tomar banho com muita dificuldade de tanta dor que eu sentia. Ele não contou nada pra minha mãe, mas me comia sempre que minha mãe dava o vacilo de demorar fora de casa. 
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