Batendo punheta pra desconhecidos na rua I Contos Eróticos

Dizem que tamanho não é documento, mas se tem uma coisa que eu gosto de ver; é o volume de uma piroca dentro da cueca. Quando estou na rua e passa um homem pode ser feio que for, mas se tiver uma pica volumosa eu dou uma flertada. Ninguém nunca entendeu esse meu fetiche, nem mesmo eu. 

Eu costumo pegar ônibus pra ir na faculdade e como eu pego no terminal eu sempre vou sentada. Faço questão de sentar no lado do corredor pra quando encher eu sentir o pau dos caras no meu ombro, da certo na maioria das vezes. 


Alguns mais ousados até pegam no meu peito escondido durante a viagem. Eu sempre deixo e até facilito colocando minha bolsa na frente pra que fiquem mais a vontade. Se tocam no meu biquinho eu chego em casa toda molhada de tesão. 


Mas nem sempre fui tão tarada assim, antes eu tinha vergonha de ficar vendo as pirocas assim e escondia de todo mundo, até que eu peguei o buzu e sentei no fundo. Tinha poucas pessoas ali, eu tava sozinha na fileira e logo depois entrou um cara que fez questão de sentar ao meu lado. 


Eu ficava espiando seu volume olhando de ladinho achando até então que ele não percebia. Até hoje não sei seu nome, nunca mais o vi. Pela aliança ele era casado, mas quando percebeu que eu não parava de olhar pro seu pau ele começou a conversar comigo, foi tão natural a conversa que nem percebi quando gentilmente ele foi guiando minha mão na sua pica. 


Ele conduzia meus dedos da cabeça até suas bolas, mas conversava comigo como se nada tivesse acontecendo. Quando ele resolveu colocar sua jeba pra fora eu já estava acariciando ele sozinha. Bati uma punheta pra ele enquanto me beijava, o cobrador na frente via tudo doido pra entrar na brincadeira. 


Ele olhava e apertava seu pau vendo o rapaz que eu não conhecia me fazendo pagar um boquete pra ele. Não dava pra acreditar que eu estava completamente molhada com aquilo, eu ficava louca pra chegar em casa e me masturbar muito lembrando da cena. 


Era tanto que quando eu chegava em casa e tirava minha calcinha ficava tudo melado com meu gozo. Eu tinha que ir correr pra lavar. Dentro do buzu o desconhecido pirocudo me fazia tocar uma bem forte pra ele, parecia que nunca era o bastante. 


Disfarçadamente ele chegava bem pertinho do meu ouvido e pedia pra eu gemer pra ele ouvir. Eu como uma boa puta sempre o atendia. Levei uma mão na minha buceta enquanto eu batia pra ele e nessa hora o safado pediu pra eu colocar a boca em seu pau e gozou, me fez engolir tudinho, derramei um pouco fora, mas levei um tapa na cara pra deixar de ser malcriado.


Essa foi a minha primeira putaria dentro de um buzu, eu ainda lembro dela e me acabo na siririca pensando no quanto fui boba de não ter sentado na pica aproveitando o balanço do buzu. Ainda sinto o gosto do seu leite na minha boca, era salgadinho. Desde esse dia eu parei de ter vergonha, não perco uma oportunidade de roçar num pau grande e grosso.
By - Sheillaxv

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