O filho safado da babá I Contos Eróticos

Quando eu era mais nova, minha mãe trabalhava fora de casa durante o dia inteiro, meu pai era caminhoneiro então passava dias sem aparecer em casa. Pra eu não ficar sozinha a minha mãe pagava uma vizinha pra tomar conta de mim. 


Ela tinha um filho pouca coisa mais velho que eu. Eu adorava brincar com ele, de vez em quando ele vinha com umas brincadeiras pesadas, mas quase nunca eu reclamava pra ele não parar de brincar comigo. Eu só podia brincar com ele quando eu ia pra casa dela, então eu odiava quando ela me trazia a notícia de que ficaríamos em minha casa.


Na casa da minha babá eu geralmente chegava cedo antes de ir pra escola. Me arrumava lá e na volta eu esperava o Jorge pra brincar. Não era sempre que dava certo, de vez em quando ele resolvia que queria passar o dia jogando vídeo game. Minha brincadeira preferida com ele era fingir estar dirigindo. 


Nos fundos da sua casa tinha um volante velho, então ele organizava algumas cadeiras pra simular o carro e colocava o volante numa mesa velha. Ele sempre sentava no banco do motorista, as vezes eu ia no carona, mas era certo ele me chamar pra sentar no seu colo e dirigir. Ele dizia que eu não podia ficar sozinha na cadeira porque eu não alcançava o acelerador de mentira. 


Assim eu fazia, esperava ele me chamar e eu ia correndo pro seu colo. Durante a viagem ele simulava os buracos na pista e me fazia pular ali em cima. Ele dizia que eu só podia brincar daquilo quando eu tivesse usando vestido, e como eu amava brincar com ele eu sempre ia de vestidinho pra sentar no seu colo. 


No meio da brincadeira eu sentia seu pau ficar duro, mas na época eu achei que fosse normal, eu perguntava de vez em quando porque tava assim e ele dizia que era pra eu focar na pista. Depois de dirigir; tinha o acidente de carro, o Jorge me jogava no chão pra simular o acidente e dizia que ia me salvar. 


Aí ele mudava o personagem e virava o médico. Ele levantava meu vestido até cobrir meu rosto. Minha calcinha e meus peitinhos ficavam de fora. Ele fingia me examinar e passava a mão pelo meu corpo todo. As vezes ia beijando tudo fingindo ser o raio-x. 


Eu gostava mais quando ele ia examinar minha buceta. Ele dava beijinho nela e aquilo era gostoso. Ele ficava chupando minha buceta por cima da calcinha, afastava ela pro lado e chupava meu grelo. Era bem pequenino, mas me dava sensações gostosas. Pra examinar melhor ele tinha que abrir minhas pernas deixando toda arreganhada. 


Hoje eu sei que ele roçava seu pau na minha buceta e gozava em cima dela, mas na época eu não sabia, quando eu perguntava o que era aquilo que ele tava passando ele dizia que era o aparelho pra ver dentro de mim e eu acreditava. 


Depois que eu sentia algo molhado escorrendo pela minha buceta eu sabia que o exame tinha acabado e eu tinha sido curada. Ele colocava minha calcinha no lugar e baixava meu vestido, nessa hora a sua bermuda ainda fazia volume bem alto, mas ele nunca me disse porque ficava assim. Nossa brincadeira sempre terminava nessa hora, ele voltava a jogar e eu ia pra sala assistir com a babá.

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By - Sheillaxv

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