Fui punida pelo policial da minha rua

Desde novinha eu gostava de fumar uns becks. Tinha 16 anos quando tive alguns problemas por causa disso porque algumas pessoas tinham descoberto e eu tentava guardar isso a 7 chaves. Meus pais ainda não sabia, mas pro meu azar; na frente da minha casa morava um policial. 



Eu odiava o jeito de superioridade que ele olhava pra todo mundo. Ele gostava de ser chamado pelo sobrenome Sacramento, coisa que eu não fazia nem fudendo. Meu pai insistia em me obrigar a respeitar ele por ser policial, mas eu fazia birra. 


Na volta de uma festa na praça do meu bairro eu estava voltando pra casa bem chapada. Eu parecia uma chaminé, eu sabia que não podia entrar em casa daquele jeito, mas também não podia ficar na rua. Enquanto tentei bolar um plano pra resolver o dilema; eis que me aparece Sacramento vindo em minha direção. 


Ele chegou já colocando meus amigos pra correr. Eu fiquei sozinha sentada quase jogada num banco de ponto de ônibus. Ele estava sem farda, mas dizia o tempo inteiro que ia me levar pra cadeia, comecei a espernear quando ele começou a me arrastar pelo braço em direção a minha casa. 


Eu estava morrendo de medo dos meus pais me pegarem daquele jeito, quanto mais eu gritava mais ele me apertava. Próximo ao portão da minha casa ele mudou de direção e foi pra sua porta. Ele não era casado, fazia anos que tinha se separado da mulher e eu costumava dizer que era porque ele não sabia fuder. 


Assim que entrei na sua casa ele me jogou no sofá dizendo que chamaria meus pais quando eu tivesse sóbria. Estranhei, mas deixei quieto, Então ele pegou um balde de água e começou a tentar me molhar ainda em cima do sofá. Eu não queria aquilo e fiquei me debatendo. 


Sacramento perdeu a paciência comigo e disse que se eu não ficasse quieta iria me amarrar, eu custava acreditar no que ele era capaz de fazer até que do nada ele sobe em cima de mim com a justificativa de que era pra eu me acalmar. Eu não gostava de usar sutiã, ele ter jogado água em mim acabou endurecendo o bico do meu peito e isso fez um volume do caralho na minha blusa. 


Ele não conseguia tirar os olhos do meu peito. Mesmo eu me debatendo com ele em cima de mim seus olhos estavam fixados nas minhas tetas, comecei a perceber que ele tava gostando daquilo, seu pau tava ficando duro e ele se aproveitava que eu me mexia pra roçar seu pau na minha bunda.


Chamei ele de nojento quando disse que ele estava abusando de mim, mas levei um tapa na cara. Sacramento pedia pra eu repetir enquanto apertava meus peitos com força, ele me chamava de vadia e puxava meus cabelos. 


Minhas tetas pularam pra fora da minha blusa quando ele começou a me surrar, ele viu que eu estava com o bico durinho e disse que eu era realmente uma puta que precisava de pau. Me assustei quando ele tirou da calça uma jeba bem grossa e veiuda. Ele passava a cabeça do seu pau no biquinho dos meus peitos e mordia meus lábios. 


A essa altura ele já estava louco pra me comer e eu não podia fazer nada. Pedir pra ele parar não resolvia, só aumentava sua vontade de me comer. Num movimento rápido ele me puxou pra ficar de 4 em cima do seu sofá, ele baixou meu short de vez e me penetrou com força. 


Seu pau me invadia e me rasgava toda, parecia que eu estava partindo ao meio. Eu não tava acostumada com aquele tamanho de pau. Pedia pra ele parar a toda hora e sempre recebia tapas na cara ou na bunda. Com sua piroca enfiada na minha buceta ele colocou seu dentro do meu cu e começou a mexer lá dentro. 


Quando ele fez isso começou a ficar gostoso, mas eu não podia admitir que tava curtindo. Gozei no seu pau e ele sentiu porque dei uma apertadinha nele com minha buceta. Foi aí que ele perdeu o controle e sem camisinha esporrou todo seu leite lá no fundo. Sacramento me deixou passar uma noite na sua casa pra me recurar e ainda cedeu sua cama pra eu dormir. 

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